terça-feira, 13 de novembro de 2018

INFANTA D. MARIA FRANCISCA, DUQUESA DE COIMBRA, MADRINHA DO XXXII FITU CIDADE DO PORTO

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Infanta de Portugal, uma das mais bonitas Princesas da actualidade, Dona Maria Francisca de Bragança, aceitou ser Madrinha do Festival Internacional de Tunas da Universidade do Porto, a convite do Orfeão Universitário:

"Hoje apresentamos a madrinha do XXXII FITU.

Maria Francisca, é a segunda Filha dos Duques de Bragança, entre o seu irmão mais velho o Príncipe da Beira, Afonso de Bragança, e o seu irmão mais novo, Duque do Porto, Dinis de Bragança. Maria Francisca, Duquesa de Coimbra é elogiada pela sua elegância e discrição. Está a estudar Comunicação Social na Universidade Católica, fez Erasmus em Roma, já fez voluntariado na Guiné. Prefere passar despercebida do que aparecer em eventos sociais, como tal é com imenso orgulho que o Orfeão Universitário do Porto contará com a sua presença este ano no XXXII FITU "Cidade do Porto".

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

D. Manuel II No Desfile Da Vitória


D. Manuel II No Desfile da Vitória dos Aliados
‘Pelo nosso Portugal tenho feito, e sempre, tudo o que é humanamente possível. Tenho, ao menos, a consolação do dever cumprido.’, escreveria S.M.F. El-Rei Dom Manuel II de Portugal já no exílio. 
Mesmo depois de deposto na golpada revolucionária do 5 de Outubro de 1910, Dom Manuel II se colocou sempre ao serviço dos Portugueses ou não fosse a divisa d’El-Rei: «Depois de Vós, Nós».

No Desfile da Vitória dos Aliados, em 1919, em Londres, e que comemorava o fim das hostilidades na 1.ª Guerra Mundial, o Rei britânico Jorge V, que presidia à parada, colocou El-Rei Dom Manuel II de Portugal – exilado em Twickenham, arredores de Londres, Inglaterra- e à Rainha Augusta Vitória, a seu lado na Tribuna Real, o que criou um momento de grande comoção quando desfilou em parada o contingente do Corpo Expedicionário Português. Recorde-se que os dois Monarcas eram primos pelos laços da Casa de Saxe-Coburgo e Gota. No palanque estavam ainda a Rainha consorte britânica Mary – visita habitual das tropas britânicas na linha da frente -, a Rainha-mãe Alexandra e o Príncipe de Gales, David Edward – futuro Eduardo VIII.

Sua Majestade Fidelíssima El- Rei Dom Manuel II – Português acima de tudo – colocou-se sempre ao serviço dos Portugueses: com o início da Iª Guerra Mundial, dita a Grande Guerra, e com Portugal empurrado para o conflito pela república velha, o Monarca exilado, em Inglaterra, colocou-se à disposição dos aliados para servir como melhor pudesse. Primeiramente, apanhou-o a desilusão quando o colocaram como oficial da Cruz Vermelha Britânica, mas o empenho que mostrou no decorrer da guerra, cooperando em conferências e na recolha de fundos, visitando hospitais e mesmo os feridos na frente, foi-Lhe muito gratificante. Todavia, a sua solicitude nem sempre foi reconhecida, e chegou mesmo a referi-lo numa entrevista ao ‘Times’: “A sala de operações do Hospital Português, em Paris, durante a guerra, foi montada por mim. Sabe o que puseram na placa da fundação? ‘De um português de Londres’.”

El-Rei Dom Manuel II estabeleceu, tal-qualmente, o departamento ortopédico do hospital de Sheperds Bush – onde, também, prestaram cuidados como enfermeiras as Rainhas D. Amélia e D. Augusta Vitória -, e que por insistência do último Monarca português e da Sua bolsa continuou a funcionar até 1925, dando assistência aos estropiados de guerra e financiou um hospital para oficiais feridos, em Brighton. Patrocinou ainda a obra do médico Dr. Tovar de Lemos, ‘A Reeducação Profissional dos Nossos Mutilados de Guerra’, e, apoiou financeiramente diversas comissões de beneficência às famílias dos estropiados e mortos na terrível Grande Guerra.
Miguel Villas-Boas | Plataforma de Cidadania Monárquica

Cerimónia 100 Anos Armistício da 1ª Grande Guerra 1918-2018

sábado, 10 de novembro de 2018

Em terras de Portugal nasceu a Europa cristã

Texto alt automático indisponível.

Cem anos depois de Constantino, e cem antes do franco Clóvis, um monarca hoje pouco conhecido, com corte em Braga e reinando sobre a Galiza e o norte de Portugal, foi o primeiro rei bárbaro da História europeia a converter-se ao catolicismo. Antes dele, só, talvez, o vândalo Genserico, o chefe germânico que transferiu a sua tribo das Espanhas para o norte de África, tomou Cartago, saqueou Roma e logrou transformar os vândalos, antigos senhores de cavalos, em mestres do Mediterrâneo. Mas, se alguma vez se converteu à fé católica, Genserico nela não se preservou por muito tempo: apostatou mal pôde e, convertido à heresia ariana, tornou-se veemente opositor do catolicismo nos seus domínios. Requiário, muito diferentemente, recebeu a água do baptismo e jamais a sacudiu. A ele deve Braga a imensa honra de ter sido a segunda capital católica da Europa.

Nas veias de Requiário corria o sangue de homens grandes. O seu avô fora Hermerico, que no ano 409 da nossa era cruzara o Reno à cabeça de larga hoste de suevos e outros germanos, invadira a Gália e, destroçando os romanos uma e outra vez, viera encontrar na Galiza e em Portugal nova pátria para o seu povo. O Império de Roma conhecia nestas décadas a agonia final, com fracos homens por imperadores e generais estrangeiros, como o vândalo Estilicão, como governantes. Foi essa Roma mortiça e esgotada que Réquila, filho e de Hermerico e pai de Requiário, expulsou de meia Espanha e quase atirou ao Mediterrâneo. 

Ao contrário de Hermerico, que fora pagão germânico, e de Réquila, que se convertera à heresia de Ário ou morrera ainda gentio, Requiário foi o primeiro dos reis suevos - e de todos os monarcas germânicos da Europa - a abraçar a fé católica. De acordo com Isidoro de Sevilha, cuja Historia Suevorum é uma das mais importantes fontes sobreviventes sobre a monarquia sueva, Requiário ter-se-ia convertido ao cristianismo católico antes ainda da sua coroação. Teve capital em Braga, com uma corte que se compunha simultaneamente de alemães suevos e de romano-galaicos e romano-lusitanos nativos. Não foi, contudo, um romanizador. Ao contrário de outros reis bárbaros, tantos dos quais se deixaram mesmerizar pelo brilho da civilização latina, Requiário desprezava o direito e as instituições de Roma. Após a morte de Flávio Aécio, o grande general e estadista romano que derrotou Átila nos Campos Cataláunicos, Requiário invadiu o resto da Espanha com o objectivo de estender a toda a península o domínio suevo. Foi derrotado por Teodorico, rei visigodo que interveio contra a ofensiva sueva a mando de Roma, e obrigado a fugir para "Portugale". Foi em "Portugale", hoje a cidade do Porto, que foi capturado e morto. Seguiu-se o saque da grande cidade católica de Braga pelos visigodos arianos, o saque das igrejas e a destruição da monarquia sueva, que caiu em longa e dolorosa anarquia. Assim, morto em Portugale, caiu o primeiro monarca bárbaro a converter-se ao catolicismo. E nascia, com a adopção da fé de Roma por aquele rei alemão, a Idade Média.

RPB




DEUS - PÁTRIA - REI

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

LINDA INÊS

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Choram ainda a tua morte escura 
Aquelas que chorando a memoraram; 
As lágrimas choradas não secaram 
Nos saudosos campos da ternura.

Santa entre as santas pela má ventura,
Rainha, mais que todas que reinaram;
Amada, os teus amores não passaram
E és sempre bela e viva e loira e pura.

Ó Linda, sonha aí, posta em sossego
No teu muymento de alva pedra fina,
Como outrora na Fonte do Mondego.

Dorme, sombra de graça e de saudade,
Colo de Garça, amor, moça menina,
Bem-amada por toda a eternidade!

Afonso Lopes Vieira | Poeta Monárquico in 'Cancioneiro de Coimbra'

D. Inês Pires de Castro (n. 1325) foi uma nobre galega, da Casa de Castro, filha de Fernando Pires de Castro O da Guerra. D. Inês de Castro era senhora de uma rara formosura, e fez parte da comitiva da infanta D. Constança de Castela, quando esta, em 1340, veio para casar com o Infante D. Pedro de Portugal. D. Inês de Castro viveu uma intensa paixão com o futuro rei português D. Pedro I, de quem teve quatro filhos. O Rei D. Afonso IV, pai de D. Pedro, preocupado com a influência dos irmãos de D. Inês, nomeadamente D. Álvaro Pires de Castro - que ulterormente viria a ser 1.º Conde de Viana (da Foz do Lima), 1.º Conde de Arraiolos,e 1.° Condestável do Reino de Portugal -, mandou matá-la, em 1355. D. Pedro não a esqueceu e D. Inês foi coroada Rainha póstuma de Portugal.


As lulas de cá!


Quem tenha assistido ao espectáculo parcial e degradante dos nossos media, a propósito das eleições no Brasil, terá percebido, se não for muito estúpido, que somos governados por uma espécie de PT onde só faltam os recordes de criminalidade nas ruas. Lá chegaremos por este andar. Porque quer na corrupção, no compadrio, na obesidade do estado ou na impunidade da nomenclatura, as parecenças são muitas. Há uma diferença importante: - enquanto os brasileiros querem acabar com essa vergonha, nós não queremos. E por isso bolsamos palavras politicamente correctas sem percebermos como o mundo mudou ou está a mudar. Orgulhosamente sós mas sem império que o justifique. Idiotas apenas.

Saudações monárquicas


Nota: Algumas locutoras da nossa praça estremeceram incrédulas quando Bolsonaro invocou Deus e alguns versículos bíblicos! A intoxicação ideológica costuma ter este tipo de reacções. Se fosse nos Estados Unidos onde o voto das Igrejas protestantes é decisivo para eleger o presidente americano, aí já não lhes fazia confusão. Desde que não fosse Trump a rezar, bem entendido. Como não lhes faz confusão que Israel seja uma teocracia ou que o chefe da Igreja anglicana seja o rei de Inglaterra. A ignorância que gera o fanatismo tem destas coisas. Ou será ao contrário?!

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DEUS- PÁTRIA - REI