quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

S.A.REAL D. DUARTE

Herdeiro do trono português defende a criminalização da gestão pública danosa

O Herdeiro do Trono Português, Dom Duarte Pio, defendeu, nesta sexta-feira, a «criminalização por actos públicos de gestão danosa», numa mensagem em que também considerou que «sucessivos aumentos de impostos já não contribuem significativamente para aumentar a receita do Estado».

«Hoje, atingimos aquele limite em que Portugal tem uma economia em recessão e se esgotou a capacidade do Estado se financiar. Os sucessivos aumentos de impostos já não contribuem significativamente para aumentar a receita do Estado, porque as famílias e as empresas já não conseguem o suficiente para os comportar», referiu, na mensagem de 1.º de Dezembro que irá proferir no jantar dos conjurados que se realiza no Estoril.

Na mensagem, que assinala a restauração da independência de Portugal, no chamado «jantar dos conjurados», que decorre na véspera do último feriado nacional a assinalar a ocasião, Dom Duarte Pio afirmou que «o 1.º de Dezembro acontecerá sempre».

«Na crise presente, é justo que peçamos contas a quem nos colocou nesta situação de pré-falência e que se tentem recuperar fundos fraudulentamente desviados. Apoio os que pedem a criminalização por actos públicos de gestão danosa», defendeu Dom Duarte Pio.

Para o herdeiro do trono de Portugal, hoje vive-se «um 1.º de Dezembro diferente», expressando solidariedade com os portugueses, que em cada vez maior número, «enfrentam a angústia de não saber como cumprir os seus compromissos financeiros, e mesmo como irão pagar as despesas básicas das suas famílias».

Dom Duarte Pio afirmou que «hoje, tal como em 1640, mas devido à irresponsabilidade de alguns governantes da III República», a política portuguesa «depende da vontade de estrangeiros».

«A população tem dado provas de grande civismo. Por isso, a todos os que se manifestam de forma cívica em favor de um Portugal mais justo e mais independente, quero manifestar o meu apoio», declarou.

Segundo o Duque de Bragança, «existem muitos privilegiados a beneficiar das chamadas gorduras de Estado», «muitos fornecimentos, contratações, parcerias público privadas e ajustes directos» que «deveriam ser reavaliados à luz do interesse público, tal como revelado por auditorias do Tribunal de Contas».

Na sua mensagem, Dom Duarte Pio abordou a «baixa natalidade» do país, afirmando que «o Estado português não favorece fiscalmente as famílias que têm filhos, não toma medidas eficazes que ajudem as mães solteiras, não facilita a adopção de crianças».

Reiterando a sua oposição à prática da interrupção voluntária da gravidez, Dom Duarte Pio referiu-se ao que considera serem as «noventa mil vítimas legais em Portugal nos últimos cinco anos», de uma lei que considera «insustentável».

Dom Duarte Pio disse ainda não esquecer «que, nas redes sociais, muitos defendem a instituição real», apelando a «que passem do virtual ao real, colaborando com a Causa [Real] e que mais associações e pessoas se juntem a quem trabalha no campo cívico e humanitário com eficácia e generosidade».

Fonte:
TVI24
Real Associação Médio Tejo 

Comendadoria de Santa Maria do Castelo de Castelo Branco

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