quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

REAL PEREGRINAÇÃO AO SANTUÁRIO DE Nª SENHORA DA CO...

Real Associação da Beira Litoral: REAL PEREGRINAÇÃO AO SANTUÁRIO DE Nª SENHORA DA CO...: Imagens da Procissão Solene e da Eucaristia da Imaculada Conceição da Virgem Santa Maria, Rainha e Padroeira de Portugal, no Santuá...

O que é isto da NP

Foto de Nova Portugalidade.


Queremos uma Nova Portugalidade
Somos 300 milhões da Amazónia a Timor. A unir-nos, temos sangue e séculos, cultura e sentimento. Fomos forjados por gerações de homens de Estado, de combate e de inteligência. Entre os nossos maiores, contamos soldados e marinheiros, pintores e arquitectos, poetas e capitães. Temos uma música que é nossa e de mais ninguém. Temos uma língua - que é a terceira do Ocidente - e uma literatura. O que nos aproxima uns dos outros é também o que nos distingue dos restantes povos do globo.

A Portugalidade é uma ideia e uma forma de estar. É uma civilização. Mais que uma constelação de Estados, o mundo português é uma aliança de povos com um passado partilhado e um futuro em comum. A sugerir a reaproximação entre nações de fala lusa está, mais que a economia, a necessidade - que é justa e natural - de reerguer uma família de povos que só por trágico equívoco se desfez. O que queremos resgatar é, pois, tudo – os feitos, os símbolos, os costumes, o idioma - o que nos irmana. Assim se fará a Nova Portugalidade.

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Exposição "Senhores dos Oceanos" no Kremlin - Cultura - RTP Notícias

Exposição "Senhores dos Oceanos" no Kremlin - Cultura - RTP Notícias

A Armada portuguesa, a mais velha do mundo, faz anos. São 700 anos a defender Portugal

Foto de Nova Portugalidade.

Celebram-se hoje setecentos anos da fundação da Armada portuguesa. O simples facto de a marinha ser mais antiga que a larga maioria dos Estados evidencia, grita mesmo, verdade importante a respeito da natureza dos portugueses: somos um povo do mar. Por ditame da geografia e do espírito, foi nas grandes extensões oceânicas que Portugal se fez livre. Lisboa conquistou-se do mar, não podendo Afonso Henriques tomá-la sem a participação dos cruzados que, a caminho da Terra Santa, adentraram o Tejo para o golpe final sobre o ocupante mouro. A inserção de Portugal na economia europeia deu-se pelo mar. Durante a guerra da independência, a Lisboa que o Mestre de Avis defendia - e que era já a mais importante urbe do Reino - resistiu por uma nossa frota, vinda do Porto com mantimentos e mãos para a luta, ter rompido o bloqueio que Castela nos impunha no Tejo. O Infante encontrou no mar a receita da nossa liberdade, e o mar foi o alfa e o ómega da nossa existência enquanto povo da conquista de Ceuta, em 1415, até à recente integração de Portugal na Europa política. 


O interesse recente pela natureza oceânica da nação portuguesa é, sem dúvida, muito bom e muito útil, mas parece pecar por miopia, redução e desconhecimento. Se falar em mar significar falar na expansão da Zona Económica Exclusiva, fazê-lo será, por muito que a ZEE nos interesse, bastante pouco. Um olhar renovado, mais ambicioso e mais amplo, deve reconciliar os portugueses com as ondas. Falar em mar deve ser falar em Portugalidade, na nossa civilização global e no direito dos portugueses a se reintegrarem nela; deve ser, sobretudo, ver nele oportunidade de libertação e certeza de potência política, económica e militar. O Atlântico Sul, durante tantas centúrias autêntico lago de bandeira e língua portuguesas, foi deixado com a nossa retirada sem ordenação e sem segurança. Não se percebe porquê, até porque a região continua a ser o que foi desde o século XVI: o interior de triângulo estratégico composto por Lisboa (Portugal), o Rio de Janeiro (Brasil) e Luanda (Brasil). O regresso dos povos lusíadas a essas águas tão habituadas à nossa presença é uma urgência que não mais pode ser retardada. Ora, bastaria que se fizesse uma força naval conjunta das portugalidades atlânticas para que esse regresso fosse consumado. Num tempo em que tanto se fala de cooperações em matéria de defesa, fica esta de sabor e tradição portuguesas. Para que tanto possa fazer-se, e para que o oceano e a Armada de novo possam ser ferramentas ao serviço de Portugal, muito haveria a fazer: apetrechar a frota, refazer a indústria naval, repensar a marinha como garantia de prestígio nacional, de relevância estratégica e de prosperidade económica. 

Setecentos anos após a fundação da Armada por Manuel Pessanha, 1º Almirante-mor do Reino, e pelo Rei Dom Dinis, Portugal parece necessitado de refundá-la. Refundá-la, sim, em horizontes, em ideias de missão e serviço, no modo como a marinha é instrumento primeiro da grandeza do país e, para que ela possa ser-lhe útil, nos meios de que necessita e que hoje não possui. Precisamos de um novo Dom Dinis e de um novo Manuel Pessanha. Mas, enquanto eles não chegam, temos uma Armada que é a mais antiga do mundo, a obreira de tantos triunfos e a razão de muito orgulho. Parabéns, Armada de Portugal. Venham os próximos 700.


quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

ÉTICA MONÁRQUICA

Foto de Plataforma de Cidadania Monárquica.


Só em Monarquia há prossecução do interesse público, do bem da coisa comum e do bem-estar comum, da verdadeira res publica, pois o Rei foi preparado para valer e garantir esses valores supremos e pôr em primeiríssimo lugar os interesses do próprio Povo e da Nação que tem por dever fundamental defender: ’em prol do comum e aproveitança da terra’. Essa noção de serviço público enraíza-se na História, que o Rei como ninguém assume e encarna - recordemos, por ex., a Ética d'El-Rei D. Pedro V de Portugal!
Mas sempre foi assim na Monarquia Portuguesa, e já na obra de 1496, ‘Do Governo da República pelo Rei’, Diogo Lopes Rebelo, se elencavam quais os deveres do Rei:

. É dever do Rei cumprir o que diz. Lembre-se que não é supremo Rei, a fim de nada fazer de indigno de tão grande nome. Acostume-se a nada dizer de indecoroso e de impróprio de si.
. Não ouça nem profira palavras desonestas pois que as más falas corrompem os costumes. 
. É ainda dever do Rei levantar a república na adversidade, conservá-la na prosperidade, e de pequena torná-la grande. Deve, também, considerar que foi colocado à frente dela, não tanto para governar, como para proveito dos cidadãos. (…)
. Compete, finalmente, ao Rei pensar na utilidade de seus cidadãos e da república, a ele confiada e entregue. (…) A todos os seus protegerá: nobres, plebeus, incultos, sábios, ricos e pobres, porque o Senhor o fez tutor e pai de muitas gentes.

Na verdade, o Rei é um servidor da Nação e, por isso pode ser destronado em Cortes extraordinárias, se ele não cumprir qualquer das obrigações inerentes ao seu cargo. O Rei tem de governar retamente: Rex eris, si recte facias, si non facias, non eris.


Miguel Villas-Boas |


Homenagem Depois do Tempo a um Homem Antes do Temp...

DEUS - PÁTRIA - REI: Homenagem Depois do Tempo a um Homem Antes do Temp...: Gonçalo Ribeiro Teles é um Homem do nosso tempo. Depois de uma vida inteira dedicada à Causa Pública, Gonçalo Ribeiro Telles foi,...