terça-feira, 5 de maio de 2020

DIVULGUE A MONARQUIA!

A imagem pode conter: texto que diz "PLataforma de Cidadania Monárquica"


Numa Monarquia existem níveis mais exigentes de igualdade entre as pessoas e maior transparência democrática das instituições e dos políticos. Ao observar-se as diversas realidades das Monarquias, tem-se constatado isso.

Não são reformas de almanaque que evitarão o colapso do modelo teórico republicano do século passado sem um sistema de valores, sem ética, de poder pessoal e com instituições escleróticas. Este ainda novo e eruptivo século, com precisão de maior escrutínio, clama pelo regímen que durante 771 anos tão bem serviu os Portugueses: a Monarquia.

A ideia de que numa Monarquia o Povo se teria de desfazer em obséquios perante o Rei e diante de uma nobreza a pairar sobre os demais, é completamente errada e mesmo absurda, e só pode resultar de quase 110 anos em que os escribas do regime republicano, com camada sobre camada de ‘entulho’, reescreveram a História, formatando o Povo, orientando-o para próximo do pensamento único, tornando a república um oratório (quase) indiscutível.

Os Reis de Portugal sempre tiveram uma visão voluntarista de Reinar, de dever perante o Povo; Reinar em prol do Bem Comum, até porque a Monarquia Portuguesa era uma verdadeira Monarquia Popular, em que a Coroa, o Poder Real, a Graça de Reinar era transmitida por intermédio da Comunidade, sendo a Aclamação Popular o passo jurídico que verdadeiramente fazia o novo Rei, um Rei ‘Eleito’ pela Comunidade dos Portugueses reunida em Cortes e para reinar para o bem do Povo, para o bem da Comunidade, da Grei, da Res Publica. O Rei traduzia a vontade nacional, sentindo com o Seu Povo, fazendo seus os problemas deste e transmitindo as suas ânsias aos políticos. O Rei tinha de pôr em primeiríssimo lugar os interesses do próprio Povo e da Nação tendo por dever fundamental reinar ’em prol do comum e aproveitança da terra’.

Por essa razão, sempre que puder, DIVULGUE A MONARQUIA!

Miguel Villas-Boas


DEUS - PÁTRIA  - REI


Primeiro Triunfo Naval Português

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‘E tão atlântica Nação é, que, sob o Primeiro Afonso, já D. Fuas Roupinho vencia o primeiro combate naval dos portugueses, de galés contra galés!’, escreveu o 2.° Conde de Alvelos in “O Berço Exilado”.

De facto, a primeira batalha naval da Marinha Portuguesa ocorreu no longínquo Julho de 1180, durante o reinado do primeiro Rei e fundador de Portugal, Sua Mercê El-Rei Dom Afonso Henriques.
 
Uma vez que havia sempre “mouro na costa”, piratas sarracenos do Norte de África que atacavam sistematicamente o território português, saqueando e raptando os habitantes (homens e mulheres) com intuito de os escravizar, por ordem do primeiro Monarca português, foi chamado a Lisboa, Fernão Gonçalves Churrichão, o Farroupim que passaria à História como D. Fuas Roupinho, cavaleiro da Ordem dos Templários e um dos companheiros de armas de D. Afonso I Henriques. O Rei português mandou então, com a ajuda da Vereação de Lisboa, aprontar uma pequena armada de 9 galés, que seriam comandadas por D. Fuas Roupinho, destinada a perseguir as Esquadras almorávidas que acossavam, constantemente, o litoral português.

Assim, a Esquadra portuguesa saiu de Lisboa e, a 29 de Julho de 1180, defrontou-se com a Armada moura, diante do Cabo Espichel. Apesar de inexperientes, os marinheiros Portugueses suplantaram-se suprindo com heroicidade o que lhes faltava em experiência, e, contra um inimigo composto por piratas experimentados, que, há séculos, participavam em pirataria e em batalhas navais, ao longo das costas Africana e Europeia. Não obstante, a disparidade de forças e preparação, a Esquadra Portuguesa derrotou a Armada almorávida e apressou muitos dos navios inimigos.

A Armada de D. Fuas Roupinho regressou vitoriosa ao Rio Tejo e Portugal comemorou a primeira vitória naval com júbilo público, em Lisboa. Em sinal de reconhecimento pelo denodo do seu primeiro comandante naval, D. Afonso I de Portugal agraciou D. Fuas Roupinho com o título de primeiro Almirante da Esquadra Portuguesa.

Miguel Villas-Boas


sábado, 2 de maio de 2020

1420-2020: 600 anos da Madeira, laboratório da Portugalidade

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Se bem que a existência do arquipélago da Madeira fosse conhecida desde a Antiguidade, tais referências eram vagas e a localização exacta envolta em mistério. A Madeira teria sido tocada por embarcações gregas, fenícias e romanas que percorriam a rota comercial que ligava o Mediterrâneo e às Ilhas britânicas (Cassitérides) e à Irlanda (Hebérnia), mas ali parece não ter havido assentamento perdurável de populações. Não tendo sido achado, nem descoberto, mas redescoberto, o arquipélago a que chegaram João Gonçalves Zarco, Bartolomeu Perestrelo e Tristão Vaz Teixeira em 1420 foi, desde o início do seu povoamento, em 1425, um verdadeiro viveiro de experiências que depois se alargariam a todo o espaço Atlântico ao longo dp século XVI.


Inicialmente desbravada por minhotos e algarvios, recebeu muitos africanos trazidos de Marrocos, das Canárias e da costa da Guiné - cerca de 10% do total da população no século XVI - aplicados na cultura da cana-de-açúcar. Seria, nos meados de Quinhentos, um dos mais importantes pólos económicos do Reino, produzindo açúcar destinado à Flandres, cereais, produtos de tinturaria, mas também o afamado vinho da Madeira que chegou a ser a bebida por excelência das cortes europeias antes da afirmação do vinho do Porto.

Geograficamente bem posicionada nas relações entre o Mediterrâneo e o Mar do Norte, entre a Europa e África e entre a Europa e o Novo Mundo, foi no arquipélado que se operou a mutação social, administrativa, eclesiástica e económica que levaria à assunção do modelo luso-atlântico, depois aplicado e ampliado no Brasil. Desta "nova sociedade senhorial" que reproduzia a do Reino até na estruturação administrativa disposta em donatarias, nasceu o sistema das capitanias do Brasil, regime jurídico não perpétuo que era um passo avante de um "feudalismo" que oferecia já elementos de "capitalismo mercantil" sempre vigiado pela Coroa. Tal regime de cedência por contrato, mas também de doações régias, foi sempre acompanhado de perto e, pois, com o dealbar do Estado Moderno, essas marcas desapareceram.

Por fim, foi no Funchal que se realizou a transposição do mundo fechado do cristianismo europeu para o de religião ecuménica vocacionada para o apostolado ultramarino, americano, africano e asiático. A diocese do Funchal, criada em 1514, exercia jurisdição sobre África ocidental e oriental, sobre o Brasil e Índia, pelo que o seu titular recebeu o título de primaz.

Parcela fecundíssima e pioneira de Portugal mundializado, a Madeira é, aceitemo-lo , a jóia mais antiga da Portugalidade. Produto do trabalho árduo, da aventura e da coragem de sucessivas gerações de desbravadores e colonizadores, as duas primeiras estrofes do hino da RA da Madeira são justa lembrança dos tempos heróicos em que a Madeira foi o centro da expansão portuguesa:

"Do vale à montanha e do mar à serra,
Teu povo humilde, estóico e valente.
Entre a rocha dura te lavrou a terra,
Para lançar, do pão, a semente.

Herói do trabalho na montanha agreste,
Que se fez ao mar em vagas procelosas:
Os louros da vitória, em tuas mãos calosas
Foram a herança que a teus filhos deste".

É pois com justíssima razão que as armas da Madeira, encimadas pela esfera armilar [da Portugalidade], inscrevem no centro a Cruz de Cristo e o elmo de D. João I, o rei que iniciou em Ceuta o alargamente ultramarino de Portugal.

MCB


Fonte: Nova Portugalidade

DEUS - PÁTRIA - REI

sexta-feira, 1 de maio de 2020

‘A Monarquia tem a virtude de actuar como instituição moderadora’.


‘Venho agradecer reconhecidíssimo o bilhete e a carta que V.M. houve por bem enviar-me e o interesse que V.M. continua a tomar pelos seus operários. Mal sabem eles do alto patrocínio que tão eficazmente os está auxiliando neste momento.’, declarou Azedo Gneco, dirigente do Partido dos Operários Socialistas de Portugal, tendo como interlocutor S.M.F. El-Rei Dom Manuel II de Portugal.

Com os desfiles do 1.º de Maio, desde 1897, sem qualquer perturbação e sem intromissão das autoridades, o líder sindical Luís Figueiredo afirmou:

‘A Monarquia tem a virtude de actuar como instituição moderadora’.

No dia 1 de Maio de 1910, em plena Monarquia, 50.000 operários desfilaram livremente e sem qualquer incidente, em Lisboa. Recorde-se que em 1852 surgiu o Centro Promotor dos Melhoramentos Laboriosos, aquele que se pode apelidar do primeiro sindicato português, que reunia socialistas como Azedo Gneco, Batalha Reis, etc. Também, em 1871 é fundada a Fraternidade Operária, e em 1875 o Partido Socialista denominado a partir de 78 de Partido dos Operários Socialistas de Portugal.
Faziam-se comícios livremente e estava consagrado o direito à greve.
Dois meses depois da proclamação da república velha, que instalou a balbúrdia, o medo e a corrupção, o jornal O Sindicalista, num artigo de sugestivo título, levanta uma importante questão: ‘Quem tem ganho com a República? Quem Tem Ganho?´, fazendo eco das queixas dos operários e dos sindicatos relativamente às limitações impostas pelo governo ao direito à greve e ao direito à manifestação.

Plataforma de Cidadania Monárquica
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Queridos Irmãos e Irmãs do GPTB CESJB como membros da OSMTH MAGNUM MAGISTERIUM Brasil informo a todos que morreu  (29/04) o Grão-Mestre da Ordem de Malta S.A.E. Giacomo Dalla Torre dele Tempio sendo apresentado os sentimentos da Ordem através do Gran Chanceler Magistral Fr ++Marco Pirillo.
Oremos pela alma do irmão Grão-Mestre Giacomo.


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DEUS - PÁTRIA - REI: Facebook Censura Nobel da Medicina com Filtro de “...: Filtragem da entrevista ao Prof. Luc Montagnier vem na sequência de ações de controlo da informação contra pareceres científicos que re...