quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

MONARQUIA REALISTA

DEUS - PÁTRIA - REI: MONARQUIA REALISTA: A Monarquia Portuguesa terá um Rei que governará, à frente dum governo escolhido e presidido por ele próprio, será hereditária, católica,...

domingo, 26 de janeiro de 2020

sábado, 25 de janeiro de 2020

25 de Janeiro de 1919 - Viana do Castelo Restaura A Monarquia

A imagem pode conter: ar livre


A 25 de Janeiro de 1919, há precisamente 101 anos, Viana do Castelo restaura a Monarquia Portuguesa, no seguimento do movimento contra-revolucionário monárquico conhecido por Monarquia do Norte e que no dia 19 desse mesmo mês e ano, por intermédio do Comandante Henrique de Paiva Couceiro, que à frente de um milhar de soldados e algumas peças de artilharia, entrara no Porto, Restaurara a Monarquia Constitucional, na pessoa d’El-Rei Dom Manuel II. Agora era a vez de Viana do Castelo, onde a adesão ao movimento foi total, e por entre ‘Vivas à Monarquia!’ e ‘Vivas a El-Rei Dom Manuel II!’ – que anos antes o bom e justo Povo da capital do Alto Minho recebera em apoteose – proclama a Monarquia que havia sido ilegitimamente afastada pela revolução do 5 de Outubro de 1910. Estava reposta a legalidade na Viana da Foz do Lima, onde os notáveis da região – baluarte dos Monárquicos- sem qualquer temor – apesar das cruéis represálias que depois sofreriam, às mãos das milícias e do regime republicano - alvoraram, novamente, a Bandeira Azul e Branca por entre manifestações exuberantes da população arredada que estava há nove anos de saudar as cores da Pátria e da Nação fundada por Sua Mercê El-Rei Dom Afonso I Henriques e que já vinham de seu pai e avô de Portugal, Dom Henrique, Conde de Portucale.

Miguel Villas-Boas

quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

AS CONDECORAÇÕES E O PR


“Foge cão que te fazem barão.
Para onde se me fazem visconde?”

Almeida Garrett


            Fez há pouco nove meses, que o Presidente da República (PR) se deslocou a um hospital onde jazia no seu leito de morte, um português com “P” grande a fim de o condecorar, o que fez, atribuindo-lhe o Grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique.
            O seu nome era Victor Manuel Tavares Ribeiro e estávamos a 23 de Março de 2019.
            Victor Ribeiro faleceu poucas horas depois, não sem antes ter sido contemplado com a condecoração maior: ter recebido a graça do Baptismo.
            Há poucas semanas (a 19 de Dezembro) Marcelo Rebelo de Sousa (MRS) deu um salto a outro hospital para condecorar o Almirante Nuno Vieira Matias, desta vez com a Grã-Cruz da mesma ordem.
            O Almirante Matias esteve para ser condecorado durante uma visita programada à Sociedade Histórica para a Independência de Portugal, sita no Palácio Almada (vulgo da Independência) no pretérito dia 27 de Novembro, visita entretanto adiada.
            O que coincidiu com uma queda do supracitado que o obrigou à baixa hospitalar.
            Já a 30 de Dezembro o PR entendeu condecorar o treinador de futebol Jorge Jesus com o grau de Comendador da mesma Ordem, tendo a mesma sido ventilada pública e previamente tendo MRS, na sua incontinência verbal, dito qualquer coisa como “o meu instinto é condecorá-lo já, mas vou consultar o Conselho das Ordens”.
            Imagina-se que o Conselho das Ordens há-de ter apreciado muito esta “subtil” maneira de o pressionar…
            A Ordem do Infante D. Henrique foi, recorda-se, criada nos tenebrosos tempos do “Estado Novo” (imagine-se), em 1960, para comemorar o 5º centenário da morte do Infante D. Henrique, destinando-se a (redacção de 1962) “distinguir os que houvessem prestado serviços relevantes a Portugal no país e no estrangeiro e serviços na expansão da cultura portuguesa ou para o conhecimento de Portugal, sua história e seus valores”.
            A Ordem do Infante D. Henrique tem vários graus, a saber:
            O Grande Colar (apenas destinado a Chefes de Estado); a Grã-Cruz; o Grande Oficial; Comendador; Oficial e Cavaleiro/Dama.
            São já imensas as veneras atribuídas pelo actual PR (embora ainda não tenha batido “records” anteriores), o que só tem concorrência no número de “selfies” tiradas e nas deslocações efectuadas.
            Bom, é sempre melhor distribuir condecorações e títulos, do que censuras e castigos, mas o que está em causa é porventura a precipitação (veja-se o caso da atribuição do nome do Ronaldo ao Aeroporto do Funchal) e sobretudo a Justiça com que se fazem as coisas. E a Justiça tem dois andamentos: a absoluta e a relativa.
            Existe ainda outro ponto assaz importante a ter em conta: a vulgarização. Ora a vulgarização leva ao descrédito, o que na sua vertente extrema levará a que uma condecoração seja tida como um “castigo” e à descredibilização de quem a atribui, o que levará naturalmente a que qualquer agraciado, com vergonha na cara, possa recusar a “distinção”.
            Os casos de várias (são já muitas) personalidades condecoradas, nomeadamente em cerimónias do 10 de Junho (Dia de Portugal e portanto a data mais importante para se condecorar alguém, o que já de si deveria constituir uma distinção adicional), que mostraram e, ou veio a saber-se, não serem dignas de as terem recebido, com a dúvida pública instalada, se as mesmas deveriam ser retiradas aos agraciados, não tem ajudado nada.
            Mesmo nada.
            Ora se atentarmos nos exemplos apontados – e não queremos com isto estar a comparar as pessoas como tal – verificamos que Victor Ribeiro que foi um ex-combatente do Ultramar, que nunca virou as costas ao perigo; muito competente profissional da Aviação Civil (Comandante de Linha Aérea) e a quem o país deve uma parte da vitória do 25 de Novembro, pois estando já fora do serviço activo militar, foi convocado para os “Comandos” e comandou uma das companhias que ajudou a salvar Portugal de uma guerra civil e de uma ditadura odiosa de esquerda, está ao mesmo nível de um treinador de futebol que ao fim de 50 anos aprendeu que o Brasil foi descoberto por Pedro Álvares Cabral (esquecendo-se de acrescentar “oficialmente”).
            Não tenho nada contra os treinadores de futebol, mas tenho mais-valias a acrescentar a muitas outras coisas. Nomeadamente ao que Victor Ribeiro e Vieira Matias fizeram. Neste último a disparidade é um pouco menor dado que foi contemplado com dois graus acima (Grã-Cruz). Mas mesmo assim a diferença afigura-se muita.
            Vieira Matias foi um muito bom e considerado marinheiro e oficial da Armada, com duas comissões em Angola e na Guiné, que acabou a sua carreira militar como Chefe de Estado-Maior da Armada, que entre muitas outras coisas (positivas) que fez, teve a presciência de colocar de alerta e pronta a zarpar, uma força naval para actuar na Guiné-Bissau, numa altura crítica em que nacionais e interesses portugueses estiveram em risco, e o Governo Português estava a dormir na forma.
            Tem lutado sempre pela importância do Mar na vida nacional portuguesa e é sem dúvida um patriota, um homem de saber, de carácter e um académico distinto.
            Comparar estes exemplos profissionais de vida com outros que dirigem uns quantos atletas que têm jeito para dar chutos numa bola, por mais que isso divirta a mole humana e nos massacre nas pantalhas da televisão, parece-me um pouco como confundir a “estrada da Beira com a beira da estrada”…
            E cabe às entidades de maior hierarquia do Estado, dada a sua responsabilidade, dar o exemplo e promover os bons exemplos.
            Mas o que mais choca nestes eventos é que, enquanto a Jorge Jesus – de quem estimamos a simplicidade e autenticidade – foi dada ampla promoção mediática (abertura de telejornais!) com a distinção da mesma ter sido efectuada no Palácio de Belém, perante muitos convidados e as duas outras condecorações terem sido atribuídas quase em segredo, perante meia dúzia de pessoas mais chegadas, tendo sido ignoradas pela comunicação social. Apesar também da distinção que a deslocação do PR comporta.
            Será que os serviços da presidência se esqueceram de avisar os homens da pena, do microfone e da câmara?
            Porque é que não há uma coisa que bata certo nesta malfadada III República?
            As palavras de Garrett fazem-nos pensar que a natureza humana não muda mesmo e aquilo que se vai aprendendo não é lá grande coisa.


                                               João José Brandão Ferreira
                                              Oficial Piloto Aviador (Ref.)

Fonte: O Adamastor

DEUS - PÁTRIA - REI

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Almoço-Debate com SAR o Senhor Dom Duarte de Bragança

A imagem pode conter: 1 pessoa, texto

Almoço-Debate com S.A.R. o Senhor Dom Duarte de Bragança, Duque de Bragança

11 de Março de 2020

Tema: "A presença das Comunidades Luso-descendentes no mundo"

Inscrições: http://icpt.pt/inscricao-evento-3/

Inscrições: €50,00 Não Associados
(35€ Associados)
IBAN PT50 0010 0000 4424 8300 00134

Por favor, envie o comprovativo de pagamento para geral.icpt@gmail.com


DEUS - PÁTRIA - REI


domingo, 19 de janeiro de 2020

COMO DERROTAR O VELHO DO RESTELO QUE SE APODEROU DE NÓS, NOS SABOTA E NOS MATA?

Nenhuma descrição de foto disponível.

A inexistência de qualquer forma de conversa ou dissensão em Portugal, seja nos partidos ou na dita "sociedade civil", a respeito da União Europeia não se explica pela História, a política ou a geografia, mas pela psicologia. Se as três primeiras importassem, Portugal seria o menos europeu de todos os povos da Europa: andou pelo mundo durante pelo menos dois terços da sua existência; nunca teve, para lá da aliança inglesa, dos casamentos espanhóis, do comércio flamengo, da arte italiana e das manias francesas, preocupações europeias ou interesses europeus; e foi sempre coisa evidente para todos, século atrás de século, fossem as cabeças mais ou menos conservadoras, mais monárquicas ou republicanas, mais de esquerda ou de direita, que esta estreita faixa de terra pobre e seca só fugindo de si mesma poderia fazer-se relevante. Pela História, a política e a geografia, pois, somos, na melhor das hipóteses, europeus à maneira excêntrica dos russos ou dos ingleses: receptáculos distantes e curiosos dos brilhos da Europa carolíngia; europeus incompletos, europeus de fronteira, europeus que o são sem por isso poderem abdicar de ser o resto. Somos europeus embaixadores da Europa no mundo (e do mundo na Europa) muitos mais que participantes na vida europeia. Aliás, procure-se fora da estufa aclimatizada da grande empresa, da universidade e das andanças de Erasmus por portugueses de verdadeira convicção europeísta e não se achará um só.

O motivo da nossa actual e totalitária eurofilia é psicológico; explica-se por uma conjugação perfeita de quase tudo o que, aceitemo-lo, passou a haver de mau na psique nacional: uma natureza servil; a indisponibilidade para o risco; o medo da aventura; um conservadorismo limitativo e castrador; um derrotismo asfixiante; pior de tudo, a esperança aparente de que a mediocridade portuguesa - uma pobreza sistémica e cada vez mais notória, mas que ainda vai permitindo uma vida de pequeno conforto - possa continuar a ser sustentada pelas economias prósperas do norte. Tudo isto é indigno, e nem sequer funciona. A prova de que a UE é um fardo antes de ser uma vantagem é que Portugal não é hoje apenas o mais pobre da Europa ocidental, mas o mais pobre de quase toda a Europa comunitária. A prova é o quase milhão de jovens desempregados forçados ao exílio como metecos em Londres e Berlim. A prova é que Portugal não é hoje nem uma democracia, pois não há um cêntimo português gasto sem autorização da Comissão. A prova é que até o argumento miserabilista dos "fundos europeus" é um argumento a prazo, pois Portugal passará de beneficiário a contribuinte da UE, pelo que se estima, ainda esta década. É assim por muito que se não queira ver o que todos sabem e ninguém quer exteriorizar. Na Europa dinâmica e atenta de além-Pirenéus, a impossibilidade de manter sem reformas profundas a União tornou-se facto aceite, e compreende-se que marche-se rumo á unidade plena e à eliminação dos seus antigos Estados, ou a uma Europa de países soberanos onde o poder se ache muito mais descentralizado do que hoje, algo novo terá de surgir. Em Portugal, não: aqui, o mesmo medo psicótico continua a gelar qualquer esforço para pensar o amanhã. Oxalá o futuro nos devolva em bondade esta apatia doentia e suicida. Contudo, a História mostra que assim nunca é: pela recusa em agir há sempre um preço terrível a pagar, e nunca um povo se deu bem por deixar-se ultrapassar pelos acontecimentos.

RPB

Para responder justamente a estas perguntas, a NP abre-se dia 23, pelas 19h00, à sociedade civil para um debate-conferência na Casa da Sertã, em Lisboa. Aqui, o link do evento: https://www.facebook.com/events/1584336331704041/

Fonte: Nova Portugalidade

Conferência NP: Pensar um Portugal livre numa Europa de nações livres

A imagem pode conter: 7 pessoas, pessoas a sorrir, texto que diz "Europa federal ou Europa de nações livres? Portugal entre a Portugalidade e a absorção Debate animado por Miguel Castelo Branco Rafael Pinto Borges 23 de às Casa da Comarca Rua Rua da Madalena, 171, Lisboa portugalidade nova"

Todos o sabemos, por muito que o instinto natural do nosso povo pareça ser, infelizmente, o de tentar afastar as dificuldades evitando pensar nelas: a União Europeia, pela menos na sua forma actual, tem os dias contados. Em meia Europa, forças eurocépticas estão a uma vitória eleitoral de repetir o Brexit nos seus países, que podem ser a Itália ou a França. E a pressão do Euro e da centralização burocrática fez do nosso continente o que menos cresce economicamente no mundo. Preparar Portugal para as dificuldades através do reforço do espaço lusíada e da nossa soberania de Estado, assim como pela proposta de uma Europa reformada e assente em Estados-nação livres, é talvez a mais importante questão política do nosso tempo. A Nova Portugalidade abre-se na Quinta-feira à sociedade para discuti-la, sem medos nem dogmas. Porque o bem de todos os exige, e porque a NP existe para o serviço do país.

Fonte: Nova Portugalidade

DEUS - PÁTRIA - REI

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

O Homem livre

DEUS - PÁTRIA - REI: O Homem livre: Há uma frase extraordinária do frère Luc no filme “Dos homens e dos Deuses”: “Laissez passer l’homme libre”. Confrontado com a escolha ...

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Os segredos do Hospital de S. José

DEUS - PÁTRIA - REI: Os segredos do Hospital de S. José: No próximo dia 25 de Janeiro pelas 10:30, a Real Associação de Lisboa retoma a sua rubrica dos Roteiros Reais, desta vez para conhecerm...

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Dona Maria Francisca, Princesa Imperial de Orleans e Bragança

A imagem pode conter: 2 pessoas

15 de Janeiro de 1968: Morre S.A.I. Dona Maria Francisca, Princesa Imperial de Orleans e Bragança, mãe de S.A.R. o Senhor Dom Duarte Pio, Duque de Bragança.

S.A.I. Dona Maria Francisca, Princesa Imperial de Orleans e Bragança, de seu nome Maria Francisca Amélia Luísa Vitória Teresa Isabel Miguela Gabriela Rafaela Gonzaga de Orléans e Bragança e Dobrzensky de Dobrzenicz, Princesa Imperial de Orleans e Bragança, (Mãe de S.A.R. Dom Duarte Pio de Bragança), * Castelo d' Eu 08.09.1914 - † Lisboa, Lisboa 15.01.1968, era filha de Dom Pedro de Alcântara de Orleans e Bragança, Príncipe do Grão-Pará e de Elisabeth, Condessa de Dobrzensky Dobrzenicz; Neta paterna de Gaston d' Orleans, Conde de Eu e de Dona Isabel de Bragança, Princesa Imperial do Brasil e neta materna de Jan Vaclav II, Conde de Dobrzensky e de Elisabeth Josefa, Condessa de Kottulinsky Kottulin. Bisneta de Dom Pedro II, último Imperador do Brasil, e neta da última princesa imperial do Brasil, Dona Isabel de Bragança e do príncipe imperial consorte, Gastão de Orléans, Conde d'Eu.

Nasceu no Castelo d'Eu, em França, Dona Maria Francisca foi sepultada no Convento das Chagas de Cristo, em Vila Viçosa, panteão dedicado às duquesas de Bragança.

Casamento:

Casou-se no civil, no Rio de Janeiro, aos 13 de Outubro de 1942, e no religioso, aos 15 de Outubro, na Catedral de Petrópolis, com Dom Duarte Nuno de Bragança, neto de Dom Miguel I, Rei de Portugal, Duque de Bragança e pretendente à chefia da Casa Real Portuguesa.

A união do então chefe da Casa Real Portuguesa, neto do rei Dom Miguel, à princesa da Casa Imperial Brasileira, trisneta do imperador Dom Pedro I do Brasil e Dom Pedro IV de Portugal, representa a união de dois ramos da mesma família, separados há mais de um século, após uma cisão separatista entre absolutistas e liberais e uma terrível e sangrenta guerra civil, conhecida na história como "guerras liberais".

De seu casamento com o Duque de Bragança, Duarte Nuno, nasceram:

- Dom Duarte Pio de Bragança (Berna, 15 de maio de 1945) casou-se em 13 de Maio de 1995 com Dona Isabel Curvelo de Herédia (1966). Com descendência.

- Dom Miguel Rafael de Bragança (Berna, 3 de Dezembro de 1946) — Duque de Viseu.

- Dom Henrique Nuno de Bragança (Berna, 6 de Novembro de 1949 – †14 de Fevereiro de 2017) — Duque de Coimbra.

(Fontes: Investigação António Carlos Janes Monteiro, GeneAll, Wikipédia)


terça-feira, 14 de janeiro de 2020

1.º DE DEZEMBRO

DEUS - PÁTRIA - REI: 1.º DE DEZEMBRO: Existem duas datas importantíssimas no calendário Português: o dia 5 de Outubro, no qual se deveria comemorar o reconhecimento, em 1143, do...

domingo, 12 de janeiro de 2020

O PANteísmo e a Liberdade Religiosa

DEUS - PÁTRIA - REI: O PANteísmo e a Liberdade Religiosa: Por este andar, qualquer dia exige-se que os católicos usem um distintivo, como o nazismo impôs, aos judeus, o uso da estrela de David....

sábado, 11 de janeiro de 2020

Aconteceu a 11 de janeiro de 1890 Ultimato britânico a Portugal

Nenhuma descrição de foto disponível.

A 11 de janeiro de 1890, o governo britânico entrega a Portugal um memorando exigindo a retirada das forças militares existentes no território compreendido entre Moçambique e Angola.

Esta zona era reclamada por Portugal, que a havia incluído no célebre Mapa cor-de-rosa.

O Ultimato consistiu num telegrama enviado ao governo português pelo governo inglês, chefiado pelo primeiro ministro, Lord Salisbury, entregue a 11 de Janeiro de 1890. A missiva exigia a retirada imediata das forças militares portuguesas mobilizadas nos territórios entre Angola e Moçambique. Esses territórios correspondem aos actuais Zimbabwe e Malawi. Caso a exigência não fosse acarretada por Portugal, a Inglaterra avançaria com uma intervenção militar.Na segunda metade do século XIX, a Europa conheceu um elevado crescimento económico. Esta situação exigiria novos mercados e novas fontes de matéria-prima. Daí o forte expansionismo europeu em África durante este período. A Conferência de Berlim (1884-85) criara um novo ordenamento jurídico baseado na ocupação efectiva; ou seja, as pretensões portuguesas baseadas no direito histórico só se tornariam válidas se Portugal se apoiasse numa autoridade que fizesse respeitar os direitos adquiridos e a liberdade de comércio e trânsito.Para Portugal, as colónias africanas tinham, sob o ponto de vista económico, um papel quase irrelevante. Porém, convinha salvaguardar os direitos históricos de Portugal. Portugal tinha pretensões a criar um novo Brasil, um autêntico império colonial africano, e esta era a sua última oportunidade para o conseguir. Multiplicam-se então as expedições científicas ao continente africano e redobram-se os esforços diplomáticos.Assim, em 1886, Portugal dá a conhecer as suas pretensões coloniais sob a forma do "Mapa cor-de-rosa"; tratava-se de um projecto de ligação da costa angolana à costa moçambicana. O governo português dá início a várias tentativas de ocupação efectiva, numa disputa colonial com a Inglaterra, nomeadamente com o plano de Cecil Rhodes, que pretendia ligar o Cabo ao Cairo, sempre por solo britânico.A uma dessas tentativas a Inglaterra responde com o Ultimato. A notícia do mesmo e o posterior acatamento por parte das autoridades portuguesas provocariam em todo o reino uma gigantesca onda de indignação popular. Este sentimento é habilmente explorado pelas hostes republicanas; prova disso é a tentativa de derrube da monarquia e instauração da república um ano depois, no Porto, na revolta de 31 de Janeiro de 1891.Em termos estritamente coloniais, o ultimato não teve consequências muito negativas, pois, se é um facto que Portugal foi obrigado a desistir do "Mapa cor-de-rosa", não é menos verdade que o tratado assinado em 1891 confere a Portugal a soberania sobre extensos territórios, alguns dos quais até então nunca haviam sido reivindicados.


Quando os muçulmanos se convertiam ao cristianismo

Nenhuma descrição de foto disponível.


No emaranhado de crenças que obscurecem o conhecimento das relações entre o mundo islâmico e o mundo cristão, avulta aquela que nos pretende fazer crer que havia portugueses que se convertiam ao Islão, vulgarmente chamados de renegados (ou arrenegados). Havia arrenegados, pois, mas esquece-se amiúde que havia conversões em sentido contrário, ou seja, de muçulmanos que expostos à cultura e usanças portuguesas exprimiam vontade em conhecer a doutrina cristã e a ela se converterem.

Tais mouros, sobretudo norte-africanos e, com mais precisão, marroquinos, começaram a aderir à religião dos portugueses por alturas das primeiras conquistas de praças no norte de Marrocos, no século XV, mas nos séculos que se seguiram, o seu número aumentou, exigindo-se das autoridades eclesiásticas portuguesas especial acompanhamento de tais conversos.

Ali para os lados de S. Roque, entrando pelo Bairro Alto, chega-se à Rua dos Calafates. A cerca de trinta metros da esquina da Travessa da Queimada, situa-se o Colégio Real dos Catecúmenos, fundado em 1579 por ordem do Cardeal Rei Dom Henrique e destinado a mouros aliados de Portugal e que haviam participado na Jornada de África nas hostes de Dom Sebastião na malograda batalha de Alcácer Quibir. Inicialmente destinado a catorze mouros, a instituição foi acolhendo levas de novos refugiados que iam chegando a Lisboa e manifestavam vontade de se familiarizarem com a doutrina católica. Esse constante movimento prolongou-se pelos séculos XVII e XVIII e exigia dos pretendentes a conversos que aprendessem a língua portuguesa e alguns rudimentos de latim antes de iniciarem a frequência da catequese, processo lento de aprendizagem que só terminava quando os catequistas confirmavam a plena aptidão dos seus alunos para conscientemente receberem o baptismo.

No dia da cerimónia de conversão pública, realizava-se uma procissão que atravessava solenemente as ruas da capital. Os neófitos faziam-se acompanhar dos seus padrinhos de baptismo, habitualmente grandes do Reino que a partir desse momento os acolheriam como membros das suas famílias, tratando-os como se filhos seus fossem. Posto tratarem-se de jovens adultos no pleno das suas faculdades, os conversos escolhiam um nome de baptismo, a que juntavam o nome da família de adopção, eram baptizados e recebiam a comunhão.

Ainda hoje, volvidos quase quinhentos anos, remanesce o edifício desse Colégio dos Catecúmenos, felizmente poupado aos estragos e intolerâncias do século XIX. Encimado pelas armas reais portuguesas, o pórtico lembra aos viandantes: "Este Colégio ordenou Sua Majestade para nele serem instruídos os catecúmenos que se convertem à nossa Santa Fé Católica".

MCB


Fonte: Nova Portugalidade

Um grande admirador da nação portuguesa

A imagem pode conter: 1 pessoa, em pé, barba, ar livre e closeup

Faleceu esta madrugada e foi certamente um dos maiores estadistas do nosso tempo. Rei revolucionário a quem coube superar em cinco décadas de governação ilustrada o grande atraso do seu país, raros são os governantes que entram pela porta grande do além com tamanha obra material, social e espiritual realizada em benefício do seu povo e da paz no mundo. Dele só encontramos par no Rei Bhumibol Adulyadej da Tailândia, falecido há três anos. Paz à sua alma e que Deus, o Misericordioso, o acolha à Sua presença.

O novo sultão omanita, Haitham bin Tariq Al Said, primo do falecido monarca, foi o ministro da Cultura a quem coube reconstruir, restaurar e preservar o património português em Oman e que confessa a grande admiração pela nação portuguesa. Será o 13º monarca da dinastia Said, no trono desde 1783 e o 15º imã ebadita do terceiro ramo do Islão.

Fonte: Nova Portugalidade

Atenuar exageros e superar mitos

Nenhuma descrição de foto disponível.
A criação do Estado Moderno, não só esbateu a velha ordem social trifuncional - as três ordens do imaginário feudal do clero, da nobreza e do povo - como tendeu a absorver grupos sociais marginais, nacionalizando-os e conferindo-lhes grande protagonismo.

Ouve-se com frequência que no Antigo Regime, a nobreza confiscava a totalidade dos cargos de relevo, relegando os restantes estamentos para funções menores. Ora, assim sendo, por que razão se desenvolveu uma prática sistemática de discriminação positiva visando assegurar a certos grupos sociais relevância? Tal prática começou a definir-se no último quartel do século XVI quando, por determinação real, à nobreza foi vedado o acesso a alguns cargos em benefício do braço popular. Por exemplo, em 1572, Dom Sebastião determinava que "daqui em diante, haja na Câmara [de Lisboa] um presidente fidalgo e três vereadores que sejam meus desembargadores e sirvam os cargos que adiante vereis". Esses três vereadores todo-poderosos eram homens qualificados saídos do braço popular, cabendo ao presidente apenas funções de representação.

Por forma a evitar a discriminação de cristãos-novos - judeus convertidos ao catolicismo - estabelecia-se nesse mesmo ano que antigos judeus ocupassem funções na vereação camarária, decisão bem expressa no Regimento dos Oficiais Mecânicos da mui nobre e sempre leal cidade de Lisboa. No regimento precisava-se que, para a eleição dos ourives e lapidadores (de pedras preciosas), o corpo eleitoral corporativo compor-se-ia de "seis cristãos-velhos e seis da nação dos cristãos-novos". Tal factor democrático acabou por se tornar extensivo à totalidade do território português, europeu como ultramarino, e em finais do século XVII, os factores origem social, origem étnica e "limpeza de sangue", se ainda fossem referidos, eram, de facto, menorizados pela invocação do mérito dos indivíduos. Em meados do século XVII, mercadores, banqueiros, mas igualmente um "estado do meio" - a classe média do Antigo Regime - ocupavam a parte de leão da administração, e nos concelhos os mestres de ofícios até aí considerados "vis" (sapateiros, curtidores, açougueiro, ferreiros) passaram a ter direito a ocupar lugares nas vereações camarárias.

MCB


Fonte: Nova Portugalidade

DEUS - PÁTRIA - REI

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

A maçonaria: dividir para vencer

Nenhuma descrição de foto disponível.

“A seita apresentou-se ao mundo como sociedade filantrópica e filosófica. Mas, logrados alguns triunfos, arrancou a máscara. Glorifica-se de todas as revoluções sociais que sacudiram a Europa, especialmente da francesa; de todas as leis contra o clero e as Ordens religiosas; da laicização das escolas; da retirada dos Crucifixos dos hospitais e dos tribunais; da lei do divórcio e tudo quanto descristianiza a família e debilita a autoridade do pai, para a substituir por um Governo ateu.
Pratica o adágio: dividir para vencer.”

Reginald Garrigou-Lagrange em “La vida eterna y la profundidad del alma”.

Fonte: Causa Tradicionalista

DEUS - PÁTRIA - REI

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

SAR, O Senhor Dom Duarte de Bragança na Festa de Reis da Fundação Oureana


O presidente da Câmara Municipal de Ourém, Luís Miguel Albuquerque, esteve presente, conjuntamente com o presidente da Assembleia Municipal de Ourém, João Moura, na XII Festa de Reis da Fundação Oureana, evento que decorreu este domingo, dia 5 de janeiro, no Restaurante Medieval da Vila Medieval de Ourém.

Esta iniciativa, que para além do tradicional almoço, teve ainda a Missa da Solenidade da Epifania e a Benção dos Reis, contou com a presença de Dom Duarte de Bragança, Duque de Bragança e Conde de Ourém.
A Fundação Oureana é uma instituição criada por John Haffert (fundador do Exército Azul de Nossa Senhora de Fátima e grande amigo da Irmã Lúcia), que nos anos 40 se fixou em Ourém e tem procurado promover o seu património histórico.
Fonte: mediotejo.net

DEUS - PÁTRIA - REI




quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

7 de Janeiro de 1355: Morte de D. Inês de Castro.

A imagem pode conter: 3 pessoas, pessoas em pé e interiores

D. Inês de Castro, * 1320 - † Coimbra, Coimbra, 07.01.1355, era filha de Pedro Fernandes de Castro, o da Guerra, Senhor de Lemos (*1290 - †1343) e de Aldonça Lourenço de Valadares (*1280); Neta paterna de Fernán Ruiz de Castro, Senhor de Lemos (*1260 - †1305) e de Violante Sanchez, Senhora de Uzero (*1270 - †1327) e neta materna de Lourenço Soares de Valadares (*1230) e de D. Sancha Nunes de Chacim (*1240). Inês de Castro era descendente de Dom Afonso Henriques por via paterna.

D. Inês de Castro era uma fidalga galega, de rara formosura, que fez parte da comitiva da infanta D. Constança de Castela, quando esta, em 1340, se deslocou a Portugal para casar com o príncipe D. Pedro (1320-1367).A beleza singular de D. Inês despertou desde logo a atenção do príncipe, que veio a apaixonar-se profundamente por ela. Desta paixão nasceu entre D. Pedro e D. Inês uma ligação amorosa que provocou escândalo na Corte portuguesa, motivo por que o rei resolveu intervir, expulsando do reino Inês de Castro, que veio a instalar-se no castelo de Albuquerque, na fronteira de Espanha.D. Constança morre de parto em 1345 e a ligação amorosa entre D. Pedro e D. Inês estreita-se ainda mais, contra a determinação do rei, D. Pedro manda que D. Inês regresse a Portugal e instala-a na sua própria casa, onde passam a viver uma vida de marido e mulher, de que nascem quatro filhos.

Os conselheiros do rei aperceberam-se das atenções com que o herdeiro do trono português recebia os irmãos de D. Inês e outros fidalgos galegos, chamaram a atenção de D. Afonso IV para aquele estado de coisas e para os perigos que poderiam advir dessa circunstância, uma vez que seria natural antever a possibilidade de vir a criar-se uma influência dominante de Castela sobre a política portuguesa.E persuadiram o rei de que esse perigo poderia afastar-se definitivamente, se se cortasse pela raiz a causa real desse perigo: a influência que D. Inês exercia sobre o príncipe D. Pedro, que um dia viria a ser rei de Portugal. Para isso seria necessário e suficiente eliminar D. Inês de Castro.

O problema foi discutido na presença dos conselheiros do rei em Montemor-o-Velho, e aí ficou resolvido que Inês seria executada sem demora.Quando D. Inês soube desta resolução, foi ter com o rei, rodeada dos filhos, para implorar misericórdia, uma vez que ela se considerava isenta de qualquer culpa. As súplicas de Inês só momentaneamente apiedaram D. Afonso IV, que entretanto se deslocara a Coimbra para que se desse cumprimento à deliberação tomada. E a execução de D. Inês efectuou-se em 7 de Janeiro de 1355, segundo o ritual e as práticas daquele tempo.Anos depois, em 1360, D. Pedro I, já então rei de Portugal, jurou, perante a sua corte, que havia casado clandestinamente com D. Inês um ano antes da sua morte.

O tema dos amores de D. Inês e da sua triste morte interessou grande número de poetas e escritores de várias épocas e de várias nacionalidades, e pode dizer-se que se contam por centenas as obras literárias em que o tema foi tratado.

Camões imortaliza, n'Os Lusíadas, os amores de Inês e D. Pedro, na estrofe CXX do Canto III:

«Estavas, linda Inês, posta em sossego,

de teus anos colhendo doce fruto,

Naquele engano de alma, ledo e cego,

Que a Fortuna não deixa durar muito,

Nos saudosos campos de Mondego,

De teus fermosos olhos nunca enxuto,

Aos montes ensinando e às ervinhas

O nome que no peito escrito tinhas.»

A Coroação de D. Inês de Castro

(por José Luís Espada-Feyo)

No ano de 1361, D. Pedro, já aclamado Rei, num misto de vingança e perturbação, teria ordenado a exumação do corpo de sua amada Inês de Castro, assassinada seis anos antes, para a coroar, post mortem, Rainha de Portugal.

Depois de levantado seu corpo, teria sido D. Inês sumptuosamente vestida com um manto real, sentada no Trono e coroada com toda a pompa e circunstância, tendo D. Pedro I obrigado a Grande Nobreza do Reino, que em vida a tinha desdenhado e contribuído para o seu assassinato, a beijar-lhe a mão e a prestar-lhe vassalagem.

Nem em documentação coeva, nem tão pouco na Crónica de D. Pedro escrita por Fernão Lopes cerca de um século depois, constam quaisquer referências a este mórbido episódio, que começa a surgir de forma lendária em narrativas do século XVI, ganhando, a partir daí, a dimensão romântica que caracteriza toda a ambiência dos célebres amores de Pedro e Inês.

Percebi que os sistemas menos corruptos...

DEUS - PÁTRIA - REI: Percebi que os sistemas menos corruptos...: (...)  percebi que os sistemas menos corruptos, com maior defesa dos valores da cultura, com mais igualdade de oportunidade para as pessoas,...

sábado, 4 de janeiro de 2020

quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

Prémio Gonçalo Ribeiro Telles

DEUS - PÁTRIA - REI: Prémio Gonçalo Ribeiro Telles: O Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa, a Causa Real, a Ordem dos Engenheiros e a Associação dos Arquitectos Pai...