sexta-feira, 30 de setembro de 2016

REAL DE COIMBRA CELEBRA ANIVERSÁRIO DA FUNDAÇÃO DE...

Real Associação da Beira Litoral: REAL DE COIMBRA CELEBRA ANIVERSÁRIO DA FUNDAÇÃO DE...:     QUARTA-FEIRA, DIA 5 DE OUTUBRO PELAS 11H30 MISSA NA IGREJA DO MOSTEIRO DE SANTA CRUZ   AMPLIAR AMPLIAR

MENSAGEM DO PRESIDENTE DA JMP APÓS A ACADEMIA DE VERÃO


Tive a oportunidade de participar na I Academia de Verão da JMP, realizada nos dias 16, 17 e 18 de Setembro.

A primeira palavra que me sai da boca é "obrigado".

Obrigado a todos os que participaram, mas principalmente a todos os que estiveram envolvidos na organização. Este tipo de eventos são feitos dos mais pequenos detalhes, aqueles que não vemos, e que têm como obreiras aquelas "formigas" silenciosas, mas implacáveis no trabalho a cumprir.

Obrigado por terem acreditado na JMP. Para uma organização recente e com poucos fundos, este evento foi um estrondoso sucesso digno de qualquer instituição endinheirada. Por isso mesmo volto a referir as "formigas": vocês construíram esta casa.

Obrigado por acreditarem em Portugal. Não naquele Portugal que muda conforma as conveniências de alguns, mas aquele Portugal de todos, que todos acolhe e protege. O Portugal humanista, do centro do mundo, do sorriso rasgado e da saudade que amarra.

Obrigado por lutarem pelo Rei deste Portugal, Rei de todos os portugueses, em república ou monarquia, Rei que não se vende e que serve todos sem excepção.

Obrigado por se ultrapassarem, por recusarem as mentiras tão propagadas entre os jovens e acreditarem que vale a pena sair do sofá e lutar por um Portugal maior.

Obrigado por fazerem com que acabe o meu mandato como Presidente da JMP, com um sorriso desmedido e um coração já apertado de saudade e agradecimento. Tudo o que fiz foi por Vós, por acreditar nos jovens de Portugal. Obrigado por tudo o que me deram e por fazerem de mim o homem que sou hoje.

E obrigado a Nosso Senhor por me ter dado a oportunidade de servir gente desta garra invencível.

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

XXII CONGRESSO DA CAUSA REAL, 15 DE OUTUBRO NO MUS...

Real Associação da Beira Litoral: XXII CONGRESSO DA CAUSA REAL, 15 DE OUTUBRO NO MUS...: ENTRADA LIVRE(*) Obs: O Jantar Comemorativo realizar-se-á na belíssima Sala de Exposições do Museu de Aveiro com um c usto de 35€/pe...

S.A.R. O SENHOR DOM AFONSO DE SANTA MARIA ESTEVE NA FILADÉLFIA



S.A.R. o Príncipe da Beira, Dom Afonso Santa Maria de Bragança, na Investidura de Damas e Cavaleiros da Casa Real portuguesa.
Filadélfia, EUA, 24 de Setembro de 2016

S.A.R. o Príncipe da Beira, Dom Afonso Santa Maria de Bragança, na Wine Cellar of the Union League Club de Filadélfia, EUA.

ANTERO DE QUENTAL SOBRE OS REPUBLICANOS PORTUGUESES DO SEC. XIX


‘Mas que republicanos! É um partido de lojistas, capitaneado por bacharéis pífios ou tolos. É quanto basta para se lhe tirar o horóscopo. Duma tal república só há-de sair a anarquia e a fome!’

- Antero de Quental sobre os republicanos portugueses do séc. XIX


 

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

ANIVERSÁRIOS DE EL-REI DOM CARLOS E RAINHA DONA AMÉLIA


Dom Carlos I de Bragança, de seu nome completo Carlos Fernando Luís Maria Vítor Miguel Rafael Gabriel Gonzaga Xavier Francisco de Assis José Simão de Bragança Sabóia Bourbon Saxe-Coburgo-Gotha nasceu no Palácio da Ajuda, em Lisboa, a 28 de Setembro de 1863, faria hoje 154 anos. Barbaramente assassinado no Terreiro do Paço, em Lisboa, a 1 de Fevereiro de 1908 e foi o penúltimo Rei de Portugal.
Em 1864 com apenas cinco meses Dom Carlos foi reconhecido em Cortes como o futuro sucessor de Seu Pai o Rei Dom Luís I e, de certa forma, deu-se início à sua longa educação e preparação para a arte da governação que aconteceria 26 anos mas tarde.
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Dona Maria Amélia Luísa Helena de Orleães, madrinha de Baptismo de S.A.R., O Senhor Dom Duarte de Bragança, nasceu em Twickenham, Inglaterra, 28 de Setembro de 1865, faria hoje 152 anos, faleceu em Versalhes, França, a 25 de Outubro de 1951. Foi Princesa de França e última Rainha de Portugal.
Viúva de um Rei e Mãe de um Príncipe que viu serem varados pelas balas dos regicidas, foi o único membro da Família Real exilada pela república a visitar Portugal em vida. E o último a morrer. Em França, onde passou os últimos trinta anos de quatro décadas de exílio, a sua memória ainda vive.

3º DIA DA ACADEMIA DE VERÃO DA JMP - JUVENTUDE MON...

Real Associação da Beira Litoral: 3º DIA DA ACADEMIA DE VERÃO DA JMP - JUVENTUDE MON...: Dia 18 de Setembro de 2016 Introdução ao tema "O Rei e o Povo" - pelo Dr. Nuno Pombo. A meio da manhã tivemos a presença do R...

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

domingo, 25 de setembro de 2016

SEBASTIANVS LVSI:REX


El-Rei D. Sebastião foi traído no «momento vitorioso» da batalha, ferido ao lutar até ao limite das suas forças e, convenientemente, dado como “desaparecido”, apesar de chegar a Arzila com alguns dos seus validos na madrugada do dia 5 de Agosto. Muito ferido, pálido como um fantasma, com o rosto coberto de pó e sangue, passou a noite na fortaleza, e foi embarcado para o Reino logo que o navio almirante da esquadra acostou. 
Desembarcou em Sagres, perto do Forte do Beliche, em forte inconsciência, e durante dois meses foi tratado por monges do convento do cabo de S. Vicente, que hoje alberga o farol. Portugal soçobraria sob as patas dos traidores e dos Filipes.
D. Sebastião seguiu depois para o castelo de Aljezur, e dali para o Convento da Arrábida, nas terras do seu Valido Duque de Aveiro. Depois, veio a Lisboa, e seguidamente para o Norte de Portugal.
Viajou muito, indo a Paris, depois a Roma, onde teve audiência Papal, depois a Veneza, onde foi preso e transferido para Cádiz, em Espanha. Ajudado pelos duques de Medina Sidónia, foi trocado por um criminoso de delito comum, e seguiu para a Bélgica, onde terá sido comandante da guarda pessoal da sua amada infanta Isabela Clara Eugénia.
Aparece em vários quadros de Rubens, como um cavaleiro vestido de negro e ferido.
Mas o objectivo primário da campanha de África de D. Sebastião foi plenamente conseguido, Alcácer-Quibir foi uma vitória muito amarga para o exército do turco Selim II, ali representado pelo xeque Mulei Maluk, pois teve cerca de três vezes mais baixas do que o Exército de D. Sebastião.
A partir de Alcácer-Quibir, e na sequência da derrota naval de Lepanto, o Império Otomano deixou de se expandir, e começou a retrair-se e a desagregar-se. A ameaça do fecho do estreito de Gibraltar, por controlo da costa africana a Sul, foi afastado.
O sacrifício, Sacro Ofício, de Portugal e do seu Rei - que voltou, muito ferido, dias depois, no navio-almirante da Armada - teve um valor inestimável para a Europa, esta não seria a mesma sem ela, e ainda o chamam de louco.
Teve, pelo menos, 4 descendentes conhecidos: uma filha de D. Juliana de Lencastre, filha do Duque de Aveiro, concebida dias antes da partida para África, e uma filha e três filhos da sua amada Infanta Isabella Clara Eugénia, concebidos em Mariemont, nos Países Baixos, já no Séc. XVII, quando a Infanta, então Arquiduquesa, era governadora dos Países Baixos, casada com um ex-cardeal impotente.
E as namoradas foram muitas… Há um relato muito curioso acerca delas no livro “Donas de Tempos Idos”, do Conde de Sabugosa, no capítulo “D. Sebastião e as Mulheres”. Já tinha engravidado D. Juliana de Lencastre antes da partida para África e anos mais tarde iria ter mais uma filha e dois filhos da Arquiduquesa Isabela Clara Eugénia. Fora os vários namoricos que teve.
Morreu envenenado, com 79 anos, em 1633 em Limoges, no Convento dos Agostinhos, onde foi sepultado, na Capela de S. Sebastião.
“De maneira que de huns & outros ficou aquillo por aly tè onde chegamos cuberto de mortos, homés, & cavallos, & cavallos, em tanto, que dificultosamente podia aly entrar a cavallo, depois & tàto sangue que em partes me dava quasi pello artelho. E tudo grittos, & lamentos, mortos em cima de vivos, & vivos de mortos, todos feitos pedaços, Christãos & Mouros abraçados, chorando & morrendo, huns sobre a artelharia, outros braços, & tripas arrastrando, debaixo de cavallos, & encima espedaçados, & tudo muyto mais do que já vos posso dizer, porque apperta commigo a dor na lembrança do que passei. (…) Tornando pois a esta nossa infelice, & sempre lamentavel, & em tudo temeraria batalha. E digo temeraria, pois nela & na jornada toda, tudo forão erros cometidos polla cabeça de hum so homem Rey endurecido a todo bom conselho, & razão, para não seguir outra, se não sua propria vontade, em lugar della, sendo assim que in maxima fortuna, na mòr alteza menor liberdade.”
— Miguel de Andrada
ALMA LUSA
“Que ninguém tenha dúvidas! Portugal é diferente do resto do Mundo! Não há país comparável! Reafirmo que Portugal não cabe na Europa, o seu coração é grande demais, ou, a Europa simplesmente demasiadamente pequena. O Mundo Português sobrevive em todos os continentes. Esqueçam-se dos nossos media, dos nossos politiqueiros, das visões colonialistas de Bruxelas.
Agarrem-se ao que nunca nos conseguiram tirar nem taxar:
A ALMA LUSA! Esta vive onde um coração luso bate!
A solução de todos os nossos problemas está dentro de nós e de mais ninguém. Tem de vir de dentro para fora e ninguém a conseguirá parar. 
Desliguem as televisões, desistam das leituras dos jornais; são todos coniventes na introdução da escravatura globalista. 
Não sejam engraxadores das botas de agiotas em casas outrora nossas.
Mais vale comer pães mais pequenos, mas manter a identidade própria de cabeça levantada, do que ser submissos servidores de interesses não nossos.

A chama existe e encontra-se bem viva !
O Mundo Português encontra-se dentro de imensos seres humanos espalhados por toda a parte. Sabem que fazem parte de algo tão bem e gigante que é apenas aos poucos que conseguimos ver e compreender a sua verdadeira dimensão.
As sementes lançadas sob a bandeira das Quinas e a Cruz de Cristo ainda vão brotar e encaminhar a humanidade.
A 3ª RAZÃO DE EXISTÊNCIA DE PORTUGAL SERÁ CUMPRIDA !"
— Rainer Daehnhardt

Fundação D. Manuel II negocia cooperação para difusão da língua portuguesa em Timor

Acordo

Considerando a necessidade de bons programas pedagógicos em Língua Portuguesa para a Televisão de Timor a Fundação D. Manuel II negociou um acordo de cooperação entre a Fundação Padre Anchieta, do Governo do Estado de São Paulo, e a TV Timor. Esta Fundação é proprietária da TV Cultura, considerada uma das melhores televisões pedagógicas do mundo. No dia 12 de Setembro terá lugar a assinatura do protocolo ente o Governador do Estado de São Paulo, Dr. Geraldo Alckmin e o Embaixador de Timor-Leste, Gregório Sousa, na presença do Príncipe Dom Gabriel de Orleães e Bragança, em representação da Fundação D. Manuel II, e do Dr. Durval de Noronha Goyos, Director da Fundação Padre Anchieta. O Dr. Noronha Goyos foi, em colaboração com S.A.R. o Senhor D. Duarte de Bragança, o principal responsável pela concretização deste programa destinado à difusão da língua portuguesa em Timor. Esperamos que em breve esta cooperação possa ser estendida às televisões de outros países da CPLP.

Fonte: Casa Real Portuguesa

sábado, 24 de setembro de 2016

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

2º DIA: ACADEMIA DE VERÃO DA JUVENTUDE MONÁRQUICA ...

Real Associação da Beira Litoral: 2º DIA: ACADEMIA DE VERÃO DA JUVENTUDE MONÁRQUICA ...: Sábado, dia 17 de Setembro de 2016 O 2º Dia da Academia de Verão da JMP começou com a introdução ao tema desse dia pelo Presidente...

300 anos do Patriarcado de Lisboa


O Cardeal-Patriarca de Lisboa disse hoje que as comemorações dos 300 anos da qualificação patriarcal da Diocese de Lisboa vai ser assinalado com publicações sobre três séculos de história, concertos e o encerramento do Sínodo Diocesano. Para D. Manuel Clemente, o encontro que “terá mais consistência na vida diocesana” será o encerramento do Sínodo Diocesano, que reunirá 137 delegados de 30 de Novembro a 4 de Dezembro, no Turcifal. “O momento sinodal não vale por si. É o momento canónico de um caminho que começou em 2014, quando milhares de católicos da diocese de Lisboa em centenas de grupos foram refletindo os cinco capítulos da exortação ‘A Alegria do Evangelho’”, afirmou o cardeal-patriarca de Lisboa hoje em conferência de imprensa. O “movimento sinodal” que a reflexão dos grupos originou e o “sentido missionário” que criou, “recuperando a velha legitimação do patriarcado”, são para D. Manuel Clemente os “dois frutos” principais do Sínodo Diocesano que decorreu em Lisboa nos últimos três anos, quase 400 anos após o anterior, realizado em 1640. O Sínodo Diocesano envolveu mais de 20 mil pessoas que analisaram, em 1000 grupos, os cinco capítulos da exortação do Papa Francisco “A Alegria do Evangelho” e fizeram propostas para o documento de trabalho que vai ser debatido e votado na Assembleia Sinodal.


Os 300 anos da qualificação patriarcal da Diocese de Lisboa vão ser assinalados também com o musical “Partimos. Vamos. Somos”, nos dias 18 a 20 de Novembro, encenado por Matilde Trocado, e Concertos no Teatro Nacional São Carlos, nos dias 24 e 25 de Novembro. A publicação das Cartas Pastorais dos Patriarcas de Lisboa, da histórias dos bispos anteriores a 1716 e a exposição sobre os três séculos do Patriarcado de Lisboa são iniciativas que evocam “a memória” da Igreja Católica em Lisboa. 



As referências ao cristianismo na região de Lisboa remontam à viragem do século III para o século IV, sendo mais precisas no século VII a respeito da participação dos bispos de lisboetas nos vários concílios, desconhecendo-se o dinamismo católico durante o domínio muçulmano entre os séculos VIII e meados do século XII. A reconquista e posterior expansão missionária marcou um novo dinamismo católico, em torno de congregações religiosas, escolas e centros culturais, que empreenderam, até ser elevada a metrópole eclesiástica em 1393, sendo seu primeiro arcebispo D. João Anes. Em 1716, o papa Clemente XI concedeu a qualificação patriarcal à diocese de Lisboa, primeiro o título basílica patriarcal à capela real, ficando a antiga diocese dividida em duas até 1740, ano em que foi reunificada. O título patriarcal dado a Lisboa apenas repartido com Veneza, tendo Lisboa 17 patriarcas na sua história, desde D. Tomás de Almeida a D. Manuel Clemente, sempre feitos cardeais no primeiro consistório a seguir à sua nomeação.

DOM DUARTE DE BRAGANÇA ENTREGA PRÉMIO INFANTE D. H...

Família Real Portuguesa: DOM DUARTE DE BRAGANÇA ENTREGA PRÉMIO INFANTE D. H...: Dezanove alunos da Escola Internacional de Torres Vedras (EITV) receberam das mãos de Sua Alteza Real D. Duarte Pio, do Dr. Carlos Bern...

EL-REI DOM MANUEL II, SEGUNDO MARGERY

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DOM MANUEL II - DEBATE "5 DE OUTUBRO E DOM MANUEL ...

Família Real Portuguesa: DOM MANUEL II - DEBATE "5 DE OUTUBRO E DOM MANUEL ...: A Real Associação de Lisboa promove no próximo dia  1 de Outubro  pelas  15:30  (Sábado) na  Academia da Estrela  sita na  Rua do Quel...

terça-feira, 20 de setembro de 2016

DEBATE EM LISBOA: 5 DE OUTUBRO E D. MANUEL II - HISTÓRIAS E FICÇÕES


A Real Associação de Lisboa promove no próximo dia 1 de Outubro pelas 15:30(Sábado) na Academia da Estrela sita na Rua do Quelhas, 32 - Lisboa, o debate "Cinco de Outubro e D. Manuel II - Histórias e ficções" que colocará em confronto duas sensibilidades distintas de dois conhecidos jornalistas da nossa praça sobre a revolução republicana: pelo lado azul e branco a de Nuno Galopim, autor do "Manuel II - Os últimos dias do Rei" um romance histórico recentemente lançado; e pelo lado verde-rubro, a de Fernando Madail, autor do romance "A Costureira sem cabeça", uma recriação da implantação da República contada por imaginários "dizeres do povo".

Nuno Galopim começou por traçar um futuro nas ciências, mas o jornalismo, a rádio e, sobretudo, a música e o cinema acabaram por falar mais alto. Com 27 anos de carreira nos media escreve hoje no Expresso, Blitz, Metropolis e é autor dos blogues Sound + Vision e Máquina de Escrever. É o autor dos livros Retrovisor: Uma Biografia Musical de Sérgio Godinho (2005), Os Marcianos Somos Nós (2015) e The Gift – 20 (2015) e colaborou na Enciclopédia da Música Ligeira Portuguesa. Os Últimos Dias do Rei é a sua primeira obra de ficção.

Fernando Madaíl nasceu em 1962. Estudou Direito na Universidade de Coimbra, área que trocou pelo jornalismo. Jornalista desde 1980, colaborou em vários órgãos de comunicação, de que se destacam O Tempo, Diário de Coimbra, O Jornal de Coimbra ou O Jogo e o Diário de Notícias. É autor da biografia Fernando Valle - Um Aristocrata de Esquerda, publicada em 2003. A Costureira sem Cabeça é o seu primeiro romance.

Para mais esclarecimentos e inscrições contacte-nos através do endereçosecretariado@reallisboa.pt, pelo telefone 21 342 81 15 ou presencialmente na nossa Sede nos horários habituais.

Contamos com a sua presença!

A Direcção
Real Associação de Lisboa

Praça Luís de Camões, 46 2° Dto
1200-243 Lisboa
Tlf.: (+351) 21 342 81 15

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domingo, 18 de setembro de 2016

18 de Setembro de 1865: Inauguração do Palácio de ...

Estórias da História: 18 de Setembro de 1865: Inauguração do Palácio de ...: Num dos mais deslumbrantes locais da cidade do Porto , no antigo campo da Torre da Marca, foi erguido o Palácio de C...

COIMBRA: JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIMÓNIO 2016

Real Associação da Beira Litoral: COIMBRA: JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIMÓNIO 2016

NOVA PORTUGALIDADE ENTREGA PETIÇÃO PELA PRAÇA DO IMPÉRIO


Ontem (13/09/2016), na Assembleia Municipal de Lisboa, Miguel Castelo BrancoRafael Pinto BorgesPedro Sánchez e Hugo Dantas para entregar a petição "Preservar a Praça do Império é defender a Portugalidade" em representação da Nova Portugalidade. Há pouco mais de um mês, quando lançámos a cruzada pelos brasões da Praça do Império, a todos pareceu improvável a conquista de 2000 assinaturas em tão curto período. Fizemo-lo e dobrámos dez vezes o número exigido pelas autoridades. Consigo e o povo de Lisboa de pé, os brasões não vão a lado nenhum. — com Miguel Castelo BrancoRafael Pinto BorgesPedro Sánchez e Hugo Dantas.

Os santos também vão para o inferno

Não era médica, nem enfermeira, nem assistente social, mas mãe: a ‘madre’ Teresa de Calcutá. As suas casas não pretendem ser hospitais, nem centros sociais mas, para quem a não tem, casa de família.


Vai longe o tempo em que os santos iam para o céu; agora não, são condenados ao inferno. Não ao de Lúcifer, que está para além do limiar da morte, mas ao do desprezo social e da crítica mediática, onde pontificam outros belzebus, não menos sulfurosos, nem menos avessos à santidade cristã.
Assim foi, com efeito, o que agora aconteceu com a madre Teresa de Calcutá: ao mesmo tempo que o papa Francisco a canonizava, na praça de São Pedro, no passado dia 4 de Setembro, na presença de milhares de fiéis de todo o mundo, uma certa imprensa encarregava-se de fazer de advogada do diabo, denegrindo a memória da santa fundadora das missionárias da caridade. Desses infames ataques deu-se conta aqui, no Observador (Madre Teresa. A santa que nem todos aceitaram) bem como, no dia seguinte, no Público (Santa Teresa de Calcutá, um exemplo da Igreja para os pobres, de onde procedem as citações abaixo reproduzidas).
Tudo feito, claro está, em prol da ‘independência’ e ‘qualidade’ da informação, segundo o conhecido dogma jornalístico: não há bela sem senão. Portanto, uma reportagem sobre alguém, mesmo que seja um santo, tem que ter, em nome da isenção e objectividade, alguma nota negativa, mesmo que falsa. Caso contrário, talvez seja publicidade, mas jornalismo não é. Ou seja: mente-se, para que a notícia pareça mais verdadeira.
Uma recorrente acusação contra Santa Teresa de Calcutá é – pasme-se! – a sua pobreza. Um médico dessa cidade indiana, Aroup Chatterjee, lamentou, em livro da sua autoria, o que, muito significativamente, denomina “cultura da frugalidade”, seguramente porque desejaria o contrário, ou seja, a cultura da opulência. Pelos vistos, se há quem afirme que a Igreja é rica demais, também há quem a considere pobre em excesso.
S. Teresa de Calcutá é igualmente criticada por ter sido proselitista, pois queria “converter ao cristianismo os mais pobres dos indianos, maioritariamente hindus”. Que os queria converter, não há nenhuma dúvida, porque ninguém pode ser verdadeiramente cristão sem ter ânsia de partilhar a fé. Mas isso é evangelizar e não fazer proselitismo, que é o que fazem os agnósticos e ateus que pretendem impor as suas convicções.
Ao contrário do que se insinua, a madre Teresa nunca impôs a nenhum não-católico a sua fé, de que não era fanática mas sim coerente. Também nunca discriminou ninguém: embora tivesse toda a legitimidade para apenas acolher cristãos, a verdade é que as suas casas sempre estiveram abertas a todos os pobres mais pobres, sem distinção de credos ou de raças. Só assim se entende, precisamente, que se tenha estabelecido na Índia, onde, de facto, abunda a pobreza e os católicos são uma escassa minoria. Por certo, não consta que alguém, que tenha sido acolhido pela madre Teresa ou pelas suas religiosas, tenha sido forçado à conversão.
Também houve quem acusasse a fundadora das missionárias da caridade de não ter sido, na terra de Gandhi… o Che Guevara de sari! É o caso do fervoroso ateu que escreveu Hell’s Angel, um livro e documentário que, como o título indica, diaboliza a madre Teresa de Calcutá, de cuja virgindade até se atreveu, de forma infame, a duvidar. Christopher Hitchens censura-a por não ter lutado contra as causas da pobreza e por se ter aliado ao statu quo “ao instilar nos pobres a ideia de que a sua condição era permanente, em vez de lhes dar armas (sic) para procurar um futuro melhor”. Não é verdade, porque nas sociedades que promovem o aborto, a madre Teresa denunciou corajosamente esse silencioso genocídio, bem como a exploração das mulheres obrigadas a recorrer à contracepção.
Com certeza que o mundo estaria muito melhor se Teresa de Calcutá, em vez de fundar a congregação das pacíficas e sorridentes missionárias da caridade, tivesse criado um partido político revolucionário – um daqueles que falam muito nos pobres, mas que não fazem nada por eles, até porque acham que o voluntariado é uma treta – ou um exército de libertação – a eventualmente designar por guerrilheiras da caridade – que “desse armas”, em sentido literal, para o tão desejado “futuro melhor”! Pena é que Che Guevara e os seus camaradas, em vez do “futuro melhor”, tenham deixado um rasto de opressão e miséria, nos países onde implantaram a ditadura do proletariado.
Mas, não é verdade que as condições clínicas das casas da madre Teresa, nomeadamente no que respeita à assepsia, não eram as melhores? Vale a pena recordar, a este propósito, que a fundadora das missionárias da caridade não era a médica Teresa de Calcutá, nem a enfermeira Teresa de Calcutá, nem a assistente social Teresa de Calcutá, mas a ‘madre’ Teresa de Calcutá. Ou seja, as suas casas não eram, nem pretendiam ser, improvisados hospitais, ou centros sociais, que seriam, de facto, muito insuficientes mas, para quem o não tinha, o seu lar. Não em vão ‘madre’ significa, precisamente, mãe.
A madre Teresa não dava consultas de life coaching, não era mestra em autoajuda, nem prometia curas milagrosas. Mas dava colo a crianças que nunca o tinham tido, acarinhava velhos despejados no monturo das grandes cidades, sorria a quem só conhecia os esgares do desprezo e da indiferença, atendia os descartados, dava paz aos tristes e, até, alegria aos moribundos.
Haverá sempre quem não entenda a sublimidade da caridade, que é o principal mistério cristão, o mistério do próprio Deus. Embora a hipocrisia seja a homenagem que o vício presta à virtude, é lamentável o facciosismo de alguns. Não é preciso ser teólogo, nem cristão, nem crente sequer para reconhecer que a madre Teresa de Calcutá, mesmo não tendo seringas esterilizadas, soube dar, a milhares de pobres anónimos, o mais necessário e valioso curativo: o seu amor de mãe.
Fonte: Observador

sábado, 17 de setembro de 2016

HONRAS DE PARENTE DA CASA REAL

Bandeira da Casa Real

Honras de Parente da Casa Real

por Blog Real, em 12.05.15
Honras de Parente da Casa Real (abreviado Honras de Parente) foi uma distinção honorífica de primeira grandeza concedida pela Coroa Portuguesa a títulos nobiliárquicos.
Hierarquia:
As Honras de Parente eram hierarquizadas em tratamento de tio, sobrinho e primo d´el-Rei.
Eram as seguintes as distinções integradas nas Honras de Parente:
  • Honras de Parente da Casa Real com tratamento de tio d´el-Rei (honra máxima, apenas usada pelo Ducado de Bragança antes da ascensão ao trono);
  • Honras de Parente da Casa Real com tratamento de sobrinho d´el-Rei;
  • Honras de Parente da Casa Real com tratamento de primo d´el-Rei.
Os detentores de tais honras gozavam de precedência sobre os demais titulares. Assim, por exemplo, os marqueses com Honras de Parente tinham precedência sobre os demais marqueses, mas também um conde com Honras de Parente tinha precedência sobre todos os titulares sem esta distinção, ainda que fossem duques ou marqueses. Os títulos hierarquizavam-se segundo os seguintes critérios de precedência:
  • Honras de Parente
  • Grau (Duque, Marquês, Conde, Visconde ou Barão)
  • Juro e herdade (em detrimento dos títulos vitalícios)
  • Antiguidade
Por lei o detentor de Honras de Parente detinha, por inerência, Honras de Grandeza. Contudo as Honras de Parente apenas foram concedidas a títulos de Duque, Marquês e Conde, títulos que já implicavam de per si direito a Honras de Grandeza.
Títulos com Honras de Parente:
Duques:
Marqueses:
Condes:

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Memória

Memória

dom-duarte-pio-de-braganca.jpg
“O Rei só se justifica como Chefe livre de uma Nação livre. Para que ele possa ser livre, é imprescindível que a Nação o consagre em liberdade, ou por amor da liberdade, como aconteceu com El-Rei D. Afonso Henriques, El-rei D. João I e com El-Rei D. João IV.”
“Por força de uma sucessão dinástica a que me sinto completamente vinculado, achei-me perante deveres recebidos de meu Pai e dos Reis de Portugal, nossos antepassados, que a eles nunca se escusaram.”

“A Instituição Real explica-se por uma dádiva total ao País, para além da existência ou inexistência do Trono.”

Trechos da 1ª Mensagem de S.A.R. Dom Duarte Pio, em Março de 1977

Dom Carlos de Bragança – Rei e Lavrador


rei-lavrador

Dom Carlos de Bragança, como filho primogénito do Rei Dom Luís I e na qualidade de príncipe herdeiro da Coroa de Portugal, recebeu desde cedo os títulos oficiais de Príncipe Real de Portugal e Duque de Bragança, recebendo aos 21 anos as propriedades do Morgadio da Casa de Bragança, ou melhor o usufruto dos rendimentos do ducado dessa grande e Sereníssima Casa, último morgadio que no seu tempo era ainda, legalmente, permitido em Portugal.

Dom Carlos recebeu as propriedades hipotecadas, mas apesar de não possuir formação na área – impedido pela sua condição real, tornou-as lucrativas, prósperas e livres de qualquer penhor.

Era quando cruzava a Porta dos Nós do Paço Ducal de Vila Viçosa que El-Rei irradiava felicidade, pois o dever tornava-O num cidadão urbano à força, sempre nostálgico do bucolismo e com as raízes a chamarem-No à terra dos antepassados.

Assim juntando à especial capacidade para Reinar, aos dotes preclaros de uma inteligência cultíssima que se manifestava das mais diversas formas e talentos, El-Rei era, também um competentíssimo proprietário rural, conseguindo gerir de uma forma profissional as propriedades que recebeu em herança.

Era nas Suas propriedades alentejanas que Sua Majestade Fidelíssima estava nas suas sete quintas, despindo o uniforme de Marechal-General – privatístico do Rei – e trajando como simples lavrador.

Criou touros na herdade do Vidigal, em Vila Viçosa produziu vinho, cortiça, azeite, produtos reconhecidos cá dentro e além fronteiras como dos melhores que se produziam em Portugal, chegando a ser premiados, diversas vezes, internacionalmente.

Quando o Rei de 44 anos morreu, juntamente com o Príncipe Real de 20, tombados em serviço da Pátria e do Reino, às balas do terrorismo, em 1 de Fevereiro de 1908, no trágico episódio que ficaria conhecido na História de Portugal como o Regicídio – a Família Real Portuguesa regressava no Comboio Real precisamente das férias de Natal em Vila Viçosa -, Dom Carlos I de Portugal deixa em herança a Dom Manuel II um vastíssimo património livre de dívidas e um enorme conjunto de propriedades produtivas e lucrativas.

Miguel Villas-Boas – Plataforma de Cidadania Monárquica

REABERTO O PAÇO DOS HENRIQUES, O DO TRATADO DAS ALCÁÇOVAS



A 4 de Setembro de 1479, foi assinado o importante Tratado das Alcáçovas entre o Rei de Portugal (D. Afonso V) e os Reis Católicos. Estava também presente o príncipe D. João, que viria a reinar como D. João II. O tratado estabeleceu a paz entre Portugal e Castela e reconheceu a posse portuguesa da Madeira e dos Açores, bem como da costa da Guiné até então descoberta, e a posse espanhola das Canárias. É considerado a antecâmara do Tratado de Tordesilhas (1494).

A 4 de Setembro de 2016, dia de aniversário, 537 anos depois, foi reaberto ao público, nas Alcáçovas, o Paço dos Henriques, onde se assinou o Tratado das Alcáçovas. 
O edifício, também conhecido como Paço Real, é monumento nacional desde os anos ’90 e foi magnificamente restaurado e requalificado para usos culturais. O restauro foi fruto de uma cooperação exemplar entre várias entidades e organismos, o que é de exaltar.
Houve festa grande com o povo das Alcáçovas, orgulhoso da sua história e do seu património. Está de parabéns o município de Viana do Alentejo, presidido por Bengalinha Pinto.

4 de Setembro de 2016

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

CONCERTO DE HARPA EM COIMBRA NO MOSTEIRO DE SANTA CLARA-A-NOVA


Prezados Irmãos e Amigos,

No próximo dia 18 de Setembro, realizar-se-á, pelas 21.30 horas, um concerto pela harpista Beatriz Cortesão, o qual terá lugar no claustro do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, por ocasião do encerramento da terceira fase do Congresso Internacional do Espírito Santo.

A entrada é gratuita para os irmãos da Confraria, mas deverão reservar o seu bilhete no Recordatório da Confraria.

Para os demais interessados, a entrada custa 5 euros, a adquirir também no Recordatório, junto à igreja da Rainha Santa Isabel.
A lotação é limitada, pelo que os interessados deverão fazer a sua reserva o mais cedo possível.

Com os cordiais cumprimentos em nome da Mesa Administrativa da Confraria,
António Rebelo