sábado, 9 de maio de 2020
APELO PARA A IGREJA E PARA O MUNDO aos fiéis Catól...
DEUS - PÁTRIA - REI: APELO PARA A IGREJA E PARA O MUNDO aos fiéis Catól...: Num momento de grave crise, nós, Pastores da Igreja Católica, em virtude do nosso mandato, consideramos que é nosso dever sagrado dirig...
sexta-feira, 8 de maio de 2020
Um Futuro Português

No dia em que se comemora o primeiro Dia Mundial da Língua Portuguesa importa sublinhar a influência histórica e afectiva que ele transmite e que redimensionar Portugal muito para além das nossas fronteiras. Falada por mais de 260 milhões de pessoas que representam 3,7% da população mundial, presente nos cinco continentes, é também a língua mais falada no hemisfério sul
Transporta com ela uma cultura e um “ser português” que podem e devem ser reforçadas neste tempo de mudança.
Num país cada vez mais multicultural onde convivem gentes vindas do mundo lusófono, é também dia de fazer pensar sobre quem somos. Que “saber fazer” é este que se tem vindo a construir ao longo do tempo e que incorpora saberes e sabores de onde passa e de quem vem? Que capacidade única é esta de fazer pontes entre pessoas de diferentes credos e origens tão bem demonstrada em cargos internacionais desempenhados por portugueses em áreas que impliquem cooperação e superação das diferenças?
Soubemos sempre educar a mentalidade colectiva para a aceitação do outro, fundamental para a integração e convivência entre os povos. E é isso mais uma vez que precisamos de fazer, numa época em que Portugal e a Europa registam uma acentuada quebra demográfica que põe em causa a sua sustentabilidade económica e o seu modelo de sociedade e que enfrenta agora o terrível desafio que esta pandemia nos coloca a todos. Acolhendo quem vem com uma perspectiva humana em relação a quem escolhe a nossa Pátria como sua e mantendo uma Identidade que sabemos ser nossa.
Mas como é que este “Ser Português” pode ser alterado com a actual inexistência de políticas estruturais que promovam a natalidade e diminuam as assimetrias demográficas que diminuem o bem estar da população e potenciam o aparecimento de fenómenos mais extremistas? Os dados oficiais não deixam dúvida: há que actuar e já para reforçar este sentido de pertença que sempre foi o nosso. Num Portugal que afirme a sua portugalidade na diversidade da sua multiculturalidade.
Quem são os portugueses reais de 2020 e como serão os portugueses do futuro?
O que é preciso para construir “Um Futuro Português”?
Teresa Côrte-Real
DEUS - PÁTRIA - REI
quinta-feira, 7 de maio de 2020
El Rei D. Duarte, paradigma de erudição e de entrega ao bem-comum
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| O túmulo de D. Duarte e de sua esposa, D. Leonor de Aragão, nas Capelas Imperfeitas, no Mosteiro da Batalha |
Veemente atacado por Oliveira Martins e Júlio Dantas, que matizaram uma imagem de um Rei tíbio, fraco, e de grande incapacidade governativa, exagerando os traços com que Zurara e Rui de Pina o pintaram, aparece o Rei D. Duarte reconstruído na magistral biografia que lhe dedicou Luís Miguel Duarte - D. Duarte - Requiem Por Um Rei Triste (2005).
Filho de D. João I e de D. Filipa de Lencastre, nasceu em 1391 em Viseu. Aos vinte anos foi “associado” ao trono, ou seja, não sendo regente, passou a administrar toda a parte burocrática da governação sempre com parecer do pai. Mostrou-se capaz de desempenhar esta tarefa que lhe consumiu todo o seu tempo e saúde durante vinte e dois anos. Graças a estas funções a que se dedicou com afinco entrou numa terrível depressão da qual felizmente soube sair triunfador. Armado cavaleiro em Ceuta com vinte e quatro anos, casou-se em 1428 em Coimbra com Leonor de Aragão, sendo aclamado Rei, por morte de seu pai, cinco anos depois. Reinou apenas cinco anos.
Apesar de devoto, respeitoso dos mandamentos da Igreja, preocupado em conformar a sua vida com a moral evangélica, mostrou-se pouco permissivo e pouco generoso em relação aos privilégios eclesiásticos e às liberdades da Igreja. Sem dúvida dos monarcas da nossa monarquia, o mais culto no que respeita às Letras, mostrando-se um grande estudioso do Direito e da Filosofia do seu tempo. Legou-nos o Leal Conselheiro, o Livro da Ensinança de bem Cavalgar Toda a Sela - o primeiro tratado de equitação europeu - e o Livro da Cartuxa, ou de Apontamentos - obras cujo conteúdo iremos explanar em próximas publicações.
Infelizmente o seu reinado que tinha tudo para ser longo e próspero, teve um triste fim. Pressionado pelos irmãos Henrique e Fernando, por um lado, e por outro, com forte sentido de responsabilidade em respeitar o que D. João I desejava - continuar a guerra em África -, autoriza uma expedição a Tânger, que devido a uma série de imprudências, saiu malograda. D. Duarte assumiu as responsabilidades. Ficou refém o seu irmão Fernando, e foi pedido como resgate a praça de Ceuta. Ninguém estava disposto a entregar Ceuta, ou quase ninguém, nem mesmo D. Duarte. Devia-se, isso sim, tentar ao máximo outras formas de resgatar D. Fernando. Esta situação torturou-o de duvidas, não por ser fraco, mas por ser inteligente, lúcido e reflectido. Jamais as suas duvidas, ou a sua hesitação, podem ser confundidas com debilidade ou fraqueza de espírito.
Mês e meio antes de fazer quarenta e sete anos, em Tomar, foi assolado pela peste que desgraçava o Reino, e passados doze dias de enfermidade entregou a alma ao Criador. Sucedeu-lhe o seu filho Afonso, D. Afonso V, o mais velho dos seus nove filhos, dos quais três morreram logo na primeira infância. Deixou no testamento que ditou à hora da morte, atormentado de sentimento de culpa, que se deveria entregar a praça de Ceuta, se esta fosse o único recurso para que o seu irmão pudesse retornar com vida à sua pátria. Deixou também no mesmo testamento que quem deveria assumir a regência era a sua esposa D. Leonor, durante a menoridade de D. Afonso. Nenhuma destas vontades foi cumprida, e Portugal quase entrou numa guerra civil.
Político eloquente, como o seu cognome indica, é um Rei esquecido, e por vezes, tristemente mal lembrado. Soube ultrapassar as dificuldades que a vida lhe apresentou, e continuar a obra iniciada pelo pai, promovendo com elegância a memória da fundação da Dinastia de Avis. Os seus escritos e sua acção revelam uma elevada capacidade introspectiva, o que fez com que Eduardo Lourenço concluísse: “um espírito capaz de se olhar sem complacência até ao mais profundo de si”.
Muito se poderia continuar a dizer em torno deste nosso soberano. Ficamos com os versos certeiros, profundos, e sublimes, em que Pessoa eternizou, como se o próprio D. Duarte os proferisse:
“Meu dever fez-me, como Deus ao Mundo.
A regra de ser Rei almou meu ser,
Em dia e letra escrupuloso e fundo.
Firme em minha tristeza, tal vivi.
Cumpri contra o Destino o meu dever.
Inutilmente? Não, porque o cumpri.”
Tomás Pinto Bravo
Fonte: Nova Portugalidade
DEUS - PÁTRIA - REI
quarta-feira, 6 de maio de 2020
El-Rei D. Carlos - Carreira Militar

Dom Carlos nasceu já na qualidade de príncipe herdeiro da Coroa de Portugal, pelo que recebeu desde cedo os títulos oficiais de 4.º Príncipe Real de Portugal e 21.º Duque de Bragança e Ministradas as primeiras letras, passou a acumular a aprendizagem das mais variadas disciplinas e áreas em que se distinguia – como a pintura e a ciência -, sempre summa cum laude, com a instrução militar. Como tutor de Dom Carlos de Bragança, El-Rei D. Luís nomeou o tenente-coronel de engenharia Gromicho Couceiro e para a equitação, o escolhido foi o general Vito Moreira. Em pouco tempo seria atribuído a D. Carlos o posto de comandante honorário do Colégio Militar. Aperfeiçoou a esgrima e ainda mais o tiro, no qual foi reconhecidamente, exímio. Em 28 de Setembro de 1879, D. Carlos é nomeado guarda-marinha e ainda alferes do Regimento de Lanceiros 2 da Rainha.
O Duque de Bragança começou então a Sua preparação para Reinar, para ser o Chefe Supremo da Nação o que implicava ser o Comandante Supremo do Exército de Terra e Mar e conheceu e privou com os Ministros da época. Várias vezes recolheu ensinamentos de estratégia militar do General de engenharia e Ministro da Guerra o Conselheiro Caetano Pereira Sanches de Castro que fora membro da Comissão da Defesa de Lisboa e dos seus fortes - algumas das famosas linhas de Torres -, membro da Comissão incumbida de apresentar o plano geral das obras de melhoramento da Capital, sendo-lhe confiada pessoalmente a apresentação do plano geral das obras de defesa do Porto de Lisboa. O Conselheiro Sanches de Castro havia sido o Director-Geral das Fortificações e Presidente da Comissão de Defesa que formulou os projectos, considerados excepcionais, das baterias do Bom Sucesso, do Forte de São Julião da Barra e dos redutos de Sacavém e Alto do Duque. Então esse “curso” de estratégia com o Ministro da Guerra General Conselheiro Sanches de Castro haveriam de ser muitos importantes para Dom Carlos e para a Sua carreira militar, que foi, aos 21 anos, promovido a capitão de Lanceiros 1.
Já casado com a Princesa Maria Amélia de Orleães e Bragança, e com o posto de tenente-coronel, em 1887, Dom Carlos é nomeado Presidente da Subcomissão de Defesa Marítima da Barra do Tejo e da Cidade de Lisboa, onde demonstrou de forma inequívoca os seus vastíssimos conhecimentos militares e inteligência estratégica e que culminaria na publicação da obra de referência: A Defesa do Porto de Lisboa e a Nossa Marinha de Guerra, e que haveria de ser aprovada unanimemente pela Comissão de Defesa.
A Comissão Superior da Guerra entendeu ser obra de antologia e considerou-a como Anteprojecto Geral da Organização da Defesa do Porto de Lisboa e que seria obra de referência para todos os vindouros estudos e projectos concernentes à defesa da barra do rio Tejo.
O brio militar mereceu-lhe a promoção a coronel e a nomeação para membro da Comissão Superior da Guerra.
Quando a vida do Rei seu Pai chegou ao fim, D. Carlos, como foi projectado e educado para isso, foi automaticamente alçado Rei prolongando a Dinastia e dando continuidade à chefia do Estado permitindo uma evolução - sem quebrar a linha - fruto da substituição geracional. O Príncipe hereditário foi, assim, preparado e habilitado para Reinar assimilando conhecimentos e as mudanças da sociedade: o novo Rei era fruto de um longo trabalho de preparação política, militar, técnica e cultural para Comandar da melhor forma a Nação que, assim, encarnará e representará como ninguém.
‘Que é a história, senão a vida que continua?’, escreveu Júlio Dantas.
Pela profundez do raciocínio e pelo singular saber de quem acumulava iluminação nas mais diversas áreas do conhecimento, superiormente preparado para a série de tarefas que advêm com o ofício de Reinar, El-Rei era não só o principal recurso moral, mas, também, o último recurso executivo, pois activo e bom trabalhador, com qualidades de inteligência e erudição, o mais bem apetrechado cientificamente, e cuja profunda formação militar habilitava a ser efectivamente o Comandante Supremo e era na maioria das vezes o único capaz de solver os conflitos e entraves que empenavam a administração executiva do Estado.
O Rei era efectivamente o General dos Generais e o Almirante dos Almirantes, aquele que fazia a Guerra e decidia a Paz, e assim como era apanágio dos Reis, tinha os postos privatísticos do Rei de Portugal: Generalíssimo ou de Marechal-General do Exército e Almirante-General da Armada.
O Rei era o Português mais bem preparado e educado e o mesmo fez com seus filhos D. Luís Filipe, Príncipe Real e Duque de Bragança e o Infante Dom Manuel, então, Duque de Beja, que tiveram o tenente-coronel José de Castro como preceptor de balística, táctica e topografia, e, a equitação fazia, naturalmente, também, parte da educação dos Príncipes.
Dom Luís Filipe assentou praça de tenra idade; El-Rei Dom Carlos I foi atribuindo, ainda, ao Príncipe Real e Duque de Bragança, postos do exército, como no Esquadrão de Lanceiros d’El-Rei, Regimento de Cavalaria nº 2 e nomeou-o ainda Comandante honorário do Colégio Militar. Dom Luís Filipe ocupou os postos de oficial às ordens do Rei, alferes em 1902, tenente em 1906, capitão em 1907 e os Regimentos de Cavalaria n.º 8 e de Infantaria n.º 18 carregavam às ordens do Príncipe Real.
Aos treze anos do Príncipe Real é nomeado Seu aio o herói Mouzinho de Albuquerque, e a sua instrução passou a ter uma componente ainda mais militar e a ser uma verdadeira preparação para reinar. Com a morte de Mouzinho é nomeado como aio do Príncipe Real o coronel Francisco da Costa.
Já o infante Dom Manuel, que aos seis anos já falava e escrevia em francês, estudou línguas, história e música com o professor Alexande Rey Colaço, e, em 1907, iniciou os seus estudos de preparação para ingresso na Escola Naval, preparando-se para seguir carreira na Marinha. Após uma estadia de alguns dias em Vila Viçosa, com toda a família, havia regressado mais cedo a Lisboa precisamente para se preparar para os exames da Escola Naval, tendo ido esperar os pais e o irmão ao Terreiro do Paço e eis que o destino de todos foi interrompido pelo terrível e terrorista Regicídio que a Dom Carlos I e a Dom Luís Filipe veio arrancar tão cedo à vida e a Dom Manuel baralhar e voltar a dar noutra direcção. Dom Manuel II viu-se alçado Rei.
Agora, num exercício de imaginação, façam-se as devidas comparações entre o Ontem e o Hoje!
Miguel Villas-Boas
Dos últimos tempos
DEUS - PÁTRIA - REI: Dos últimos tempos: Agora direi algumas palavras sobre a situação internacional. Parece-me que temos que reflectir e tirar uma conclusão ante os acontecime...
terça-feira, 5 de maio de 2020
Foz Côa, na fronteira da Beira Alta com Trás-os-Montes...
Visita Guiada: Foz Côa - Foz Côa, na fronteira da Beira Alta com Trás-os-Montes, guarda o maior museu de arte paleolítica do mundo. Um museu a céu aberto, no vale do
O AMOR É O CAMINHO DA FELICIDADE

Todo homem tem dentro de si uma grande vontade de ser feliz, de viver uma vida plena, harmoniosa e repleta de momentos bons.
Mas o que é a felicidade?
De onde ela provém?
Por que ela faz tão bem ao homem?
Que encanto ela tem e quais são os efeitos que ela proporciona em nossas vidas?
Poderíamos sintetizar a resposta desses quatro questionamentos, em alguns dos ensinamentos proferidos pelo Mestre Jesus.
O primeiro deles é o “Amar a Deus sobre todas as coisas”. Esse ensinamento é fundamental, visto que sem amar e reconhecer Deus como o Criador de tudo e de todos, como acreditar que Ele está presente em todos os seres viventes e em todas as coisas existentes? Se Ele está em todas as coisas, é preciso que se reconheça Deus em todas as coisas. Isso é amar a Deus.
O segundo Ensinamento é “amar o próximo como a si mesmo”. No entanto é necessário que antes de amar ao próximo, saibamos amar a nós mesmos. E o que é amar a nós mesmos, senão, deixarmos de lado toda ânsia, toda ganância, toda expectativa, todos os vícios, todos os conflitos internos, enfim, tudo aquilo que faz mal ao equilíbrio físico, mental e espiritual do homem.
Ao compreender esse processo alquímico do amor, é possível elevar o amor que existe dentro do si, ao outro.
Os ensinamentos de Jesus nos levam sempre em uma única direção, que é o amor.
O amor é o princípio da vida.
O amor é o esplendor dá satisfação pessoal.
O amor é a alegria de viver.
O amor é a comunhão com o todo.
O amor é a complementação do corpo físico, mental e espiritual.
O amor é a fonte da vida.
O amor é o esplendor da existência.
O amor é o que existe de mais sublime para que o homem possa encontrar a felicidade, pois não existe felicidade sem amor, visto que a felicidade e o amor estão fundidos em uma mesma tempera na forja do divino Mestre e através dela, em Deus.
O mundo antes da pandemia se mostrava ser um mundo de ilusão e fantasia, onde o buscar demonstrar que se era feliz, sufocava e maquilhava a própria realidade da felicidade.
Desta feita faz-se necessário que aparência seja desfeita, para que seja exposta a essência. E o que é essência da felicidade, se não, a alegria de se viver? O que é essência da felicidade senão a expressão máxima do amor.
Esta pandemia está trazendo o homem para realidade da vida, essa realidade tem mostrado ao homem que a felicidade consiste em saber conviver consigo mesmo, com os seus entes queridos e com o próximo. Esta realidade está mostrando ao homem que todos indistintamente são iguais. Que não pode existir a distinção de cor, raça, credo ou posição social, visto que todos se encontram no mesmo nível de exposição ao perigo da contaminação e do risco de perder a vida.
Diz-se que a esperança é sempre a última que deve morrer. Resta-nos a esperança de que o mundo após a pandemia possa vir a ser um novo mundo. Um mundo com mais amor, com mais fraternidade, com mais solidariedade, com mais respeito, com mais humanidade. Um mundo onde as pessoas respirem amor e espalhem amor por onde passarem, na certeza de que o amor traz a felicidade, e que a felicidade ao lado do amor devem ser o novo vírus do bem, para que o mundo não tenha mais que experimentar tamanha dor.
Muito temos falado sobre a necessidade da conversão. A conversão representa trocar o mundo da ilusão e da ficção, pelo mundo da comunhão, da complementação, da união do homem, com Deus.
Que todos os seres humanos possam aproveitar esse tempo de reflexão e de encontro pessoal, para nutrir-se de amor, a fim de florir a sua vida com a tão desejada felicidade. Que todos compreendam que a felicidade é incompatível com o egoísmo, com a ganância, com o desejar e com o fazer mal ao outro. Que tudo aquilo que fazia parte do velho mundo e que trouxe a ele os mais diversos desequilíbrios, possa dar lugar a uma vida digna e saudável para todos, indistintamente, que seja lembrado que para isso é preciso manter o bom coração sempre cheio de esperança.
Informamos que este trabalho faz parte de uma série de trabalhos que vem sendo apresentados aos Cavaleiros e Damas Templário da Ordo Supremus Militaris Templi Hierosolymitani - OSMTH Magnum Magisterium.
Non Nobis Domine, Non Nobis Sed Nomini Tuo da Gloriam
Não a nós Senhor, não a nós, mas a Tua glória.
Não a nós Senhor, não a nós, mas a Tua glória.
Recebam o Fraternal Abraço.
S.A.E. Grão-Mestre Dom Albino Neves
S.A.E. Grão-Mestre Dom Albino Neves
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