sábado, 8 de julho de 2017

JUVENTUDE MONÁRQUICA DO PORTO VISITA MUSEU DA MISERICÓRDIA

Foto de JMP Porto.

Dia 15 de Julho, Sábado, a JMP-Porto será recebida em visita guiada pelo MMIPO - Museu da Misericórdia do Porto, que comemora o seu 2.º aniversário.

A visita está marcada para as 11h, encontrando-se o grupo previamente junto ao museu (Rua das Flores, n.º 15). Dada a efeméride, a visita guiada será gratuita, segundo informação da própria instituição, a quem desde já agradecemos.

Os interessados em participar deverão inscrever-se até dia 12, enviando mensagem para a página da JMP-Porto ou email para porto@juventudemonarquicaportuguesa.pt. Número de visitantes limitado por motivos logísticos, prevalecendo a ordem de inscrição.
No final seguiremos para um almoço de convívio.

Esperamos por ti! Aparece e traz um amigo.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

TOURADA REAL À ANTIGA PORTUGUESA EM SALVATERRA DE MAGOS

Foto de José Carlos Ramalho.

VENHA VIVER UMA TRADIÇÃO PORTUGUESA.

Partilhe o cartaz, traga a família e os amigos. Obrigado!
Bilhetes à venda a partir de 12 de Julho Sr. Mário Figueiredo, Tel: 918915926
Para reservas das Reais Associações/Causa Real: BRUNO CASTRO bcastro2011@gmail.com
 

 

quinta-feira, 6 de julho de 2017

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Um 10 de Junho diferente




Imagem relacionada


Olivença está bem arranjada, nota-se ainda perfeitamente a sua traça portuguesa e o 
centro, monumentos e fortalezas, são 
portuguesas, fora de qualquer dúvida. 
Merece uma visita.
Não, não foi por o Presidente da República e sua comitiva terem debandado para as atribuladas terras de Santa Cruz e nem ter sido recebido pelo Presidente Brasileiro – que não tinha que o receber, a não ser por cortesia, já que o PR não ia em visita oficial e, além do mais, ia com o fito de comemorar o dia da sua terra em terra alheia [1] ; não, não foi por se ter finalmente uma comemoração popular em cada cidade e vila, como por décadas e, até séculos, se festejava o dia da Restauração, no 1º de Dezembro; também não foi diferente por, finalmente, a Comunicação Social se dignar ceder duas linhas ou imagens de atenção que fosse, ao que se comemora na “Homenagem Nacional aos Combatentes”, junto ao Forte do Bom Sucesso, no Restelo, cujo programa é único e tem razões específicas para ocorrer.
Não, o 10 de Junho (para quem não sabe é o Dia de Portugal…) foi diferente porque foi comemorado na portuguesíssima terra de Olivença. Em boa verdade já no ano passado tal facto tinha ocorrido mas, enfim, só este ano tivemos o gosto de participar.
A grande importância da comemoração tem a ver com o facto de Olivença e seu termo (cerca de 430 Km2), estar ocupada ilegalmente pela Espanha desde 1807, e o Estado Português (que representa a Nação politicamente organizada) não ter até hoje conseguido a sua retrocessão. Estado Português que não tem um único crédito a seu favor no evento que ora expomos.
De facto, o mesmo foi organizado pela Associação Além-Guadiana, fundada em 2008, por oliventinos que sentiram em si o sentimento da Portugalidade, e que já lograram concretizar um conjunto de iniciativas louváveis. Deste modo passou a haver quatro tipos de alentejanos: os do Alto Alentejo; os do Baixo Alentejo; os da margem esquerda (do Guadiana); e, agora, os do termo de Olivença.
Para este evento concreto, associou-se o conhecido ex-deputado e dirigente do CDS-PP, Dr. Ribeiro e Castro, que se interessou por toda esta tentativa quando liderou a Comissão Parlamentar dos Negócios Estrangeiros e recebeu, por várias vezes, delegações dos “Amigos de Olivença” – patriótica instituição da “sociedade civil” que, sem qualquer apoio do Estado, tem desenvolvido ininterruptamente desde a sua criação, em 15 de Agosto de 1938,uma luta tenaz e persistente pela causa de Olivença portuguesa – na sequência de uma petição por eles promovida.
As autoridades espanholas têm condescendido com estas iniciativas, pensamos nós, para aliviar tensões; por terem problemas mais graves noutras regiões; darem uma de “progressistas” e multiculturais e, sobretudo, por nada ter ainda tocado o âmbito da soberania.
Em Olivença não há tensões sociais pelo facto da ilegalidade se manter, pois o território foi sendo sucessivamente colonizado, algumas vezes com actos violentos, e a população original ter, praticamente desaparecido.
O Estado Espanhol também não se esquece de manter o nível de vida – enfim com a excepção compreensível da última guerra civil – num estádio superior ao lado de cá da fronteira. Fronteira que não está oficialmente delimitada entre o Rio Caia e o Rio Cucos, faltando os marcos nº 801 a 900. [2] E, de facto, ao atravessar a fronteira na nova Ponte da Ajuda – um local magnífico do Guadiana – e depois em S. Leonardo, nota-se uma diferença na qualidade das estradas e respectiva sinalética; na limpeza e no aproveitamento dos campos. [3]
Olivença está bem arranjada, nota-se ainda perfeitamente a sua traça portuguesa e o centro, monumentos e fortalezas, são portuguesas, fora de qualquer dúvida. Merece uma visita.
As cerimónias ocuparam praticamente todo o dia, tendo começado um pouco tarde por causa da diferença horária e porque se teve que esperar pela pequena excursão ida de Lisboa. O “Alcalde “da vila aguentou firme todos os eventos, estando ainda presente na maioria deles, o presidente da Região da Estremadura, também ele, filho da terra. O “Mestre-de-Cerimónias” falou bilingue (num português perfeito) e os oradores falaram nas suas línguas de origem. A Guardia Civil manteve uma presença discreta, apenas com duas viaturas e cinco guardas.
A cerimónia principal decorreu no Convento de S. João de Deus – um Santo Português – que está incluído num dos nove baluartes erguidos após a Restauração de 1640, para melhor defesa desta praça – forte, uma das mais avançadas e expostas de toda a fronteira terrestre.
As intervenções dos oradores – administrador executivo da Fundação Portugal-África; presidente da Conexão Lusófona; coordenador do Movimento 2014 – 800 Anos da Língua Portuguesa; directora do Gabinete de Iniciativas Transfronteiriças da Junta da Extremadura – foram equilibradas, embora todas elas a puxar para a descrição das actividades de que são responsáveis, do que sobre o objectivo das cerimónias em si. E todas voltadas para a cooperação e cultura. Discursos equilibrados também dos responsáveis políticos presentes, todos na mesma toada. Uma curiosa e bem apanhada reportagem sobre os resquícios da cultura portuguesa em Malaca (onde só estivemos 130 anos!), também marcaram presença. Ainda houve tempo para um pequeno teatro sobre o Rei D. Dinis e a Rainha Santa Isabel e a oficialização da geminação dos municípios de Leiria e de Olivença, a cargo dos respectivos edis, apenas com um pequeno deslize numa frase do Leiriense.
O ponto alto (opinião nossa) teve lugar com a actuação do Coro “Alma de Coimbra, que encantou a audiência com cerca de 70’de um óptimo espectáculo, que nos deixa orgulhosos em qualquer parte do mundo e nos dá esperança de que nem tudo está perdido. Só faltou que a última performance fosse o Hino Nacional Português e um “viva Portugal”, que seria a chave de ouro e o dia merecia. Pelo meio houve almoço de tapas à espanhola para convidados e cada um à sua, para os restantes.
O final foi o mais importante e já ocorreu na pérola monumental representada pela Igreja da Madalena – uma joia do mais puro manuelino que, significativamente ganhou um concurso, há poucos anos, que elegeu o “melhor recanto de Espanha” – antecedido de uma visita guiada à mesma. Ouviu-se a Santa Missa em português, facto que já não ocorria desde que tal prática tinha sido proibida pelas autoridades espanholas desde os anos 40 do século XIX! Oficiou-a o Padre Ricardo Cardoso, acompanhado pelo seu congénere e “dono da casa”, o qual teve especial habilidade e desenvoltura para o papel que lhe coube fazer. Bem – haja.
A única coisa a lamentar – embora não surpreenda – foi o escasso envolvimento da população local, nas cerimónias. Na sessão solene estavam umas 150 pessoas; na missa só umas 50, sendo que a maioria tinha ido de Portugal. Por isso para o ano temos de levar a Olivença, no dia 10 de Junho, não menos de 10.000 pessoas com bandas e fanfarras. Isto mudaria tudo…
Lá esperaremos o Senhor Presidente da República (embora não acredite que, nessa altura, lá esteja alguém da Família Real Espanhola) o qual, estamos certos, abdicará de ir visitar a comunidade emigrante lusa na Nova Zelândia, em prol de tão benemérito como patriótico acto. E nem precisa de autorização da Assembleia da República para se ausentar do território nacional, para o fazer…[4]
Então até para o ano.
Oficial Piloto Aviador

[1] Se a moda pega ao contrário, vamos ter por cá chusmas de dignatários de outros países, por cada comunidade de emigrantes que por cá labutam ou repousam!…
[2] A fronteira Luso-Espanhola tem 1292 Km de extensão, e é delimitada por 5228 marcos, separados de 250 metros.
[3] Onde convinha manter os caminhos limpos; preservar a capela da Nossa Senhora da Ajuda e, no mínimo, colocar uns painéis explicativos sobre a ponte centenária ora em ruinas!
[4] Artigo 129º da CR. Embora nunca até hoje tenha vindo a público qualquer prova de que tal é feito… (nº3 “A inobservância do disposto no número 1 envolve, de pleno direito, a perda do cargo”)

terça-feira, 4 de julho de 2017

85 ANOS DO FALECIMENTO D'EL REI DOM MANUEL II

Foto de Plataforma de Cidadania Monárquica.

Há 85 anos falecia S.M.F. El-Rei D. Manuel II de Portugal

A 2 de Julho de 1932, o último Rei de Portugal morreu inesperadamente de angina diftérica fulminante, no exílio, em Inglaterra, na sua casa de Fulwell Park, em Twickenham, nos arredores de Londres, sem nunca esquecer o seu amado Portugal.

Viv'ó Rei!



segunda-feira, 3 de julho de 2017

DUQUE DE BRAGANÇA PARTICIPOU NO "INTERNATIONAL GOOD DEEDS DAY" NO PORTO

At Good Deeds Day 2017 in Porto, Portugal David Arison, businesswomen and philanthropist Shari Arison, H.R.H. Duarte Pio, the Duke of Braganza and Rafi Elul, Chairman of Good Spirit NGO (R to L) participated in a day of family activities including concerts, live painting, and yoga classes as well as an NGO fair showcasing the work of more than 30 nonprofits.

At Good Deeds Day 2017 in Porto, Portugal David Arison, businesswomen and philanthropist Shari Arison, H.R.H. Duarte Pio, the Duke of Braganza and Rafi Elul, Chairman of Good Spirit NGO (R to L) participated in a day of family activities including concerts, live painting, and yoga classes as well as an NGO fair showcasing the work of more than 30 nonprofits.



PORTO, PortugalApril 3, 2017 /PRNewswire/ -- On April 2nd93 countries 
across the globe including the U.S.A.TaiwanPortugalUgandaPoland
ItalySpain, and Argentina, participated in International Good Deeds 
Day 2017. Enthusiasm around this international day of good increases 
every year, with millions joining-in to do a good deed for the benefit of others.
Businesswoman and philanthropist Shari Arison, initiator of Good Deeds 
Day, said: "All you need to be part of Good Deeds Day is the will to do good, 
and to give of yourself to benefit others. Launched 11 years ago in Israel, it 
has crossed borders, becoming an internationally unifying day because 
of the simple idea behind it, and the ability of each and every person to 
connect to it and take part."
Portugal joined Good Deeds Day this year, kicking-off the event in Porto on 
Friday, March 31st with numerous projects. On the day itself, a central event 
was held in the city's main square, Praça dos Poveiros, attended by 
H.R.H. Duarte PioDuke of Braganza, who participated with many others 
in fun family activities such as concerts, Live Painting, and yoga classes. 
Alongside was an NGO fair showcasing the work of more than 
30 nonprofits.  Additionally, the Soccer League broadcast audio and video 
messages of Good Deeds Day, during breaks in the weekends' games.
Fonte: Cision