quinta-feira, 25 de abril de 2019

Bom feriado e Dia da Liberdade 🕊 para quem gosta da Verdade, Marinheir@s

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A propósito de Paz e Liberdade, acho que ainda somos livres de honrar a História, se bem me lembro,
da última vez que reparei,
ainda não foi proibido, se bem que retirado das escolas,
e bem confuso nas várias versões tendenciosas da Web,
mas
nunca será esquecida pelos que também não forem esquecidos pela História.

Estes que cá andam, por certo serão.

Este, decerto que não, pois era pela União:

A 25 de Abril 1828 D. Miguel I é aclamado Rei de Portugal.

Último Rei Tradicionalista e messiânico, deposto e afastado pela força, ganância, manipulação, difamação, engano e perdição dos "modernos" valores morais e políticos liberalistas,
grandes malabaristas,
e os resultados até "ferem as vistas",

com vários "diz que disse" mas poucos factos,
mas da vilania dos que ficaram,
bem visíveis os actos.

A boa e verdadeira Tradição não esmorece no tempo nem na razão,
senão nos mortos vivos sem Coração.

Assim, cada um sinta por si,
pois em 1828,
o nosso Senado aclamou o nosso último e Legítimo Rei,
jurado como tal pelos Três Estados do Reino,
legitimido pelas Leis do Reino,
de Lamego e das Cortes de 1641,
puras Constituições da Pátria
e que deram forma à nossa Nacionalidade e Independência.

Talvez encarnação sebastianista, o retorno do Príncipe inspirado, castiço, aristocrático e rude, romântico e feroz,
decerto um espírito HUMANO que encarnava os vícios e virtudes de um povo amando a Ordem Natural em Harmonia com um Rei desejado.

Além de Legítimo, para muitos, D. Miguel I foi o último Rei amado e compreendido pelo povo.

A oposição constitucional liberalista e partidária, tendenciosa invasiva e assassina, vence então, pela invasão de seu irmão,
D. Pedro do Brasil, com tropas estrangeiras mercenárias, que pretenderam retirar o poder inspiracional e absoluto do Rei,

substituindo-o pelo liberalismo laico e partidário em voga, divisor de nações,
para iniciar o nosso enfraquecimento moral,

pois decerto foi daí que passámos a sentir no nosso colectivo inconsciênte que o que era bom e moderno, vinha de fora!

Quer dizer, desde sempre, venha o que é bom, que adoro especiarias, costumes, pessoas e culturas diferentes e exóticas mas

rasgando a nossa Bandeira em dois,
desde sempre e apenas Branca,
de União em Paz

passando a Azul e Branca,
passou a ser Nacional a bandeira do Partido Constitucional.

Dividindo-a para ... reinarem eles, só pode.

Hoje, seria como se a bandeira de Portugal passasse a ser a bandeira toda vermelha do P.S.
para preencher e compor todo o ramalhete, simbolizando o sangue inocente derramado, de onde vêm as ideias desta gente.

Assim a bicolor azul e branca permaneceu como bandeira nacional até à implantação da República,
que permanece bicolor,

pior ainda, com cores foleiras e de significado ainda mais triste, parece tudo menos europeu, nem sequer humana,
ainda com laivos de imperialismo colonial e sanguinário,
muito menos da Paz,
que até já penduraram ao contrário, proféticamente,
num país já dividido e manipulado pelos interesses da banca e do poder capital sobre o espiritual e tudo o que é bom e manso.

Para cada pessoa que acredita nalguma coisa, há agora outras tantas que se insurgem... porque não acreditam em nada. Tristeza.

Enfim, são muitas tristezas para um País tão pequenino, não hei-de eu amar o FADO;

Ainda por cima, vieram os mesmos e não contentes, entram por aqui a dentro e matam-nos os Reis, mesmo os "seus meninos", Constitucionais,
e implantam uma Répública com uma nova e reles Constituição que, até hoje, não permite ao povo optar pela sua História e sistema Tradicional,
mas permitiu-lhes mudar os nomes de ruas e avenidas com nomes de Reis e Rainhas pelos de Regicídas suicídas.

Nem para passear o cãozinho dá calminha,
olha o Karminha!

Até QUANDO ?

Ora, decerto pela cobardia não será, ou mesma força da populaça, que nos mesmos erros anteriores se perde toda a Graça.

Confiemos em nossos Corações e em Paz ,
a sós, para ao Alto viremos nossas meditações.

Vejamos o exemplo de D. Miguel, depois da invasão de Portugal pelo irmão, D. Pedro do Brasil com mercenários ingleses iniciam uma invasão de Portugal e uma guerra civil,
pelo que quando D. Miguel se viu perdido, capitula em Évora Monte e entregou-se,
tal como Luís XIV em França, sem revolta, contra aquela que aceitavam estes Delfins como sendo a vontade divina,

expressa pela manifestação do povo, tal era a sua Fé,
embora o povo tivesse sido manipulado e traído pelos interesses liberais,
aceitou a vontade expressa do povo como a Sua vontade.

Claro, que fosse hoje, os nossos governantes têm bons advogados e a banca por trás,
querem lá saber o que o povo sente.

O povo já quase não vota, de tanto desalento,
e eles ganham sempre, felizes e contentes.

Trágico e heróico, amado e difamado, como todas as grandes figuras da História, foi assim, o último Rei da Tradição Portuguesa.

Tal como na espiritualidade, na alimentação, nas medicinas tradicionais, Religiões, Ciências e nas Artes, temos tudo a aprender e a ganhar com as nossas tradições, mais do que procurar agradar aos de fora,
que nos definem como povo da Luz, Lusitanos, solarengos, felizes e esperançosos,
crentes, num País em que o verdadeiro Cristão é tanto senhor como amigo de seu irmão não crente, em respeito mútuo e Paz,
com que tudo o que é possível se faz.

Viva Portugal, Porto de Abrigo do Santo Graal, que é o amor de Deus que brota no Coração de todos os verdadeiros portugueses.

Haja Paz ðŸ’–
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P.S. "Pelos seus frutos os conhecereis"

Claro, depois da vitória da Revolução Liberal, em que D. Pedro depôs o irmão, el-Rei D. Miguel I, sob falsos pretextos,
os vencedores não se enten­deram,
quais porcos a guinchar por mais,
de forma a tomarem eles o poder, que detêm hoje, como mandantes, governantes e supostos pretendentes, todos em concluio com a Banca e com a Nova Ordem Mundial

e o próprio revoltoso liberal de então, o regente D. Pedro, também ele manipulado pelos revolucionários que queriam mais do que fazer ouvir a sua voz,
mas o poder absoluto nas suas mãos,
como detêm agora,
numa noite de Verão, no Teatro de S. Carlos, em Lisboa,
ouviu os gritos de ... "Abaixo o Ditador" !

Aos 35 anos, D. Pedro, o suposto ex-rei e ex-imperador insurgente, decerto minado pelo desgosto da sua traição, agora duplamente traído, enfraquecido pela tuberculose, parecia um velho judas e falece a 24 de Setembro de 1834, no quarto onde nascera, no Palácio de Queluz.

D'el Rey D. Miguel I de Portugal,
ficam as saudades do futuro.

Pedro de Faro

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