domingo, 17 de agosto de 2014
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
domingo, 10 de agosto de 2014
MONÁRQUICOS EM FÉRIAS NO ALTO MINHO
A JMP de Viana do Castelo vem convidar todos os seus amigos a participar no jantar, promovido por um amigo monárquico, intitulado 'Monárquicos em férias'. São todos muito bem-vindos! Não interessa saber se são de alguma Real Associação, se pertencem à Juventude Monárquica Portuguesa, se são do PPM, ou se são outra coisa qualquer. Só interessa que o ideal seja comum, isto é, o 'ser monárquico'.
Por favor, confirmem presença para o email anunciado no convite ou enviando mensagem para a presente página da JMP Viana do Castelo.

JMP Viana do Castelo
É no dia 15 de Agosto de 2014 pelas 20:30, no Restaurante Remo, em Caminha (junto à estação dos Ferrys).
Caro e amigo monárquico
Conforme o combinado junto seguem informações sobre o jantar dos Monárquicos em Férias!!!
Conforme o combinado junto seguem informações sobre o jantar dos Monárquicos em Férias!!!
É no dia 15 de Agosto de 2014 pelas 20:30, no Restaurante Remo, em Caminha (junto à estação dos Ferrys).
O menu é: pão, azeitonas,azeite de Trás-os-Montes - Mirandela - Avidagos - da Directo da Terra, bacalhau com broa,sobremesa leite creme ou salada de frutas, água, vinho branco de Ponte de Lima, vinho tinto do Alentejo, café. Preço +ou-18,00€.
Há alguns anos a esta parte, lembrei-me de organizar um jantar, sem fins lucrativos ou políticos, unicamente para juntar os monárquicos, os consortes ou amigos (as), os simpatizantes ou não, num convívio lúdico e cultural entre pessoas com ideais e valores. Como em princípio estamos em férias, a nossa mente está mais liberta para o convívio, amizade e para a criatividade.
Bem Hajam!!!
Saudações Monárquicas!!!
VIVA o REI
VIVA PORTUGAL
Obs.: Quem souber tocar guitarra ou cantar venha prevenido!!!
Há alguns anos a esta parte, lembrei-me de organizar um jantar, sem fins lucrativos ou políticos, unicamente para juntar os monárquicos, os consortes ou amigos (as), os simpatizantes ou não, num convívio lúdico e cultural entre pessoas com ideais e valores. Como em princípio estamos em férias, a nossa mente está mais liberta para o convívio, amizade e para a criatividade.
Bem Hajam!!!
Saudações Monárquicas!!!
VIVA o REI
VIVA PORTUGAL
Obs.: Quem souber tocar guitarra ou cantar venha prevenido!!!
Publicada por Real Associação Beira Litoral
EM PORTUGAL OS MONÁRQUICOS AINDA ACREDITAM NA MUDANÇA
Os republicanos e os monárquicos pretendem o mesmo regime para a Península Ibérica
Há muito que em Portugal também existe uma divisão entre monárquicos e republicanos uma vez que os primeiros ainda sonham com o regresso do regime monárquico. Ricardo Alves, presidente da Associação Cívica República & Laicidade, não acredita que haja "uma mudança de regime em Portugal porque a república está bem consolidada". No entanto, o líder desta associação pretende melhorias, nomeadamente no que diz respeito "à limitação de mandatos nos órgãos de soberania". Por fim, Ricardo Alves entende que "o regime devia ser aprofundado". Em relação ao que se passa no país vizinho, o republicano garante que "o sistema republicano é o melhor para Espanha e tem "esperança que no futuro haja mudanças", mas que "elas não vão acontecer este ano, à excepção da Catalunha, que se se tornar independente vai ser uma república".
Não é o facto de os republicanos afastarem qualquer discussão sobre o regime instalado em Portugal que vai fazer com que os monárquicos desistam de lutar. O presidente da Associação Real de Lisboa, Nuno Pombo, confirma ao i que "é sempre o momento de voltar a abordar o regime" e entende que "os monárquicos têm de aproveitar as actuais circunstâncias, uma vez que é necessário fazer uma reflexão das instituições". O líder dos monárquicos lisboetas não tem dúvidas que há "uma caducidade das organizações políticas em Portugal". Por esta razão, Nuno Pombo acredita numa mudança de regime no nosso país porque "vejo muitas pessoas interessadas em discutir a relevância das instituições políticas". O monárquico considera que "só com uma instituição real no poder é que Portugal consegue ter uma voz mais forte na Europa e no mundo".
As mudanças no poder real em Espanha não passam despercebidas a Nuno Pombo. O dirigente lisboeta diz que "Juan Carlos não fez bem nem mal, embora não haja nenhuma razão para duvidar que as decisões do rei tenham sido precipitadas ou tomadas por causa da conjuntura" e acredita que "Filipe VI saberá dar resposta positiva àquilo que a população espanhola espera dele".
Uma questão que causou manifestações nas várias organizações republicanas e monárquicas foi a abolição dos feriados nacionais nos dias 5 de Outubro e 1 de Dezembro. Nestas datas festeja-se a implantação da República e restauração da independência. A historiadora Raquel Varela é da opinião que "em Portugal não há uma verdadeira questão de regime entre república e monarquia porque o número de votos que os monárquicos representam é residual". Na opinião da investigadora da Universidade Nova de Lisboa "as datas deviam voltar a ser feriados porque não há nenhuma razão de interesse geral que justifique retirar feriados numa sociedade como a nossa, imensamente mais produtiva a cada década que passa". Por fim, Raquel Varela acredita que, tanto o 5 de Outubro como o 1 de Dezembro voltarão a ser comemoradas pelos seus simpatizantes, mas também pelo resto da população como um dia de descanso.
Publicado por Francisco Castelo Branco em 7 Ago 2014
Publicada por Real Associação Beira Litoral
POR UM REFERENDO!
Só há democracia com consentimento informado e liberdade de opção.
EM DEMOCRACIA NÃO PODE HAVER TABUS! A cada um tem de ser permitido buscar a Felicidade pela via que lhe parece boa, contanto que não cause dano à liberdade dos outros aspirarem a um fim semelhante!
Um Estado que se rege sobre o princípio da benevolência para com o seu Povo, à maneira de um pai relativamente aos seus filhos, com um regime republicano paternal, esse sim, que entende os cidadãos como súbditos, crianças menores que ainda não podem distinguir o que lhes é verdadeiramente útil ou prejudicial, e por isso os obriga a comportar-se de maneira passiva. Basta de um regime de Imperium paternale, que vê os cidadãos como crianças menores que não podem discernir o que lhes é realmente vantajoso ou nocivo, submetendo-os a comportar-se de modo paciente, aguardando da classe dirigente um alvitre sobre a melhor maneira de que devem ser felizes, se e no grau que essa classe o queira.
EM DEMOCRACIA NÃO PODE HAVER TABUS! A cada um tem de ser permitido buscar a Felicidade pela via que lhe parece boa, contanto que não cause dano à liberdade dos outros aspirarem a um fim semelhante!
Um Estado que se rege sobre o princípio da benevolência para com o seu Povo, à maneira de um pai relativamente aos seus filhos, com um regime republicano paternal, esse sim, que entende os cidadãos como súbditos, crianças menores que ainda não podem distinguir o que lhes é verdadeiramente útil ou prejudicial, e por isso os obriga a comportar-se de maneira passiva. Basta de um regime de Imperium paternale, que vê os cidadãos como crianças menores que não podem discernir o que lhes é realmente vantajoso ou nocivo, submetendo-os a comportar-se de modo paciente, aguardando da classe dirigente um alvitre sobre a melhor maneira de que devem ser felizes, se e no grau que essa classe o queira.
Uma Democracia organizada sob o molde de um governo parlamentar sob a forma de uma Monarquia Constitucional é o modelo de regime que fica mais próximo do hábito e costumes portugueses em que o poder do Rei sempre adveio de um pacto com as Cortes – que no fundo era um Congresso de Chefes – e o Rei era o primus inter pares entre os barões do reino. Esse pacto numa Monarquia Constitucional Parlamentar será firmado com o Parlamento, assembleia dos Representantes do Povo, que Aclamará o Rei, passando a ser assim o primeiro magistrado da Nação e o primeiro entre iguais – os portugueses.
“O olhar fito do Rei a si conduz
Os olhares fitados e vizinhos.
O Rei fala, e um seu gesto tudo prende,
O som da Sua voz tudo transmuda.
E a Sua viva Majestade esplende.”
– Fernando Pessoa, 31/7/1935
Os olhares fitados e vizinhos.
O Rei fala, e um seu gesto tudo prende,
O som da Sua voz tudo transmuda.
E a Sua viva Majestade esplende.”
– Fernando Pessoa, 31/7/1935
Ora no actual regime republicano, onde está a Democracia, se nos negam o direito à escolha?! O Estado das Coisas republicano foi implantado por via revolucionária, e nunca foi plebiscitado. Atenção ao revisionismo histórico!!! O 5 de Outubro não foi fruto de uma vontade popular. Há que tomar em conta que, Vae Victis, o vencedor reinterpreta a História, baseado na imparcialidade com que esses factos podem ter sido descritos, especialmente com o decurso do tempo e sem a utilização do método histórico. Mas os alicerces da História não podem apoiar-se sobre fundamentos, às vezes sem nexo, preenchidos com factos mitológicos e com a imaginação daqueles que descrevem a História.
Como escreveu, e bem, Oscar Wilde, “a verdade é apenas a opinião que sobreviveu”.
Nunca foi dado aos Portugueses a liberdade de escolher sobre que sistema de governo pretendem – república ou Monarquia -, pois a Constituição da república portuguesa, ao consagrar na alínea b) do Artigo 288.º que “as leis de revisão constitucional terão de respeitar a forma republicana de governo”, impõe a república como regime e impede com esta Cláusula Pétrea um referendo nacional sobre esta matéria. Mas, apesar do limite material nada impede que formalmente haja uma revisão constitucional, que pode ser aprovada por 2/3 dos deputados eleitos e em efectividade de funções. De resto, já antes os limites materiais foram objecto de revisão constitucional.
DÊEM O DIREITO DE ESCOLHA AO PORTUGUESES!
Como escreveu, e bem, Oscar Wilde, “a verdade é apenas a opinião que sobreviveu”.
Nunca foi dado aos Portugueses a liberdade de escolher sobre que sistema de governo pretendem – república ou Monarquia -, pois a Constituição da república portuguesa, ao consagrar na alínea b) do Artigo 288.º que “as leis de revisão constitucional terão de respeitar a forma republicana de governo”, impõe a república como regime e impede com esta Cláusula Pétrea um referendo nacional sobre esta matéria. Mas, apesar do limite material nada impede que formalmente haja uma revisão constitucional, que pode ser aprovada por 2/3 dos deputados eleitos e em efectividade de funções. De resto, já antes os limites materiais foram objecto de revisão constitucional.
DÊEM O DIREITO DE ESCOLHA AO PORTUGUESES!
“E ao abismo do futuro clama
Por quem enfim
Vier, régia lusitana chama!
Pelo Rei que a Esperança chama,
Grita, clarim!”
– Fernando Pessoa, 28/12/1919
Por quem enfim
Vier, régia lusitana chama!
Pelo Rei que a Esperança chama,
Grita, clarim!”
– Fernando Pessoa, 28/12/1919
Miguel Villas-Boas
Publicada por Real Associação do Médio Tejo
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
JURAMENTO DE OURIQUE
Eu Dom Afonso, Rei de Portugal, Filho do ilustre Conde Dom Henrique, Neto do Grande Rei Dom Afonso: sendo presentes Vós o Bispo de Braga, e Bispo de Coimbra, e Teotónio, e os mais Magnates, Oficiais, e Vassalos do meu Reino: juro por esta cruz de metal, e por este Livro dos Santíssimos Evangelhos, em que ponho a mão: que eu mísero pecador, com estes meus olhos indignos, vi a Deus Nosso Senhor Jesus Cristo, posto em uma Cruz nesta forma: Eu estava com meu Exército nas Terras de Além Tejo, no Campo de Ourique, para pelejar com Ismael, e outros quatro Reis dos mouros, que tinham consigo infinitos milhares de homens. E a minha gente atemorizada com esta multidão, estava enfadada, e muito triste, em tanto que muitos diziam ser temeridade começar a guerra. E eu triste por aquilo que ouvia, comecei a cuidar comigo que faria; e tinha um livro na minha Tenda, no qual estava escrito o Testamento Velho, e o Testamento de Jesus Cristo: abri-o, e li nele a vitória de Gedeão, e disse antre mim: Vós sabeis Senhor Jesus Cristo, que por vosso amor faço esta guerra contra vossos inimigos; e que na vossa mão está dar-me a mim e aos meus fortaleza para que vençamos aqueles blasfemadores de Vosso Nome. E dizendo isto adormeci sobre o Livro, e logo vi um Velho, que se vinha para mim, e me dizia: Afonso, confia, porque viverás e desbaratarás estes Reis, e quebrantarás os seus poderes e o Senhor se te há-de mostrar. Estando eu vendo isto, chegou-se a mim João Fernandes de Sousa, vassalo de minha Câmara, e disse-me: Senhor, levantai-vos, está aqui um homem velho, que vos quer falar: entre, disse eu, se é fiel. E entrado ele onde eu estava, conheci ser aquele mesmo, que eu tinha visto na visão. O qual me disse: Senhor, está de bom ânimo: vencerás, vencerás e não serás vencido. És amado do Senhor, porque sobre ti, e sobre teus descendentes depois de ti, tem posto os olhos de sua misericórdia até à décima sexta geração, na qual se diminuirá a descendência, mas na mesma assim diminuída, o mesmo Senhor tornará a pôr os olhos e verá. Ele me manda dizer-te, que tanto que ouvires esta noite que vem, tanto a campainha da minha Ermida, na qual vivi sessenta e seis anos, entre os infiéis, guardado com o favor do altíssimo, sairás do teu arraial, só e sem companheiros, e mostrar-te-á sua muita piedade. Obedeci e com reverência posto em terra, venerei o embaixador, e a Quem o mandava. E estando em Oração, esperando pelo som da campainha, já na segunda vigília da noite, a ouvi. Então armado com a espada, e escudo, saí do arraial, e vi subitamente para a parte direita contra o Oriente um Raio resplandecente, e o resplandecer crescia pouco e pouco em mais, e quando naquela parte pus os olhos com eficácia, logo no mesmo raio mais claro que o Sol, vejo o sinal da Cruz e Jesus Cristo nela crucificado, e de uma outra parte multidão de mancebos alvíssimos, que eu creio eram os Santos Anjos. A qual visão, tanto que eu vi, posta à parte a espada, e escudo, e deixados os vestidos, e calçado, humilhado me lancei em terra, e aí derramando muita cópia de lágrimas, comecei a rogar pelo esforço dos meus Vassalos. E nada turbado disse: Vós a mim Senhor? Porque a quem já crê em Vós, quereis acrescentar a Fé? Melhor será que vos vejam os Infiéis e creiam, e não eu que com a água do baptismo vos conheci e conheço pelo verdadeiro filho da Virgem, e do Padre Eterno. A Cruz era de admirável grandeza, e levantada de terra quase dez côvados. O Senhor, com suave órgão de voz, que meus indignos ouvidos receberam, me disse: Não te apareci desta maneira para te acrescentar a Fé, mas fortalecer o teu coração neste conflito, e para estabelecer e confirmar sobre firme pedra os princípios do teu Reino. Confia, Afonso, porque não somente vencerás esta batalha, mas todas as outras, em que pelejares contra os inimigos da Cruz. Tua gente acharás alegre para a guerra, e forte, pedindote que com nome de Rei entres nesta batalha com título de Rei. Não duvides, mas concede-lhe liberalmente o que te pedirem. Porque Eu sou o que faço e desfaço Reinos e Impérios. E minha vontade é edificar sobre ti e sobre tua geração depois de ti, um Império, para que o meu Nome seja levado a gentes estranhas. E porque os teus sucessores conheçam quem te deu o Reino, fabricarás o teu Escudo de armas com a divisa do preço, com que Eu comprei o género humano, e com o que eu fui comprado dos Judeus. E ser-me-á um Reino santificado, puro na Fé e pela piedade amado. Tanto que eu ouvi estas coisas, prostrado em terra, o adorei, dizendo: Senhor, por que merecimentos me anunciais tanta piedade? Farei o que mandais e vós ponde os olhos de misericórdia em os meus descendentes, como me prometeis; e a gente de Portugal guardai e salvai, e se contra eles algum mal tiverdes determinado, antes o convertei todo em mim; e a meus sucessores e o meu povo, que amo tanto como único filho, absolvei. Consentindo, o Senhor disse: Não se apartará deles, nem de ti alguma hora minha misericórdia, porque por eles tenho aparelhado para mim grande sementeira, porque os escolhi por meus semeadores para terras mui apartadas e remotas. E dizendo isto desapareceu, e eu, cheio de confiança e suavidade, tornei ao exército. E que tudo passou assim eu el Rei Dom Afonso o juro pelos Santíssimos Evangelhos de Jesus Cristo, em que ponho a mão. Pelo que mando a meus sucessores, que tragam por divisa e insígnia, cinco escudos repartidos em cruz, por amor da Cruz e das cinco Chagas de Jesus Cristo, e em cada um trinta dinheiros de prata, e em cima a serpente de Moisés, por ser figura de Cristo. E esta será a divisa da nossa nobreza em toda nossa geração. E se algum outra coisa intentar, seja maldito do Senhor e com Judas traidor atormentado no Inferno. Feita em Coimbra a vinte e oito de Outubro, da Era de Cristo mil cento e cinquenta e dois.
Eu Dom Afonso, Rei de Portugal.
Dom João, Bispo de Coimbra.
Dom João, Metropolitano de Braga.
Dom Teotónio, Prior.
Publicada por Reaccionário em Acção Integral
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