
segunda-feira, 10 de setembro de 2018
Mensagem de SAR D. Duarte de Bragança, no Palácio da Independência.

O Rei interpreta o sentir da Nação, e age apenas pelo superior interesse do país, e nenhum outro interesse deve também mover os actores políticos. Portugal precisa de autoridade moral, de união em torno de um ideal, e precisa de um projecto que seja o cimento em torno da Nação. A política, e acima dela, a Coroa, deve procurar sempre servir esse ideal, e nunca servir-se dele em benefício próprio, mas sempre no interesse da Pátria, da gente da sua Nação e do bem-comum.
Há quase nove séculos e contra todas as adversidades, nascia Portugal, uma nação livre e independente, fruto da vontade e sacrifício dum povo unido à volta do seu Rei.
Então, como agora, foi fundamental a existência de um projecto nacional, uma causa comum e desejada que a todos envolveu: grandes e pequenos, governantes e governados, homens e mulheres. Um projecto que tinha, acima de tudo, o Rei e os portugueses unidos por um vínculo indestrutível, constantemente renovado e vencedor, um vínculo de compromisso que nos ajudou a ultrapassar crises avassaladoras no passado, e que se prolongou pelos séculos seguintes, sendo interrompida apenas em 1910.
domingo, 9 de setembro de 2018
Hoje é dia da Independência do Brasil. Mas o Brasil nunca deixou de ser um país português

Outro dia estava lendo as críticas muito bem colocadas do grande tradicionalista católico americano Christopher Ferrara acerca do mito da "revolução conservadora" - porque feita em defesa da normalidade e do direito - que teria sido a independência dos Estados Unidos. Coloquei-me a pensar a respeito do processo de independência do Brasil.
Certamente houve uma ruptura entre os dois países portugueses de Portugal e do Brasil, mas esta ruptura não foi causada pelo Brasil, nem pela velha e tradicional classe política portuguesa. Tal ruptura se deu por motivo do levantamento do Porto, que tomou Lisboa, fez Cortes Gerais contra a vontade do Rei Dom João VI e exigiu impiedosamente que o povo que recebera de braços abertos a corte portuguesa e dera homens para invadir e tomar a Guina Francesa abrisse mão das liberdades que recebera em 1815. Dom João VI, vindo para cá (para o Brasil), trouxe consigo mais que a sede do governo; trouxe miríade de instituições novas e avançadas, prosperidade e o orgulho da centralidade política ao povo do Brasil. Com efeito, no Reino Unido, a nação portuguesa fazia-se de duas unidades (Portugal e Brasil) perfeitamente iguais à luz do direito.
Outrora Estado da Monarquia, o Brasil passava agora a membro igual do Reino Unido em que se agrupava a nação portuguesa. Não só por questões geopolíticas, mas também pelo amor que adquiriu por essas terras meridionais, no dia 16 de novembro de 1815, decidiu Sua Majestade Fidelíssima elevar o Brasil ao posto de Reino no seio do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, trazendo o Brasil para o palco da história.
José Bonifácio de Andrada e Silva, posteriormente "o patriarca da Independência", já pouco tempo depois sugeriria Dom João VI proclamar-se Imperador do Ocidente, e com aplausos de toda côrte instalada no Rio de Janeiro, pensava-se um gigante geopolítico como nunca visto na Terra. Um Império unificado, espalhado por todos os cantos do mundo, cuja sede estivesse segura no além-mar, e tivesse peso e poder de influência na Europa pela antiga metrópole. Se não fosse por aqueles precipitados revolucionários de Lisboa e do Porto, o que teria sido de nossa Portugalidade?
Conquanto não se possa falar em "se" na historiografia, importa lembrar que embora tenha mesmo sido uma ruptura o 7 de setembro de 1822, ele não foi algo revolucionário como o 4 de Julho de 1776. O rei Jorge III não era um tirano, seus impostos não eram fardos pesados, a revolução americana fora fruto de agitação ideológica.
Na nossa Portugalidade, nem o Rei e nem o povo brasileiro almejavam a separação. Não se circulou nos jornais brasileiros qualquer menção a independência ou clamor por tal coisa até algumas semanas antes de ser efetuada a danosa ruptura. Quem desejava a separação? Uma minoria ressentida e que talvez não compreendesse a profundidade do projeto luso-brasileiro que o Rei Dom João, reconhecendo a importância que o Brasil adquirira no seio do Império, pusera em marcha.
"Tome para si esta coroa antes que algum aventureiro o faça!" - teria sido a frase quem Sua Majestade Fidelíssima mandara a seu filho, o príncipe regente Dom Pedro I (IV de Portugal), simbolizando os laços que se desejavam manter, a despeito de uns poucos precipitados no Porto. Uma ruptura que mais pareceu um acordo familiar para evitar um mal maior, e assim, da ruptura, percebe-se nascer um mar de continuidades. Aqui, depois da independência, continua a reinar a casa de Bragança, com Dom Pedro I e seu filho, Dom Pedro II, e teríamos tido Dona Isabel I não fosse - por ironia do destino - uma nova horda de francófilos precipitados, a derrubar atrapalhadamente o Império e estabelecer um república autoritária.
Vemos na bandeira, o verde da casa de Bragança, a cruz da Ordem de Cristo, herdeira das tradições gloriosas dos cruzados, a esfera armilar símbolo do Império Português, um Estado confessional, uma aristocracia pujante e com muitos laços com a antiga metrópole. Vemos um reconhecimento da independência negociado e indenizado, uma carta constitucional baseada nos mesmos princípios e com o mesmo legislador. As continuidades são tamanhas e tantas, que não seria estranho perguntar: Houve mesmo ruptura? O hino nacional brasileiro tinha já após 1831 trechos melódicos extraídos do Hino Patriótico, antigo hino de Portugal.
O 7 de Setembro não deveria ser lembrado pelo que ele rompeu com Portugal, mas por aquilo que ele manteve de Portugal, pois ele foi a justa defesa por um rei corajoso (Dom João VI) de seus súditos amados no além-mar, quando já prisioneiro das côrtes, permitindo a seu filho tomar as rédeas do destino de uma nação e protegendo-a do autoritarismo de côrtes pouco compreensivas. O 7 de Setembro deveria simbolizar não os conflitos armados entre brasileiros e portugueses, mas um rei que se recusou a mandar seus irmãos nascidos em solo europeu a atirar em seus irmãos nascidos em solo americano, razão pela qual foi necessário às côrtes liberais exigir isso. “Isso não! E nem meu filho tem feito senão o que em suas circunstâncias fazer devia, por agravos a mim pessoais não hão de sofrer os povos!” - Disse Sua Majestade Fidelíssima.
O 7 de Setembro é celebração da continuidade, não da ruptura. De uma civilização, de uma única nação, separada no tempo, no espaço e na história, mas unida na língua e no coração. Se há uma independência que pode ser considerada "conservadora" e feita para a continuidade ela é a do Brasil, não a dos Estados Unidos - ou não foi o Brasil independente verdadeira continuação do Brasil português, não foi ele construído sobre as instituições da era portuguesa, não foram os seus símbolos nacionais os de Portugal, a sua casa reinante a de Bragança e o novo Estado, com efeito, um segundo Estado português? Este 7 de Setembro, celebramos a Portugalidade brasileira.
Arthur Rizzi
Uma rúpia portuguesa de 1882

O Estado português da Índia foi criado em 1505 como um vice-reinado do Reino de Portugal. Dirigida por um Vice-rei ou um governador, a Índia portuguesa era verdadeiramente um Estado dentro do Estado português, e possuía vários atributos de soberania: cunhava moeda, fazia lei, decidia da paz e da guerra, assinava tratados, recebia e enviava embaixadas e exercia controlo territorial.
DEUS - PÁTRIA - REI
sexta-feira, 7 de setembro de 2018
Nova Portugalidade - Um Valor de Futuro.

Na era pós-industrial em que vivemos, os velhos princípios que regiam a alocação de recursos, a produção de bens e a divulgação de produto já não são suficientes. O mercado globalizado, mais do que nunca, impõe a organizações governamentais e não-governamentais novos desafios a que estes respondem com liberalidades, restrições, condicionalismos do mais variado tipo.
O valor da informação e da reputação, do contacto humano, da simbiose civilizacional, tornaram-se factores preponderantes. Pondo as coisas em pratos limpos, a conquista de uma quota de mercado depende, em grande parte, do nosso estatuto na batalha cultural. Um cultura influente impõe-se, responde, transacciona não, de forma unilateral, nos seus termos, mas em harmonia com os agentes envolvidos. E é especialmente no ponto dos afectos, da tradição familiar, do habitus social, mas também na peculiaridade dos seus produtos e do seu modo de vida, que a Portugalidade tem uma hipótese contra a política de consumo imposta pela hegemonia norte-americana.
Portugal tem emigrantes em 140 dos 150 países existentes. Dentro desses países constituíram-se comunidades de diferente peso - em França são 567 mil, em Espanha 136 mil, em Angola 17 mil, enquanto que nas ilhas Maurícias são só 50.
Dentro destas comunidades existe uma "zona de penumbra", como lhe chamam os analistas, que mais não é do que uma fonte quase inesgotável de integração e representação cultural - os luso-descendentes. Que esforço está a ser feito para os ligar à cultura mãe? Praticamente nenhum.
No caso brasileiro, julga-se que pelo menos 800 mil brasileiros vivam nos Estados Unidos e 254 mil no Japão. Essas comunidades trazem consigo a língua e um estilo de viver tropical, aproveitando outro tipo de recursos e com outras perspectivas profissionais e outros hábitos de consumo. O mesmo se passa com os emigrantes de outros países lusófonos - ou seja, um mundo de investimentos ligados por uma língua e por uma base cultural onde a diversidade não nos falta.
O mundo de falantes lusófonos aponta para 250 Milhões. E depois temos os crioulos portugueses, falados desde as Caraíbas até Timor. A seguir esse mapa de propagação da língua e de afluentes dessa língua, estão comunidades que, mesmo tendo esquecido os dizeres mais básicos, mantêm nomes portugueses ou uma memória do mundo lusófono, muitas vezes através de práticas religiosas, memória essa que usam para fins identitários, demarcando-se dos seus vizinhos.
No mundo de mercados globalizados, no mundo onde as comunidades, as empresas e os consumidores procuram fugir à homogeneidade galopante, ao produto massificado, a Portugalidade tem nas mãos duas habilitações únicas: espaço por onde criar uma reputação, espaço por onde colher informação. E falo em "espaço para fazer" porque essa reputação ainda não foi construída e essa informação ainda não foi aproveitada.
Ou seja, a Portugalidade não é um mero adereço - é uma fonte de riqueza por aproveitar. Um mercado criado por mais de 500 anos de emigração, activo pelo menos desde o século XII, que conta com o contributo não só dos que saíram de Portugal mas também do Brasil, de Macau, de Moçambique, da Índia.
Um Valor de Futuro? Sim. Mas um Valor que não espera pela nossa boa vontade. Um Valor que não tem sido bem tratado e que corre sério risco de se degradar. Tal como todas as coisas boas da vida, merece o nosso cuidado, o nosso carinho, merece uma política com visão.
quinta-feira, 6 de setembro de 2018
A destruição do Palácio da Ajuda
Definitivamente liquidado o seu parente carioca, o que neste momento está a suceder na Ajuda, embora nem de longe possamos comparar com o desastre de ontem, merece contudo um rápido comentário. A adulteração arquitectónica do maior e mais conseguido edifício neoclássico de Lisboa, consiste num erro e num abuso de confiança.
O erro consiste no querer mostrar obra seja da forma que for, nem sequer tomando em consideração a dignidade que aquele vasto conjunto mereceria num país com mais de oitocentos anos de história. Já tendo sido despojado de uma parte do seu espólio mercê de algumas vicissitudes quando nele se encerrou a vigência da mais longeva e significativa forma de representação do Estado português - precisamente aquela que o fundou, consolidou, expandiu e espalhou o nome Portugal de Ceuta a Nagasáqui -, esteve longas décadas fechado, mantendo longe da vista de nacionais ou turistas estrangeiros, preciosidades que no seu conjunto oferecem uma visão muito consistente dos interiores palacianos do século XIX, para além de conter algum mobiliário que sendo anterior, pode ser facilmente identificado como tendo participado em alguns eventos bem conhecidos. Cabe neste âmbito, por exemplo, o conjunto de cadeirões que terão adornado os aposentos do Príncipe Regente na nau que levou a bom e seguro porto, a sede da soberania portuguesa para a sua então enorme possessão ultramarina além-Atlântico.

Nem sequer dando especial destaque a trágicos episódios como o estranhamente escabroso roubo das Jóias da Coroa, sabe-se que durante a 2ª república o regime retirou algumas peças que foram decorar embaixadas portuguesas, numa atitude consentânea com a tradicional displicência com que as nossas autoridades tratam o património que é de todos, mesmo daqueles que o desconhecem.

Hoje o espaço conta com uma direcção-conservadoria que para além de uma rotineira carência de verbas, tudo tem feito para o prestigiar, embora o entorno mantenha aquele típico aspecto de semi-abandono que mesmo visivelmente reconhecido como tal, ainda oferece cenários de que o regime das auto-estradas e dos centros comericiais se aproveita para as suas ocasiões especiais onde se alaparda numa grandeza postiça, que nunca teve. Vivemos tempos de mero exibicionismo e como tal deve ser entendido o acrescento que está a erguer-se a poente, onde o projecto cada vez mais nos fará lembrar um enorme radiador para dias invernosos, ou aquele poste que desde logo chama a atenção do ocasional canídeo que no seu giro higiénico, ali deixa a sua mensagem molhada para que outros a farejem. Muitas formas há de destruir um edifício, especialmente se este fizer parte da história. A adulteração arquitectónica é uma delas, talvez a pior de todas, um abuso de confiança.
Mentem, mentem e mentem, mesmo que isso signifique o esbanjar de milhões que irão buscar aos bolsos habituais, sejam eles portugueses ou de visitantes estrangeiros e neste último caso, as famosas taxas e taxinhas. Uma anunciada despesa de dúzia e meia de milhões para uma enorme fachada a forrar com pedra, vidraria, três ou quatro andares, sistemas de segurança anti-roubo e contra incêndios, iluminação, dois cofres-fortes que protegerão o que resta das peças de joalharia e a prataria outrora de serviço à Casa Real, elevadores e monta-cargas, o que quiserem imaginar. Tudo como se fosse adquirido na loja chinesa do bairro, ao preço de mega-saldo. Isto para nem sequer abordarmos o pagamento devido à mão de obra especializada para as mais diversas tarefas a executar.
Quem acredita nisto? Dois tipos de pessoas: os tolos e os arregimentados participantes ou não em esquemas mais ou menos nebulosos.
Nuno Castelo-Branco
Fonte: Estado Sentido
DEUS - PÁTRIA - REI
quarta-feira, 5 de setembro de 2018
COMUNICADO: O I mente outra vez; o I terá de repor a Verdade

I. No artigo «Portugal. Extrema-direita segue tendência europeia e reorganiza-se», publicado a 3 de Setembro, o «Jornal I» esforça-se por simular relação ou associação entre a Nova Portugalidade e diversos grupos extremistas, entre os quais um tal «Portugueses Primeiro», uma «Nova Ordem Social» e uma sinistramente chamada «Divisão Misantrópica». O texto é manipulado expressamente de modo a ludibriar o leitor, toldar o seu julgamento e ferir com gravidade o bom nome da Nova Portugalidade e seus dirigentes, membros, simpatizantes e animadores. Para o lançamento de tão graves acusações, nunca o Jornal I procurou contactar a Nova Portugalidade e seus responsáveis, informar-se a respeito dos propósitos que a animam ou ler os documentos, Estatutos ou Carta de Princípios, que fornecem base à sua actuação. Se este é o jornalismo do I, não podemos se não perguntar-nos se o I merece ser tido por jornal.
II. Não é a primeira vez que o Jornal I difama gratuitamente a Nova Portugalidade. Em Março de 2017, artigo assinado no I por Ana Petronilho procedia, pelo corte de frases e corrupção do seu sentido, a grosseira manipulação da mundivisão do presidente da Comissão Executiva da NP, Rafael Pinto Borges. Desta vez, o indecoroso ataque é assinado por Ricardo Cabral Fernandes, «jornalista» que não faz segredo do seu sectarismo político: para além de ser colaborador do Esquerda.net, site oficial do «Bloco de Esquerda», Cabral Fernandes exibe como capa no seu perfil de Facebook propaganda de diversos movimentos de extrema-esquerda, entre os quais o «Partido dos Trabalhadores do Curdistão», considerado organização terrorista pelos Estados Unidos, o Reino Unido, a Alemanha ou a Turquia, e o também violento «Exército Zapatista de Libertação Nacional» da Nicarágua, responsável pela morte de centenas de inocentes ao longo dos anos. De que não é imparcial, não há dúvida; de que ignora as mais elementares regras da ética jornalística, também não. É a todos os títulos lamentável que seja esta a bússola deontológica - como vimos, sem norte e sem ponteiro - por que se rege o I. Sabendo como sabemos que não é a primeira vez que algo desta gravidade se dá com o referido jornal, não podemos ficar com interpretação outra que a que se apresenta evidente: que o dito organismo move uma perseguição à Nova Portugalidade, e que usa da capacidade de divulgação de que ainda dispõe para a disseminação de factos falsos e violadores do direito, aliás legalmente tutelado, à reputação e ao bom nome.
III. A Nova Portugalidade não tem, teve, ou terá a menor similaridade ou motivo de aproximação aos diversos grupos de extremistas referidos no artigo de 3 de Setembro. Todas as agremiações ali apresentadas, algumas feridas inclusivamente de passivo criminal, estão nos antípodas do patriotismo aberto, universalista, humano e anti-racista que a NP defende e continuará a propor. Compomo-nos de professores universitários, politólogos, juristas, arquitectos, estudantes e servidores do Estado; temos entre nós indivíduos de «esquerda» e outros de «direita»; não professamos qualquer doutrina; desenvolvemos um labor historiográfico inovador e defendemos, certamente com um sucesso que incomoda aqueles que são adversários nossos e de Portugal, as grandes marcas da nossa civilização e a riqueza cultural que liga aos portugueses povos de todas as partes do globo. Desafia o bom senso que um jornal, ainda que um tão decadente e pouco lido quanto é o I, pretenda associar a grupúsculos uma organização que congrega para iniciativas suas nomes como o Senhor Dom Duarte de Bragança, a Doutora Ana Isabel Líbano Monteiro, os ex-deputados Professor Pedro Quartin Graça e Dr. Raul Almeida, o Doutor José Norton, o Professor Pedro Dias ou a Professora Maria de Deus Manso. Tão descarado abuso - como vimos, repetido e, por isso, certamente premeditado - só pode ter a motivá-lo o que há pouco se detectava: uma perseguição amoralmente conduzida por «jornalistas» ideologicamente marcados e desinteressados das mais elementares leis da sua profissão.
IV. Para a Nova Portugalidade, o direito à informação honesta e ao bom nome é indispensável a qualquer sociedade realmente democrática. É em nome desses princípios, estabelecidos pela Constituição da República e essenciais à vida colectiva, que a Nova Portugalidade se baterá sempre e usando de todos os meios oferecidos pela Lei. Não o fazemos por nós, pois eles não são só nossos e não é só a nós que protegem; fazemo-lo por todos os portugueses em defesa das garantias que a todos protegem. Travaremos a boa luta pelo que é justo e verdadeiro.
A 4 de Setembro de 2018, a Comissão Executiva da Nova Portugalidade
DEUS - PÁTRIA - REI
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