domingo, 26 de julho de 2015

CORRESPONDÊNCIA D'EL REI D. CARLOS COM O PRÍNCIPE ALBERTO


Numa carta a Seu amigo, SAS O Príncipe Alberto I do Mónaco, escrita em Fevereiro de 1907, Sua Majestade El-Rei Dom Carlos I exteriorizara a solução para o Reino:

"Considerando que as coisas aqui não iam bem, e vendo os exemplos de toda a Europa, onde não vão melhor, decidi fazer uma revolução completa em todos os procedimentos do governo daqui, uma revolução a partir de cima, fazendo um governo de liberdade e de honestidade, com ideias bem modernas, para que um dia não me façam uma revolução vinda de baixo, que seria certamente a ruína do meu país."

Por isso mataram o Rei de 44 anos! Por isso, mataram o Príncipe Real de 20, e, com a suas mortes, num período tão abundante de esperanças, aconteceu o primeiro sinal das mais trágicas desilusões.


sábado, 25 de julho de 2015

25 de Julho de 1415: Parte do Tejo a Armada de D. ...

Estórias da História: 25 de Julho de 1415: Parte do Tejo a Armada de D. ...: Fruto de uma intenção expansionista que se vinha manifestando já desde D. João I, conheceram-se planos para atingir esse...

Comemorações da Batalha de Ourique e V Feira Medieval de Vila Chã de Ourique



Mais informações:

Batalha de Ourique, alicerce de Portugal


Faz esta semana 876 anos que os portugueses derrotaram os mouros na Batalha de Ourique. Ponto alto da Reconquista Cristã contra a ocupação islâmica, foi ao mesmo tempo a pedra angular da independência nacional.

Travada, segundo a tradição, a 25 de Julho de 1139, a batalha de Ourique foi um acontecimento crucial no processo da fundação da nacionalidade. Foi depois dessa vitória contra uma importante força muçulmana inimiga que D. Afonso Henriques passou a usar o título de ‘rex’ (rei) de Portugal – isto é, assumiu, na prática, a condição de monarca de um reino de facto independente, apesar de o reconhecimento ‘de jure’ ter demorado ainda umas dezenas de anos.
A visão de D.Afonso Henriques
A visão de D.Afonso Henriques durante a batalha
A outorga do Condado Portucalense a D. Henrique de Borgonha por Afonso VI de Leão e Castela, em 1096, não deu àquele território do noroeste da Península Ibérica uma autonomia maior do que a de outros domínios senhoriais, que mantiveram relações de vassalagem com o suserano. Apesar de bisneto de um rei de França, D. Henrique era quarto filho do duque da Borgonha e ocupava um lugar inferior ao seu primo Raimundo, que fora recompensado com a Galiza e com a mão da primogénita de Afonso VI, D. Urraca.
O filho de Raimundo e Urraca viria a suceder ao avô no trono de Leão e Castela com o nome de Afonso VII. Para Henrique ficou uma filha natural de Afonso VI, D. Teresa. Quando D. Henrique morreu, em 1112, foi a condessa viúva (que usava o título de rainha – ‘regina’ – por ser filha de rei) quem assumiu o governo do território.
Fonte: O Diabo

sexta-feira, 24 de julho de 2015

HOJE: ESCOLA PORTUGUESA DE ARTE EQUESTRE NA CALÇADA DA AJUDA


Venha assistir ao espectáculo que se realizará HOJE, 6ª feira, às 19h, no Picadeiro Henrique Calado, na Calçada da Ajuda, em Lisboa!
 
Come and see the performance of the Portuguese School of Equestrian Art that takes place TODAY at 7pm at the Henrique Calado Riding Ring, Calçada da Ajuda, Lisbon!

Credits PSML_Bruno Barata

quinta-feira, 23 de julho de 2015

As repúblicas e a corrupção


As repúblicas são ineficazes contra a corrupção. Sem um fio condutor, sem um vínculo (independente) que as ligue à raiz, as repúblicas são presa fácil de cliques organizadas, grupos de pressão ou associações secretas! A república americana neste contexto pode ser considerada uma excepção mas isso deve-se em larga medida à herança recebida do colonizador inglês e do seu sistema de justiça. Sistema que se caracteriza pela independência e capacidade de livre apreciação dos respectivos juízes, fruto de uma constituição histórica onde assentam as leis, constituição que tem representação humana na pessoa do monarca.


É por isso que quando passeamos os olhos pela geografia da corrupção, nomeadamente na Europa, chegamos sempre a duas conclusões: a primeira é que a corrupção é própria do homem e se encontra terreno propício alastra rápidamente tomando conta de toda a sociedade; a segunda conclusão é que os regimes republicanos além de terem menos defesas (anti-corpos) para prevenir a corrupção, têm também menos remédios para a combater. Não têm um sistema de justiça realmente independente do poder político*, não têm uma constituição suficientemente representativa**, e não têm um rei*** que a defenda.


Saudações monárquicas




*) Veja-se a propósito o chamado ‘tribunal constitucional’ em que parte dos juízes são indicados pelos partidos políticos!


**) Veja-se a formulação ideológica que ostenta! Veja-se a forma (inconstitucional) como exclui a monarquia em termos de alternativa política! Vejam-se enfim os limites materiais de revisão que proíbem que os portugueses se pronunciem sobre algumas matérias consideradas dogmas de natureza religiosa!

***) Alguém não eleito, alguém que não deva os favores do cargo a ninguém. Alguém, portanto, eleito pela história. Pelos milhões de mortos que nos precederam e construíram a nossa herança! E pelos milhões que hão-de nascer e a quem não podemos negar essa mesma herança.

Fonte: Interregno

quarta-feira, 22 de julho de 2015

PARABÉNS, PRÍNCIPE JORGE! FELIZ ANIVERSÁRIO!

Parabéns Prince George

Sua Alteza Real O Príncipe George Alexander Louis de Cambridge, ou simplesmente o Príncipe George completa hoje dois anos de idade. Muitos Parabéns!

George rapidamente se tornou o centro das atenções da Família Real Britânica, seja pela relevância política do seu nascimento, seja pelas características que são intrínsecas ao próprio rapaz simpático e bem-disposto que é. Incontornável pela lei do nascimento, mostrou em apenas 2 anos de vida que possui carisma próprio para além disso: é uma estrela por seu próprio mérito e não por inerência.

Há 2 anos, em 22 de Julho de 2013, após um parto natural normal, a Princesa Catherine Midletton Mountbatten-Windsor, Duquesa de Cambridge deu à luz, às 16h24m, um rapaz saudável com 3,800 kg. O nascimento ocorreu na Ala Lindo do Hospital de St. Mary, Paddington, em Londres – o mesmo hospital que o Príncipe William e seu irmão, o Príncipe Harry, nasceram, em 1982 e 1984, respectivamente e a Princesa Charlotte Elizabeth Diana, irmãzinha de George, faz poucos meses – e onde equipas de reportagem dos quatro cantos do Planeta marcavam já lugar há várias semanas.

O parto natural, ao qual assistiu o Príncipe William – como havia feito o Príncipe de Gales, há 33 anos – foi realizado pelo obstetra Professor Dr. Marcus Setchell, ex-ginecologista da Rainha, assistido da sua equipa, o qual afirmou que já não tocava numa gota de álcool há quase três semanas, e, aos 80 anos de idade, optou por só se reformar nos próximos meses, para poder orientar ao parto real.

Após o nascimento, o anúncio foi feito por um comunicado de imprensa emitido pelo Palácio de Kensington, e depois através do envio de um boletim oficial, assinado pela equipa médica, e que foi entregue à central de portas do Palácio de Buckingham, sob escolta policial. Contudo, nenhuma declaração pública foi emitida até que Sua Majestade a Rainha e membros ilustres da Família Real, assim como os membros mais directos da família da Duquesa de Cambridge, fossem informados sobre o nascimento real.

Note-se que desta feita, o Príncipe William decidiu quebrar o Protocolo Real e quando nasceu o Príncipe de Cambridge, o novo pai telefonou à sua avô, a Rainha, por um telemóvel encriptado, a dar a boa nova. Ao mesmo tempo, o secretário particular do casal William e Catherine de Cambridge telefonou ao primeiro-ministro David Cameron a comunicar que nasceu o futuro Chefe de Estado do seu país. Após o telefonema para a Rainha o príncipe William contactou a família mais próxima do casal real: SS.AA.RR. o Príncipe de Gales, a Duquesa de Cornwall, e Michael e Carole Middleton. Enquanto ele continuou a fazer telefonemas pessoais, as rodas da máquina do Palácio continuaram a girar: funcionários do Palácio de Buckingham notificaram os primeiros-ministros de cada um dos 54 países da Commonwealth e os primeiros-ministros da Escócia, Gales e Irlanda do Norte.

Ainda assim, o boletim oficial impresso e preenchido e assinado pelo obstetra real e pela sua equipa anunciando o nascimento foi colocado num cavalete e colocado aos portões do Palácio de Buckingham, onde constituiu uma enorme atracção turística. Depois a 23 de Julho, às 14h00 – pontualidade britânica -, começaram a ser ouvidas as salvas de 62 e de 41 tiros de canhão respectivamente na Torre de Londres, pela Honorável Companhia de Artilharia, e em Green Park, pela Artilharia da Guarda a Cavalo do Rei, ao que se seguiu o repicar dos sinos na Abadia de Westminster.

A primeira aparição pública dos Príncipes e do Royal Baby Boy ocorreu no dia 23 de Julho de 2013, às 18h00. Os Duques de Cambridge, vestidos de azul, de forma simples e elegante, saíram pelas portas da Ala Lindo e foram recebidos por “Vivas!” entusiastas e por uma avalanche de flashs. A Princesa Kate transportava carinhosamente o recém-nascido real nos braços, tendo-o passado ao babado pai antes de se acercarem dos repórteres para responder a algumas questões. Depois, despedindo-se de toda a equipe que os acolheu durante dois dias no hospital de St. Mary’s, o Príncipe William acomodou, diligentemente, o Príncipe de Cambridge na cadeirinha e com a Duquesa no lugar de trás ao lado do bebé, abandonarem o hospital com o Duque de Cambridge ao volante do seu Range Rover.

A 24 de Julho de 2013, os Duques e o Príncipe de Cambridge receberam a visita privada de Sua Majestade a Rainha Isabel II, transportada numa viatura privada. A visita da Rainha do Reino Unido ao seu primeiro bisneto do género masculino teve a duração de 34 minutos.

Uma vez que a tradição britânica vê a moeda de prata como um amuleto de boa sorte, riqueza e saúde, todos os casais pais de bebés que nasceram no mesmo dia do novo Príncipe ou Princesa Real foram presenteados com uma moeda de prata da Royal Mint, apresentadas em embalagens azuis para os meninos e cor-de-rosa para as meninas, juntamente com um cartão onde está impresso: Moeda de Prata sólida de boa sorte.

O nascimento real gerou receitas de £ 260.000.000, o equivalente a € 303.325.581,14, principalmente a partir do turismo, lembranças, e, das festividades relacionadas com o nascimento. Após o aguardado nascimento real, a loja do Palácio de Buckingham produziu uma linha de produtos homenageando o príncipe bebé. Entre a memorabilia contou-se: louça, DVD’s, pins, brinquedos e livros.

A Rainha Isabel II, avó do Duque de Cambridge e bisavó do Príncipe George decretou que George seria um Príncipe com o título de Alteza Real. Seguindo o costume dos recém-nascidos de Príncipes Reais que possuem um Ducado Real, o bebé passou a ser denominado Príncipe “Nome” de Cambridge. No dia 24 de Julho de 2013 a Casa Real Britânica comunicou que os Duques de Cambridge decidiram chamar ao principezinho: Príncipe George Alexander Louis, e que teria o tratamento de Sua Alteza Real o Príncipe George de Cambridge. Independentemente, do primeiro, o novo membro da Família Real Britânica tem três nomes próprios, como é apanágio, o pai e avô têm quatro e outros reis tiveram mais. Este costume refere-se ao facto de quando for Rei ter uma panóplia maior de nomes por onde optar para a escolha do nome com que reinará.

George é o terceiro na linha de sucessão aos tronos de dezasseis Estados soberanos independentes conhecidos como os reinos da Commonwealth: Reino Unido, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Jamaica, Barbados, Bahamas, Granada, Papua Nova Guiné, Ilhas Salomão, Tuvalu, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas, Belize, Antígua e Barbuda, e São Cristóvão e Nevis. Será terceiro depois do avô Carlos, Príncipe de Gales, e do pai Príncipe William, Duque de Cambridge.

Como nasceu um rapaz, não foram aplicadas as novas alterações à Lei de Sucessão introduzidas na Reunião da Comunidade Britânica (Commonwealth) ocorrida na Austrália, em 28 de Outubro de 2011, com a Presença de Sua Majestade a Rainha Isabel II, em que foram introduzidas modificações unicamente aplicadas aos descendentes de Carlos, Príncipe de Gales e que garantiam a igualdade de género na Linha de Sucessão ao Trono, e que já haviam sido ratificadas por todos os Países da Commonwealth.

Quando ascender ao Trono, depois de Seus Augustos Avô e Pai, George será o VII de Seu nome e assegurará a continuidade da Monarquia Britânica e da Casa Reinante de Windsor já num novo século.

Happy Birthday Prince George! God Save Prince George, Long Live Prince George!

LONGA VIDA À CASA REAL DE WINDSOR!

Miguel Villas-Boas – Plataforma de Cidadania Monárquica