sábado, 20 de abril de 2013

FALECEU O EXCELENTÍSSIMO SENHOR ENG. CLAUDINO MARTINS MARQUES


Bailiado das Beiras





A Ordem do Templo ficou mais pobre!
É com grande pesar que participamos que faleceu no passado mês de Março o Ex.mo Senhor Eng.º Claudino Martins Marques, Grã-Cruz da Ordem do Templo, Comendador da Comendadoria Rainha Santa Isabel de Coimbra, Concelheiro Magistral e Presidente do Bailiado do Centro.
Meu AMIGO e IRMÃO do Templo, serás sempre recordado pelas tuas qualidades humanas e, também, pela dedicação à ORDO SUPREMUS MILITARIS TEMPLI HIEROSOLYMITANI.
À família enlutada dou os meus sinceros pêsames.
Meu IRMÃO meu AMIGO descansa em PAZ.
NON NOBIS DOMINI NON NOBIS SED NOMINI TUO DA GLORIAM!

quarta-feira, 10 de abril de 2013

ACEITAR OU NÃO ACEITAR EIS A QUESTÃO!


Vou ou não vou...
Miguel Relvas, que apresentou a demissão do cargo de ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, recebeu uma proposta de trabalho por parte da junta de freguesia do Troviscal, em Oliveira do Bairro.

Um anúncio daquela junta de freguesia foi publicado no Jornal da Bairrada, no qual é oferecido a Miguel Relvas um contrato a termo como operador de máquinas.

Citado pelo Público, o presidente da junta de freguesia do Troviscal, Adelino Cruz, pede apenas que Relvas «tenha as habilitações necessárias» para exercer o cargo, que é pago com o ordenado mínimo nacional, 485 euros (com os respectivos descontos): «Gostaria de vir a ter nos quadros de pessoal tão ilustre cidadão, pois decerto que o poder local ainda muito pode fazer por ele.»

Adelino Cruz acusa Relvas de se ter revelado «especialista em acabar com os serviços de proximidade das populações», e lembra que o ministro demissionário inaugurou a sede da sua junta de freguesia, que vai desaparecer em resultado do processo de reordenamento de freguesias que foi liderado por Miguel Relvas.

sexta-feira, 22 de março de 2013

sábado, 16 de março de 2013

A BANDEIRA

 A nossa primeira bandeira, a de fundo branco com a cruz azul sobreposta, aparece como representação do escudo do grande Conquistador, o Rei, D.Afonso Henriques. Este escudo representa as armas que fizeram a luta, a independência que fora conseguida e o início do Condado Portucalense, o erguer de Portugal. Este símbolo fora evoluindo até chegar às quinas que hoje conhecemos. Actualmente, o símbolo do nascimento do nosso país encontra-se na bandeira; um nascimento devido ao Rei e ao povo português que se via representado por este, ao contrário do que acontece hoje-em-dia, em que o povo não se vê representado pelo seu Chefe de Estado!O Reino for crescendo e, com ele, a ornamentação da bandeira também, juntando-se-lhe os castelos que imortalizariam D.Afonso III de Castela para sempre, através da bandeira que continuaria até aos dias de hoje com os castelos dourados, remetendo para o triunfo, a glória e a vitória alcançadas!Já no final o reinado de D.Sebastião, a coroa que havia sido colocada na bandeira durante o reinado de D.Manuel l, fora substituída por uma coroa fechada que simbolizava a autoridade do poder real. E a autoridade dos presidentes? Onde está representada na bandeira actual? Pois claro, é impossível substituir o Rei. E tanto o é que até os republicanos o admitem, não substituindo a coroa por nada!E, finalmente, em 1830, depois da revolução liberal, a bandeira portuguesa adquire novamente o azul, juntando-se ao branco que sempre lá permanecera, e tornando as cores fiéis à primeira bandeira. Todas estas conquistas simbólicas parecem ter sido em vão, substituídas pelo verde e encarnado: nenhuma delas mais valor que as primeiras cores da nação!De onde surge a esfera armilar que não constava na última bandeira monárquica mas que consta na republicana? Pois bem, o que aprendemos na escola foi que a esfera armilar simbolizava os descobrimentos feitos pelos portugueses. Mas esses descobrimentos ainda eram do tempo em que o Chefe de Estado investia no país! O Rei! A esfera armilar já havia sido integrada na bandeira durante o reinado de D. João VI, uma vez que representava o Brasil no novo Reino unido. Assim que a independência do Brasil fora reconhecida, a esfera foi retirada, pois não fazia sentido manter um símbolo que representava um país independente. Com a chegada da república a esfera fora reposta! E os republicanos conseguiram a partir daí mostrar o começo da dependência do país, até através da bandeira! Que volte o azul e branco, cores representativas, cores do início desta nação que se ergueu! Que volte a última bandeira sem a esfera armilar, símbolo de independência e de nação! Que volte a coroa, pois nada a pode substituir! Que volte a bandeira que realmente nos representa!
Fonte: Realmentes 
Publicada por: Real Associação do Médio Tejo

Família Real Portuguesa: O CAMINHO É ESSE, MAS A ACÇÃO DEVE SER COLECTIVA

Família Real Portuguesa: O CAMINHO É ESSE, MAS A ACÇÃO DEVE SER COLECTIVA: Há muito venho dizendo que a greve fiscal é o caminho para vergar o regime. Se os privados deixarem de pagar os impostos, o regime será p...

Sacrifique-se este Governo, porque este povo já fez sacrifícios que cheguem!
O povo está exausto de pagamentos de taxas e sobretaxas, pagar impostos sobre impostos, e isto não falando na juventude portuguesa que foi obrigada a emigrar, nos milhares de desempregados, nas muitas empresas falidas, etc…
Se bem me recordo, Durão Barroso disse uma vez que os governos são os responsáveis pelas medidas de austeridade aplicadas a cada país; pois bem, cabia a estes governantes tomarem as medidas necessárias que acautelassem os direitos do povo português, e não o fizeram!
É um sacrilégio que estes desgovernados estão a cometer, pois considero que é um abuso da democracia em que vivemos!
João

segunda-feira, 11 de março de 2013

O PRESIDENTE CHÁVEZ MORREU, CAVACO FAZ DE MORTO...


O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, morreu. O presidente português, Aníbal Cavaco Silva, continua a fazer-se de morto. Nada de novo, pelo menos por cá. Bem vistas as coisas, à imagem do Papa Ratzinger, Cavaco devia ser um Presidente Emérito. Entretanto elegíamos alguém para desempenhar o seu cargo. Se Ratzinger escolheu Castel Gandolfo, não seria má ideia Cavaco recolher a Boliqueime. Com Cavaco em Belém vivemos em constante Sede Vacante, com o Presidente, sozinho, em permanente conclave. Mesmo nunca tendo apreciado o estilo, sou obrigado a reconhecer que um Hugo Chávez morto mexe muito mais com os destinos de um país, com as políticas e com os sentimentos dos cidadãos que um Aníbal Cavaco vivinho da Silva.

Depois de 33 dias em cativeiro, qual eremita de Belém, Cavaco Silva reapareceu. Enquanto se discutia na AR o futuro do país, Cavaco foi assistir à inauguração de uma unidade de moagem na fábrica Cerealis (enfim, sem comentários...). E, não deixando créditos por mãos alheias, fez o que sabe fazer tão bem: disparou meia dúzia de lugares comuns aos jornalistas, sem que nada de verdadeiramente útil possa ser retirado das suas palavras. O Presidente da República portuguesa é, ao nível da retórica, uma desgraça, à qual se junta o nível de actuação de um ser embalsamado.

"O Presidente da República quebrou assim o silêncio pelo qual vinha a ser criticado, insistindo que não deseja "protagonismos mediáticos", por saber que são "inversamente proporcionais" à capacidade de um Presidente " influenciar as decisões tomadas para o país". "Ninguém tem a experiência que eu tenho". Questionado sobre a manifestação do último fim de semana, o Presidente da República defendeu que "as vozes que se fizeram ouvir não podem deixar de ser escutadas".
   
Convém alguém dizer a Cavaco que não é um actor da Globo que procura tranquilidade e repouso entre a gravação de duas novelas. E de novelas a envolver amigos do senhor Presidente estamos nós, cidadãos, fartos. Se não quer protagonismo, se quer gozar a reforma antecipadamente (não o faz?) sugiro que renuncie, está na moda. Ouvi muita gente pedir a sua demissão e a do governo e, se acha mesmo que devem ser escutadas estas vozes, faça-lhes a vontade.

Estou certo de que não faltarão pretendentes para o cargo, ávidos de protagonismo e dispostos a participar activamente na mudança do estado de coisas. A falta de protagonismo de V. Exa. é inversamente proporcional à paciência dos portugueses. E quanto à vasta experiência de que se gaba, se calhar é melhor não falarmos no assunto. Serviu-nos de quê? Fez-me lembrar aquela do "Eu nunca me engano e raramente tenho dúvidas".

Depois de mais esta triste aparição, sou obrigado a concordar com a opção de Cavaco viver como a irmã Lúcia, uma espécie de monge sitiado num país à beira de um ataque de nervos. É que o silêncio dele é mesmo de ouro, pois de cada vez que abre a boca apercebemo-nos que o garante da democracia em que vivemos é, ele próprio, uma nulidade democrática.

Tiago Mesquita - Jornal Expresso 07/03/2013

Arlindo Carvalho ganhou mais de 80 milhões do BPN

Arlindo de Carvalho, ex-ministro da Saúde de Cavaco Silva, e José Neto, seu sócio e antigo governante, são acusados pelo Ministério Público de terem recebido ilegitimamente mais de 80 milhões de euros do BPN.

Tudo isto provoca-me náuseas