sábado, 4 de março de 2017

sexta-feira, 3 de março de 2017

Parabéns Infanta D. Maria Francisca Isabel de Bragança

Muitos parabéns à Infanta D. Maria Francisca Isabel de Bragança pelos seus vinte anos.
                    Que Deus guarde Vossa Alteza por muitos e bons anos.
                            Viva a Casa de Bragança! Viva a Monarquia!



20º ANIVERSÁRIO DE S.A. A PRINCESA D. MARIA FRANCISCA DE BRAGANÇA

Fotografia: Joana Dias Pereira - NETCAFÉ MONARQUIA


Sua Alteza, a Infanta D. Maria Francisca de Bragança celebra hoje o seu 20º aniversário. A Real Associação da Beira Litoral deseja à Infanta de Portugal que passe um dia muito feliz na companhia dos que mais ama. E faz sinceros votos de muita Felicidade, Alegria, Paz, Amor e Saúde.


MUITOS PARABÉNS PRINCESA! 
QUE DEUS A ABENÇOE E GUARDE!

S..A., Dona Maria Francisca Isabel Micaela Gabriela Rafaela Paula de Herédia de Bragança é a segunda filha de SS.AA.RR., Dom Duarte Pio, Duque de Bragança e de Dona Isabel de Herédia de Bragança, Duquesa de Bragança. Nasceu em Lisboa a 3 de Março de 1997 e foi Baptizada em Vila Viçosa a 31 de Maio de 1997.

VIVA A INFANTA DE PORTUGAL!

REVISTA VIP: DUQUES DE BRAGANÇA DE LUTO

Real Associação da Beira Litoral: REVISTA VIP: DUQUES DE BRAGANÇA DE LUTO: AMPLIAR AMPLIAR AMPLIAR AMPLIAR Fonte: R evista   VIP Publicada por  DEUS - PÁTRIA - REI

quinta-feira, 2 de março de 2017

UM REI PARA TODOS

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O REI É PARA TODOS, porque entre o Rei e o Povo existe uma relação quase familiar e natural. Por ser uma instituição quase da origem dos tempos, existe uma instantaneidade, uma relação imediata entre o Monarca e o Seu Povo. O Rei, mais do que uma pessoa, é uma Instituição que encarna uma carga emblemática que faz o indivíduo sentir-se parte de um todo porque o Monarca é o primeiro depositário da tradição dos antepassados dos homens e dos costumes dessa Nação. Por ser livre, o Rei gozará sempre da plena liberdade de meios para garantir o bem público, porque sem as amarras de qualquer calendário político ou constrangimento partidário e ideológico poderá exercer com plena autonomia o seu Poder Moderador de forma a atingir consensos tão raros entre as forças partidárias e diversas energias sociais, visando a Coroa, tão-só, a consecução do interesse público e não do interesse individual do Chefe de Estado ou desta ou daquela força política, não estando o Monarca confinado a ser um árbitro parcial, por consequência do alinhamento político que em dada altura agarra.
Deste modo, o Rei será o motor da sociedade.
VIV’Ó REI! 

quarta-feira, 1 de março de 2017

01 de Março de 1290: D. Dinis cria o Estudo Geral,...

Estórias da História: 01 de Março de 1290: D. Dinis cria o Estudo Geral,...: Entre 1155 e 1165, o reino de Portugal contava com duas riquíssimas bibliotecas nos mosteiros de Santa Cruz  de Coimbra   e de  Alcobaça...

FREI MANUEL DO CENÁCULO, O CONSTRUTOR DE BIBLIOTECAS


Finalmente, o justo e merecido reconhecimento a Frei Dom Manuel do Cenáculo Villas-Boas, o Construtor de Bibliotecas, com a atribuição do seu nome ao Museu de Évora, que passa a ser Nacional.
Na Reforma Pombalina e na ilustração Portuguesa dessa época, destacou-se uma figura: Frei Dom Manuel do Cenáculo Villas-Boas (1724-1814).
Foi durante a viagem de Frei Manuel do Cenáculo Villas-Boas a Roma para assistir ao Capítulo Geral da sua Ordem (Franciscana) que Frei Manuel do Cenáculo contactou com as melhores bibliotecas da Europa, primeiro em Espanha, depois em França e finalmente já em Itália. Privou então com os sábios das Luzes, participou em colóquios e reuniões literárias, cultivando-se e percepcionando o progresso científico e literário.
Quando regressou era já uma figura que sobressaía pela sua dimensão intelectual pelo que em pouco tempo se notabilizou.
O seu papel cultural na Corte e no Reino é, então, incontornável, pois no princípio dos anos 70 do século XVIII acumulou algumas das principais funções: foi nada mais que o Preceptor e confessor do Príncipe da Beira, Dom José – futuro Dom José I de Portugal -, o protagonista das reformas de estudos da sua Ordem, enquanto Provincial, e, presidiu, paralelamente, à Real Mesa Censória e à Junta do Subsídio Literário.
É desta altura e época a compra volumosa que faz de livros, mantendo-se permanente a sua atenção ao circuito editorial europeu; mantém-se igualmente em contacto com os principais eruditos europeus da época. Torna-se ele próprio Mecenas e com o enorme stock literário que possuía institui diversas bibliotecas que torna públicas em Lisboa, no Convento de Jesus, na Real Mesa Censória e em Beja onde havia sido Bispo. Em sinal de reconhecimento, muitos, designam-no como o “Construtor de Bibliotecas”.
Frei D. Manuel do Cenáculo Villas-Boas presidiu, ainda, à condução das reformas educativas do Reino. Deve-se a Villas-Boas a “refundação” da Universidade em 1772, através do Plano de Estudos que elaborou em 1769, por desígnio régio. É ainda a principal figura da Junta de Providência Literária, que emana o Compêndio Histórico.
Mas eis que se dá o funesto acontecimento natural que ficaria para sempre gravado na memória colectiva como o Terramoto de 1755. Foi de igual modo um tsunami cultural, pois, também, as bibliotecas, inclusive a grandiosa biblioteca joanina, não resistiram à voragem do cataclismo.
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Foi-lhe atribuída pela Coroa a missão de instituir uma Biblioteca Pública, e no âmbito da Mesa Censória, propõe a criação do “subsídio literário”, um imposto que incidiria sobre as bebidas alcoólicas e que serviria para financiar a aquisição de livros, assim como arranjar fundos para pagar os professores dos estudos menores. Assim pensou, melhor o fez!

Já como Arcebispo de Évora, empreende a sua derradeira missão: a instituição da Biblioteca Pública de Évora que apesar das pilhagens durante as Invasões francesas conseguiu resistir até aos dias de hoje.