
quarta-feira, 6 de março de 2019
domingo, 3 de março de 2019
22º Aniversário de S.A. A Infanta Dona Maria Francisca, Duquesa de Coimbra
SUA ALTEZA SERENÍSSIMA A INFANTA Dona Maria Francisca Isabel
Micaela Gabriela Rafaela Paula, nasceu a 3 de Março de 1997 e foi baptizada
em Vila Viçosa em 31 de Maio de 1997.
Desejamos à nossa Querida Infanta de Portugal um dia repleto de sonhos e
realizações para um longo Futuro recheado de Saúde, Paz, Amor e Sucesso.
Alteza, muitos parabéns e que na companhia de SS.AA.RR. Nossos Reis e
Infantes, os Anjos cantem em Sua honra e a Imaculada Conceição, Nossa
Rainha e Mãe, A proteja ao longo da Sua Vida.
VIVA A INFANTA DE PORTUGAL!
VIVA A FAMÍLIA REAL!
DEUS - PÁTRIA - REI
O exemplo vem de cima
No passado dia 16 de Fevereiro decorreu a acção de Reflorestação na Serra da Gardunha, na Freguesia de Alcongosta.
Nesta acção esteve presente a Fraternidade Nuno Álvares Pereira da Região da Guarda - (Núcleos do Fundão, Tortosendo , Covilhã, Teixoso e Guarda), o Presidente da Junta de Freguesia de Alcongosta, o Vice-Presidente da Câmara Municipal do Fundão e outras entidades da Região, a quem agradecemos todo o apoio e colaboração nesta Reflorestação.
Agradecemos de igual modo a presença da Real Associação do Ribatejo, Presidente José Carlos Ramalho e Vice-Presidente Maria Julieta Coimbra.








Portugal em Malta

Dado pouco conhecido fora da ilha, a sede do governo maltês exibe no frontão as armas de Portugal. O edifício, para os malteses equivalente a Downing Street ou à Casa Branca, deve a um português, se não o desenho, pelo menos a existência. Erguido sobre as ruínas do anterior Albergue de Castela e Portugal, caído em ruínas após as violentas incursões otomanas sobre a ilha, a nova estrutura foi ordenada pelo português D. Manuel Pinto da Fonseca, filho do alcaide de Ranhados e, já ao serviço da Ordem de Malta, Príncipe e Grão-mestre daqueles cavaleiros. Tanta obra deixou que Qormi, localidade onde estabeleceu o governo da Ordem e que muito fez para engrandecer, mantém até à actualidade o nome informal de "Cidade Pinto". Denotando a ligação do Albergue ao país de origem de quem o erguera, D. Manuel marcou-o com as suas armas pessoais e com as de Portugal.
Nova Portugalidade
DEUS - PÁTRIA - REI
O "Coche dos Oceanos"

O "Coche dos Oceanos", de Dom João V. Apropriado ter Poseidon, deus dos mares, num coche feito para o Rei de Portugal. No mar, e sobretudo no que fica para lá dele, residia a nossa força, no mundo como um todo e na própria Europa. Quando soube que só grande fora da Europa poderia Portugal ser grande dentro dela, Portugal impôs a sua voz ao mundo. Ao esquecer essa lição preciosa, que foi a essencial da nossa vida ao longo de cinco séculos, Portugal resignou-se à pequenez e à insignificância. Ou as novas gerações reaprendem essas lições antigas, ou não há para nós futuro que valha a pena.
sábado, 2 de março de 2019
sexta-feira, 1 de março de 2019
Topo de gama do século XVIII era português

Contrariando a lenda negra do despesismo "freirático" e "supersticioso", tema caro da historiografia oitocentista que deixou mossa e muitos mitos na nossa relação com a história moderna portuguesa, o reinado de D. João V terá sido, juntamente com os reinados de D. Manuel I e D. João III, um período de grandeza e afirmação de Portugal no concerto das nações. Às embaixadas à China, ao Papa e a Versalhes, às grandes vitórias diplomáticas alcançadas pela Coroa portuguesa e até à participação vitoriosa das armas portuguesas no Mediterrâneo frente ao Turco, somou-se um notável surto de realizações culturais de primeira grandeza nas letras, na música, nas artes plásticas e nos ofícios. O coche que vos apresentamos na imagem, inserta numa obra editada em França por de Bellebat, projecta a admiração da corte francesa pelos luxuosos coches que integraram a embaixada de André de Melo e Castro ao Papa Clemente XI em 1716.
DEUS - PÁTRIA - REI
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