terça-feira, 11 de abril de 2017

Portugal, the Best Country in the World

Foto de Portugal, the Best Country in the World.


Os Portugueses tiveram a mais extraordinária aventura no Mundo. Descobriram, exploraram e colonizaram 5 Continentes, enquanto os restantes Europeus guerreavam-se continuamente.
Com a descoberta da vela latina os Portugueses passaram a conseguir navegar à bolina, ou seja, contra o vento. Conhecedores do mar como nenhum povo no Mundo descobriram os ventos de forma a conseguirem chegar a qualquer parte do Mundo.
Aventureiros como eram, navegavam em pequenas embarcações enfrentando tempestades, doenças e o desconhecido.
Assim fizeram os primeiros mapas do mundo tendo chegado à América do Norte muito antes de Colombo, ao Brasil, a toda a costa de África, a toda a costa da Ásia e à Austrália muito antes dos Ingleses (ao contrário do que está escrito nos livros).
Pedro Álvares Cabral foi o primeiro Português a pisar 4 Continentes numa viagem em 1500.

Influenciamos povos e a sua cultura, decidimos guerras civis (Japão) e controlámos grande parte do Mundo. 

Fomos os primeiros a dar o Mundo ao Mundo e a poder falar em "Aldeia Global", misturamo-nos com todos os povos, existindo provas disso em todos os locais do Mundo, seja na América do Norte, seja na Indonésia, seja nos milhares descendentes de Portugueses no Mundo.
O Português é um diplomata por excelência, conseguiu criar uma cultura e união De influência Portuguesa durante quase 500 anos, tendo o seu império terminado só em 1975.
A nossa permanência em Goa por 450 anos deixou marcas profundas naquele povo, sendo a província mais rica da grande Índia. Tailândia, Indonésia, Japão, China têm um grande respeito pela cultura portuguesa, pelos seus feitos e pela sua maneira de estar no Mundo.
Em Timor Leste, um dos Países mais jovens do Mundo, os portugueses são acarinhados de uma forma comovente.
E tudo isto com 1 milhão de habitantes, a população no séc XVI.
Dificuldades sempre as tivemos, perdemos a Independência mas conseguimos recuperá-la, tivemos a primeira Guerra Mundial com os Holandeses nos 5 continentes, onde perdemos grande influência na Ásia, mas sem que o povo, por exemplo de Malaca, desistisse de falar Português. 
Demos um Império aos Ingleses que, na altura, só se dedicavam à Pirataria aos barcos Espanhóis e Portugueses, com o conhecimento da sua Rainha. Este império foi dado pelo casamento de D. Catarina de Bragança com o Rei de Inglaterra.
Portugal, quer queiram quer não, está em todo o Mundo, corre nas veias das populações dos 5 continentes. 
Hoje Portugal continua a ser uma pequena grande Nação, O português é a quinta língua mais falada no Mundo, continuamos a ser uns diplomatas e tolerantes em relação a outros povos e credos.Estamos na linha da frente das novas tecnologias seja nas energias renováveis, seja no conhecimento cirentifico, seja na enovacão. Temos o melhor vinho do Mundo, somos maior produtor de cortiça do Mundo. Somos considerados um dos povos mais afáveis e generosos, e a saber receber como ninguém, com um País cheio de diversidade cultural e ambiental, com um clima fantástico... Somos ainda um dos Países mais seguros do Mundo. 
Portugal foi, é e continuará a ser o "The Best Country in The World", para isso só é necessário que o sintamos e que sejamos coerentes, principalmente perante outros povos no Mundo. 
Portugal somos nós e são todos os Povos do Mundo espalhados pelos 5 continentes. 
Viva Portugal, o melhor País do Mundo.

ARISTÓTELES: MONARQUIA E BEM COMUM


‘A Monarquia é o único sistema de governo onde o Bem é exercido para Todos.’
– Aristóteles


segunda-feira, 10 de abril de 2017

O EX-MINISTRO QUER DUQUE DE BRAGANÇA NO PROTOCOLO DE ESTADO


O ex-ministro da Solidariedade e Segurança Social de Pedro Passos Coelho (e actual deputado centrista) Pedro Mota Soares é uma das figuras públicas que assina uma petição pública electrónica, que pretende incluir o duque de Bragança no protocolo de Estado, devido à alteração da legislação de 2006. 

Além de Mota Soares, assinam a petição o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, o conselheiro de Estado Lobo Xavier e muitas outras figuras, actuais e antigas, do CDS - como Diogo Feio, Nuno Melo e Telmo Correia.

Entre os subscritores da petição - que conta já com mais de seis mil assinaturas - estão ainda Miguel Esteves Cardoso, o cronista e historiador Henrique Raposo, o crítico de televisão Eduardo Cintra Torres, o cozinheiro Hélio Loureiro, o politólogo Adelino Maltez, o escritor Rui Zink, o historiador Jaime Nogueira Torres e os empresários Paulo Azevedo e Paulo Teixeira Pinto.

"A lei atual é de 2006 e, quando foi discutida, esta questão já se colocou e acabou por ser aprovada uma versão em que foi completamente excluída. Passados 10 anos, houve instituições e pessoas que acharam por bem levantar o assunto porque há algumas dificuldades protocolares quando d. Duarte Pio, que é convidado regularmente para eventos, no seu enquadramento", disse à Lusa um dos promotores da petição "Inclusão do Duque de Bragança na Lei do Protocolo do Estado", Tomás Moreira.

O dirigente da associação monárquica Causa Real, empresário de 59 anos, garantiu que o objetivo é o assunto vir a ser debatido na Assembleia da República. 

As petições, uma vez admitidas em São Bento em sede de comissão parlamentar, são entregues a um deputado para tomar as diligências consideradas adequadas. Se tiver mais de 1.000 assinaturas, os autores têm de ser ouvidos pelo parlamento. Ultrapassadas as 4.000, o assunto tem mesmo de ser levado a plenário.

"Enquanto chefe da Casa de Bragança, [Duarte Pio] tem sido convidado a participar em eventos oficiais, importantes momentos da vida do Estado, especialmente quando envolvem a participação de membros da realeza mundial, em cerimónias de celebração histórica ou cultural, no estrangeiro, como representante da comunidade portuguesa, em eventos de natureza cultural, humanitária ou religiosa", justifica-se no texto.

A petição defende tratar-se do "reconhecimento pelo Estado português de que o chefe da Casa de Bragança é, mesmo no regime republicano vigente, o legítimo sucessor dos reis de Portugal" e que "a maturidade do regime republicano deveria permitir a formalização deste relacionamento, passando a incluir o tratamento devido ao duque de Bragança na Lei das Precedências do Protocolo do Estado Português'", como "já acontece com as altas entidades estrangeiras e internacionais, diplomáticas, religiosas, universitárias e os parceiros sociais".

Também Carmona Rodrigues - antigo autarca e actual mandatário da candidatura da líder do CDS, Assunção Cristas, à Câmara Municipal de Lisboa - assina a petição.

SABADO - 10-04-2017

Publicada por 

D. CARLOS I - O REI DO PORTUGAL MAIOR


‘A cada ano que passa, esta figura cresce, a ponto de me parecer um dos maiores Reis da sua dinastia. Já redobra de proporções e não se tira do horizonte da nossa consciência.
Não foram os seus defeitos que o mataram, foram as suas qualidades. Só o assassinaram quando ele tomou a sério o seu papel de reinar, e quando, João Franco, quis realizar dentro da Monarquia o sonho de Portugal Maior.’
– Raul Brandão, in “Memórias”, 1.º Volume, Renascença Portuguesa, Porto, 1919, p. 289

MAIS DE 6.000 PESSOAS ASSINARAM PETIÇÃO PARA INCLUIR DUQUE DE BRAGANÇA NO PROTOCOLO DE ESTADO


Mais de seis mil cidadãos já assinaram a petição pública eletrónica a solicitar a inclusão do duque de Bragança no protocolo de Estado, através da alteração à legislação de 2006.:
A petição, online desde 12 de março e que conta atualmente com mais de 6.200 assinaturas, tem entre os peticionários o presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira, o conselheiro de Estado Lobo Xavier, e muitas outras figuras de CDS-PP e PSD, mas também o politólogo Adelino Maltez ou o escritor Rui Zink, além do historiador Jaime Nogueira Pinto e dos empresários Paulo Azevedo e Paulo Teixeira Pinto.
“A lei atual é de 2006 e, quando foi discutida, esta questão já se colocou e acabou por ser aprovada uma versão em que foi completamente excluída. Passados 10 anos, houve instituições e pessoas que acharam por bem levantar o assunto porque há algumas dificuldades protocolares quando d. Duarte Pio, que é convidado regularmente para eventos, no seu enquadramento”, disse à Lusa um dos promotores da petição “Inclusão do Duque de Bragança na Lei do Protocolo do Estado”, Tomás Moreira.
O dirigente da associação monárquica Causa Real, empresário de 59 anos, garantiu que o objetivo é o assunto vir a ser debatido na Assembleia da República.
As petições, uma vez admitidas em São Bento em sede de comissão parlamentar, são entregues a um deputado para tomar as diligências consideradas adequadas. Se tiver mais de 1.000 assinaturas, os autores têm de ser ouvidos pelo parlamento. Ultrapassadas as 4.000, o assunto tem mesmo de ser levado a plenário.
“Enquanto chefe da Casa de Bragança, [Duarte Pio] tem sido convidado a participar em eventos oficiais, importantes momentos da vida do Estado, especialmente quando envolvem a participação de membros da realeza mundial, em cerimónias de celebração histórica ou cultural, no estrangeiro, como representante da comunidade portuguesa, em eventos de natureza cultural, humanitária ou religiosa”, justifica-se no texto.
A petição defende tratar-se do “reconhecimento pelo Estado português de que o chefe da Casa de Bragança é, mesmo no regime republicano vigente, o legítimo sucessor dos reis de Portugal” e que “a maturidade do regime republicano deveria permitir a formalização deste relacionamento, passando a incluir o tratamento devido ao duque de Bragança na Lei das Precedências do Protocolo do Estado Português’”, como “já acontece com as altas entidades estrangeiras e internacionais, diplomáticas, religiosas, universitárias e os parceiros sociais”.
Outro antigo autarca, Carmona Rodrigues, atuais e antigos deputados e dirigentes democratas-cristãos como Diogo Feio, Nuno Melo, Telmo Correia, Mota Soares, mas também os jornalistas e escritores Miguel Esteves Cardoso, Eduardo Cintra Torres e Henrique Raposo, bem como o cozinheiro.

domingo, 9 de abril de 2017

A FAMÍLIA REAL PORTUGUESA E OS ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO


Era bem pública e reconhecida a estima que a Família Real Portuguesa nutria pelos animais e a enorme afeição que dedicava aos seus animais de estimação.
Cavalos, mas sobretudo os cães, acompanhavam sempre a Família Real que com eles se ocupava em inúmeras recreações.
Na fotografia, cliché do Verão de 1909, tendo como cenário o Palácio da Pena, vê-se Sua Majestade Fidelíssima El-Rei Dom Manuel II de Portugal e a Rainha Senhora Dona Amélia – ainda de luto – com os seus três cães de companhia: o Grand Danois TEJO (em destaque), o labrador CHAMROCK (que na foto recebe a atenção da Rainha) e, deitada, a BOX, a cadelinha branca irish terrier, que para muito desgosto de Sua Majestade a Rainha, ficaria em Mafra após a revolução republicana do 5 de Outubro de 1910, consequência da precipitação dos acontecimentos e da partida abrupta para o exílio.